<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103</id><updated>2011-07-07T21:27:28.917-07:00</updated><title type='text'>SerraBikers</title><subtitle type='html'>Acredita-se que o vírus da pedalada (pedalococus obcecatus) tenha surgido lá pelo ano 2001 ou 2002, ninguém sabe precisar direito a data.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-3492595396619473339</id><published>2010-02-16T07:38:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T07:42:03.687-08:00</updated><title type='text'>Mudamos</title><content type='html'>Juntamos as tralhas, o cachorro, colocamos tudo no caminhão e fomos lá para o wordpress.&lt;div&gt;Este é o endereço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://serrabikers.wordpress.com/"&gt;http://serrabikers.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Casa nova, vida nova. Tem muito chão para ser pedalado nesse mundo. Vamos juntos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Grupo Serrabikers - Caxias do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abraços&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-3492595396619473339?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/3492595396619473339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=3492595396619473339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/3492595396619473339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/3492595396619473339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2010/02/mudamos.html' title='Mudamos'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-7924949644277518667</id><published>2007-10-07T18:01:00.000-07:00</published><updated>2007-10-07T19:00:20.063-07:00</updated><title type='text'>Pedal The Flash</title><content type='html'>Este blog anda meio parado. Vamos retomar o Serrabikers. Espero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, sábado dia 6 de outubro eu e o Marcos Guazzelli fizemos um "pedaleo". A Trilha das Aranhas ao contrário.&lt;br /&gt;O Marcos havia me convidado no meio da semana. O Isac que normalmente pedala nos domingos comigo e as gurias me ligou na sexta pra saber se haveria pedal. Avisei que seria uns 100 Kms e ele topou. Marcamos para o sábado de manhã as 7:30 em frente a Igreja de São Pelegrino. O Isac não apareceu, dormiu demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos em direção ao atalho dos romeiros para Caravágio. Estava ótima a temperatura, de mangas curtas, levemente friozinho, o que mantinha a temperatura sob controle, mesmo nas subidas mais fortes. Suávamos um pouco mesmo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma descida, antes do último descidão que chega no asfalto, estávamos a uns 50 Kms e após uma curva vimos um caminhão subindo, se esperava que ele puxasse para o lado e desse espaço. Porém não o fez. Foi preciso segurar a respiração e passar entre o caminhão e o cascalho acumulado na lateral. um pouquinho mais para a direita, uns 5 cms e vupt, escorregaria no cascalho. Passamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No descidão até o asfalto o Marcos se foi, nem tento acompanhá-lo. Não tenho essa competência. Dei um pancadão em uma pedra que ficou a marca na lateral do pneu. Até parei pra olha se não havia cortado.&lt;br /&gt;Subimos o morrão do atalho, rapidinho. Já foi pior essa subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem paramos em Caravágio. Segundo o Marcos estávamos dentro do tempo das outras 3 vezes que ele fez esse trajeto, uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tocamos direto, a direita. O Marcos não gosta desse trecho da estrada. Eu gostei. O primeiro desidão é muito legal ao contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao asfalto. Agora 21 Kms de descida asfáltica até o Bin Laden. Não paramos em Vila Jansen. Direto, socando. Pouquíssimos veículos. Sensacional a paisagem. Serra, peraus, precipicios, cascatas, paredões, frescor da manhã. Curtição total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao Bin Laden. Na ponte olhamos os saquinhos presos aos galhos das árvores que retratavam o nível que a água havia atingido na última cheia do rio. Impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Marcos fizemos 5 minutos mais rápido a descida desde Caravágio.&lt;br /&gt;Tomamos um refri preto com um salgadinho horrível. Descansamos uns 10 minutos, tiramos água do joelho e saímos novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora seriam os 11 kms costeando o rio, a Trilha das Aranhas.&lt;br /&gt;Simplesmente sensacional. As tradicionais pedras lisas, buracos e valetas.&lt;br /&gt;Começamos modestamente e eu comecei a gostar da coisa. Me empolguei e subi o ritmo, e subi e subi. Jisuis, que lenha. Foi o tempo todo a todo pulmão, todas as descidas no limite, todas as subidas aproveitando o embalo, trocando de marcha e fazendo esquentar as pernas. Me senti com coragem, fui além do meu normal. Puxei o tempo inteiro. No primeiro riacho pessei devagar. No segundo passei a milhão, jogando água pros lados e arriscando o tombo. Deu uma trancadinha, mas passou na inércia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a balsa e demos sorte, estava do nosso lado. Em seguida atravessaram para buscar um carro.&lt;br /&gt;Mais uma vez impressionou o nível que as águas atingiram. Se via o barranco lavado e as pedras aparentes, livres da terra.&lt;br /&gt;Atravessamos e começamos a subida. Nada conservadores. Puxando forte, e assim fomos até Nova Pádua.  Segundo o Marcos das outras vezes que subiu demorou uma hora. Fizemos em 40 minutos desta vez. Foi de perder as pernas pelo caminho. Em dois momentos o Marcos abriu uns 30 metros mas eu fui buscar. Ele anda treinando durante a semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nova Pádua tomamos uma Malzbier geladinha. Comemos uma torrada, um sanduiche e tiramos um cochilo.&lt;br /&gt;O problema foi retomar o pedal. Que moleza. O dia virou num bafão mormacento.&lt;br /&gt;Ao sair o pneu traseiro da minha bike estava murcho. Passamos no posto e enchemos. Talvez fosse um furo pequeno que demorasse para esvaziar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enchemos e saímos, de leve para as pernas acordarem, bem de leve.&lt;br /&gt;Não adiantou, antes de subir o morro dos 78 kms/h tive que remendar o furo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos o morro  e já chegamos na encruzilhada que leva ao Gelain. Caminho da semana passada. Descemos até a encruzilhada dos PMs e encontramos um carro da PM passando. Coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos pela capela São Francisco e voltamos pela Linha 40. O Marcos colocou 77 Kms/h na descida. Na subida do Zanrosso, deu crepe numa das pernas do Marcos. Subimos devagar. Nada grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi cansativo mas foi bão. E conseguimos observar a paisagem. Até tucanos vimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim deu 92 Kms e 17, 7 de média. Esperava a média um pouco mais altas. Mas tá bão de mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-7924949644277518667?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/7924949644277518667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=7924949644277518667&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/7924949644277518667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/7924949644277518667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2007/10/pedal-flash.html' title='Pedal The Flash'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-4104370585016378420</id><published>2007-05-25T06:07:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T05:59:44.443-08:00</updated><title type='text'>Sopão do Zunior</title><content type='html'>Ontem, uma noite muito fria, congelante, resolvemos fazer um sopão para reunir a tropa de pedaladores e dar algumas risadas. Nos encontramos então as 19 horas na casa do Zunior, já que é ele o fazedor profissional de sopa. O cara entende de sopa, tava ótima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá estávamos nós... Pastor &lt;strong&gt;Igor&lt;/strong&gt;, agora apelidado de 6 onças, que trouxe para o recanto suas lindas canções de paz e fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbcnf02t9I/AAAAAAAAAOY/V7Rh0pcvrsw/s1600-h/sopao001igor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbcnf02t9I/AAAAAAAAAOY/V7Rh0pcvrsw/s320/sopao001igor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068481001768269778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Andrius&lt;/strong&gt;, que mesmo com o frio foi de bike e não tirou o capacete nem para jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbc5_02t-I/AAAAAAAAAOg/r3J2iAm8pJ4/s1600-h/sopao002andrius.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbc5_02t-I/AAAAAAAAAOg/r3J2iAm8pJ4/s320/sopao002andrius.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068481319595849698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcos&lt;/strong&gt;, que não foi de bretele da Gretchen pois estava frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdEP02t_I/AAAAAAAAAOo/0m4ts3iU_-w/s1600-h/sopao003marcos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdEP02t_I/AAAAAAAAAOo/0m4ts3iU_-w/s320/sopao003marcos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068481495689508850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge&lt;/strong&gt;, que dispensa comentários, por ser o galan da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdLf02uAI/AAAAAAAAAOw/vf2ViVLaJRo/s1600-h/sopao004jorge.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdLf02uAI/AAAAAAAAAOw/vf2ViVLaJRo/s320/sopao004jorge.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068481620243560450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu&lt;/strong&gt;, um mero espectador desta confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbddf02uBI/AAAAAAAAAO4/3U_Gc5ckKgo/s1600-h/sopao005basso.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbddf02uBI/AAAAAAAAAO4/3U_Gc5ckKgo/s320/sopao005basso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068481929481205778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E quem  manda na bagaça, Mestre &lt;strong&gt;Zunior&lt;/strong&gt;, o cozinheiro fala fina de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbdlf02uCI/AAAAAAAAAPA/JJrQYAI08Ag/s1600-h/sopao006zunior.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbdlf02uCI/AAAAAAAAAPA/JJrQYAI08Ag/s320/sopao006zunior.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482066920159266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Zaka&lt;/strong&gt; não apareceu e a história/desculpa que deu para não ter ido ainda não nos convenceu, achamos que ele foi pedalar. O &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt; também não apareceu, ficou com preguiça de se deslocar 140km para ir jantar com a gente. E os demais não se manifestaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da janta foi bom tomar um vinhoto para esquentar. O problema foi abrir a garrafa, já que não tínhamos abridor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbdtf02uDI/AAAAAAAAAPI/l_4O_GqlfrI/s1600-h/sopao007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbdtf02uDI/AAAAAAAAAPI/l_4O_GqlfrI/s320/sopao007.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482204359112754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdyP02uEI/AAAAAAAAAPQ/JNCtYBzhEhM/s1600-h/sopao008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbdyP02uEI/AAAAAAAAAPQ/JNCtYBzhEhM/s320/sopao008.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482285963491394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbd2v02uFI/AAAAAAAAAPY/TTV7XY36oCE/s1600-h/sopao009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbd2v02uFI/AAAAAAAAAPY/TTV7XY36oCE/s320/sopao009.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482363272902738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbd_P02uGI/AAAAAAAAAPg/_xtlj4JGMkU/s1600-h/sopao010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbd_P02uGI/AAAAAAAAAPg/_xtlj4JGMkU/s320/sopao010.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482509301790818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não foi fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um queijinho trazido pelo Pastor Igor salvou a a hora dos aperitivos, acompanhado dos amendoins do Zunior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbfdf02uMI/AAAAAAAAAQQ/vUiLp42rxjQ/s1600-h/sopao011.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbfdf02uMI/AAAAAAAAAQQ/vUiLp42rxjQ/s320/sopao011.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068484128504461506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso o mestre cuca, Zunior, preparava a janta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeOP02uII/AAAAAAAAAPw/MLpQk6vDkk0/s1600-h/sopao012.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeOP02uII/AAAAAAAAAPw/MLpQk6vDkk0/s320/sopao012.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482766999828610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E o resto da tropa, que não trabalhava, assistia aos inúmeros dvds de tombos de bike. Cada tombo lindo, tudo cara sem cérebro e sem dente. Ta loco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeTf02uJI/AAAAAAAAAP4/N6KtJULPdUA/s1600-h/sopao013.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeTf02uJI/AAAAAAAAAP4/N6KtJULPdUA/s320/sopao013.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482857194141842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Até o luki se fez presente. Ah, o Mika chegou depois, mais tarde, trazendo mais vinho pra nós. Apesar de acharmos que ele trouxe sagu em garrafão, mesmo assim tomamos. Quer dizer, alguns beberam aquilo, alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeYP02uKI/AAAAAAAAAQA/pU2-w5lO3s0/s1600-h/sopao014.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/RlbeYP02uKI/AAAAAAAAAQA/pU2-w5lO3s0/s320/sopao014.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068482938798520482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As fotos daqui foram tiradas com o meu celulóide e só estas foram publicadas, já que o Mika se mandou mais cedo da janta e até agora não deu notícias nem sinal de vida. As fotos dele virão em 2.018.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma baita janta, como sempre são as reuniões dos pedaladores de plantão. Todo mês tem que sair uma, no mínimo uma. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbecv02uLI/AAAAAAAAAQI/xabgyPufURE/s1600-h/sopao015.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbecv02uLI/AAAAAAAAAQI/xabgyPufURE/s320/sopao015.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068483016107931826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E era isso por enquanto, até o pedal do final de semana. Mesmo com frio. That’s all folks!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-4104370585016378420?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/4104370585016378420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=4104370585016378420&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/4104370585016378420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/4104370585016378420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2007/05/sopo-do-zunior.html' title='Sopão do Zunior'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sHVj2z5g5G0/Rlbcnf02t9I/AAAAAAAAAOY/V7Rh0pcvrsw/s72-c/sopao001igor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-4101575994373605064</id><published>2007-05-15T18:17:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T05:59:49.979-08:00</updated><title type='text'>Pedal do Fim do Mundo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ábado 6:30 da madrugada. Acordo.&lt;br /&gt;Bosta de dia. Não sei porque. Mas é uma bosta.&lt;br /&gt;Não tô legal. Hoje era pra fazer o Pedal do Fim do Mundo mas aqueles dois viadinhos do Marcos e o Zunior não ligaram nem pra dizer que não iriam.&lt;br /&gt;Pedalar sozinho por caminho tão desconhecido, distante e supostamente difícil é loucura.&lt;br /&gt;São 7 horas. Me sinto fraco. Angustiado. Me reviro. Viro. Torno a revirar. Tá um saco ficar na cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as e se eu não for o que vou fazer aqui. Não tenho nada programado.&lt;br /&gt;O resto da tropa marcou pedal na frente do Bob´s, será as 8 ou as 9. Sei lá. Não tô a fim.&lt;br /&gt;As gurias vão pra Canela. Me convidaram pra pedalar por lá no domingo. Mas pra isso eu preciso ir até lá.&lt;br /&gt;Aaaaaaaaa to 'mol'. Tô brabo. Mau humor, nuvem negra.&lt;br /&gt;Putz. Já são 8 horas. A luz do sol entra em profusão pela janela. O dia parece bom. A previsão acenava com possibilidade de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8:30&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tem alguma coisa errada comigo. Sempre saio cedo da cama. Nos domingos, no máximo as 7:30.&lt;br /&gt;Ouço barulhos de cidade em movimento, já são 9 horas da manhã.&lt;br /&gt;Bosta, vou levantar.&lt;br /&gt;Vou lá fora ver está porcaria de dia. Deve estar horrível, não vai dar pra pedalar mesmo. Assim decido de uma vez e fico em casa. O Pedal do Fim do Mundo tem que ser com sol e dia lindo.&lt;br /&gt;Abro a porta e me deparo com um céu de brigadeiro. Não há nuvens e a temperatura está ótima.&lt;br /&gt;Putz! Mas já são nove horas, não arrumei nada. Muito tarde. Não vou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as o dia tá bonito.&lt;br /&gt;E se eu for arrumando aos poucos pra ver se a vontade vem.&lt;br /&gt;Sinto medo. Sozinho. Celular não pega. Se cair, só os urubus me acham.&lt;br /&gt;Pensamentos pessimistas, mas precisam se considerados.&lt;br /&gt;Trago a Gradiva, aquela que anda, para participar da conversa. Ver se ela me diz alguma coisa.&lt;br /&gt;Muda, completamente calada como sempre, ela me deixa sozinho em minha decisão.&lt;br /&gt;Mas ao menos sei que posso contar com ela, seja qual for a escolha, ela nunca reclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;aio de novo lá fora. Ainda não há nuvens. Vou ou não vou. Saco! Sozinho! Com companhia é muito melhor. Faz quase dois anos que quero fazer esse trajeto e não consigo companhia. Já fiz vários convites. No único que alguém aceitou, o Testa, eu é que não pude ir.&lt;br /&gt;Nossa, já são 10 horas. Nem fiz o mapa. Não vai dar.&lt;br /&gt;Bom vou abrir o Google Earth e dar uma olhada, ver algumas referências.&lt;br /&gt;Olho. Anoto algumas distâncias. Tem várias encruzilhadinhas. Marco algumas em um papel. Mas não tô com saco pra muito nhênhênhê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;esolvo dar uma olhada no horóscopo do Terra, sempre é otimista, me faz bem quando leio.&lt;br /&gt;"Os escorpianos já nascem com instrumentos para enfrentar as piores tempestades e os caminhos mais difíceis"&lt;br /&gt;Era o que eu precisava ler para tomar uma decisão.&lt;br /&gt;Eu vou. Tá decidido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;gora com mais presteza, enrolo um pedaço de câmara no canote pra engrossar e fixar o bagageiro. Pego tudo que preciso, coloco na mochila, prendo a bolsa de guidão. Tenho tudo que preciso. Beleza.&lt;br /&gt;Escoro a Gradiva na poltrona, encosto o pneu na porta como sempre faço. Sento no sofá pra por a sapatilha e BLAAAMMM. A Gradiva caiu, merda. Gradiva - caiu - chão - tombo - sozinho. Nãããão apaga esses pensamentos. Levantei a querida, nenhuma avaria. Escorei ela de novo. Sentei no sofá, comecei a colocar a outra sapatilha e BLAAAAMMM de novo. Aiaiaiai será que não é pra eu ir???&lt;br /&gt;Que se exploda, agora eu vou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;aí já eram 11:15. Muito tarde. Peguei a Rota do Sol, pit stop no posto São Luiz pra colocar mais ar nos pneus pois estava mais pesado com a bagagem.&lt;br /&gt;Desci o Santa Fé voando e subi no coroão, só troquei pra coroa do meio no pé do morro do Eberle, pois entrei a direita na estrada de chão pra ir até o Bar do Véio e dali descer até a ponte amarela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpuhCmoWsI/AAAAAAAAAC8/4r0MOrmxe0U/s1600-h/Foto+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064982244845181634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpuhCmoWsI/AAAAAAAAAC8/4r0MOrmxe0U/s320/Foto+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;uando fiz a foto de cima, reparei em um montinho escuro no chão. Como bom curioso fui ver o que era. Que lindo! Borboletas na bosta. Que encontro romântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkprUCmoWrI/AAAAAAAAAC0/aEfCabI6mLA/s1600-h/DSCN5122.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064978722971998898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkprUCmoWrI/AAAAAAAAAC0/aEfCabI6mLA/s320/DSCN5122.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ensacional a descida. Sem cascalho, terra batida. Mas como a bike tava estranha devido ao peso no bagageiro não passei de 50 km/h.Pausa na ponte só para registrar em foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpqcymoWqI/AAAAAAAAACs/SrnrOvfuh3o/s1600-h/Foto+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064977773784226466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpqcymoWqI/AAAAAAAAACs/SrnrOvfuh3o/s320/Foto+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ai ligeirinho. Antes de começar o primeiro cotovelo tentei passar para a coroinha, mas tive que descer da bike, não estava baixando sozinha. Subi bem, apesar do peso extra. Esses cotovelos já foram piores.Cheguei em Sta Lúcia do Piai com 17,7 kms de média. Ótimo por estar mais pesado e não ter forçado, me poupando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;omi um sanduiche de 3 fatias de pão velho com queijo e presunto, um refri preto.&lt;br /&gt;Quase causei uma briga lá. Inventei de pedir se tinha como ir a Gramado por dentro.&lt;br /&gt;Entre partidários do sim e do não. 'Porqui' pra cá e 'porqui' pra lá, os animos esquentaram. Estava legal de ver e ouvir.&lt;br /&gt;Mas não podia ficar muito tempo. Me fui, com o sanduiche na goela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;a&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;saída de Sta Lúcia tem um descidão pra mais de 50 por hora. Uma subidinha curta e outro descidão e mais descida. Carai! Depois tem uma subida que eu não lembrava como era. Entrei na coroa do meio, cascalheiraaa, subidão forte. Faltou perna. Tive que parar, trocar para coroinha e arrancar. Não foi fácil. Fiz 3 tentativas, arranquei mas, não consegui manter o equilíbrio. Atravessei a estrada tentando controlar a bike. A dianteira escapava no cascalho. Tive que colocar o pé no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;sperei uma kombi velha passar. Levei a bike para o trilho da direita que tinha menos cascalho. Esperei passar outro carro e na segunda tentativa arranquei.&lt;br /&gt;Eu havia passado por essa estrada com o Marcelo Guazzelli, na direção contraria. Algumas referências necessárias eu lembrava. Passei a igreja de São Paulo e subi até a encruzilhada com o açude grande. Aí peguei a esquerda.&lt;br /&gt;Um mundo novo e desconhecido se descortinava. (Que linda frase, rsrsrsrs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkppxymoWpI/AAAAAAAAACk/VZBMIIozZf0/s1600-h/Foto+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064977035049851538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkppxymoWpI/AAAAAAAAACk/VZBMIIozZf0/s320/Foto+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;ogo em seguida eu deveria pegar a direita em uma encruzilhada, que me levaria a uma serrinha, passando por uma ponte com lageado no fundo.&lt;br /&gt;As referências do Google Earth não fecharam e as imagens mentais estavam imprecisas naquele ponto.&lt;br /&gt;Peguei a primeira a direita, me sentia cansado, não estava a fim de errar. Desci uns 500 metros e vinha um monza na direção contraria. Parei, fiz sinal para o carro parar.&lt;br /&gt;Me informei e o motorista disse que deveria voltar até a encruzilhada e pegar a próxima a direita. Fiz isso, mas era uma estradinha tão chinfrim que duvidei. Depois de 1 km voltei até a encruzilhada onde peguei esta e segui a esquerda, pela estrada mais usada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;assei por duas casas e nenhuma alma viva para pedir informações. Segui, era um trecho bem bonito, bem alto, um dos pontos mais altos da região. Encontrei outra encruzilhada. Vi que a esquerda acabava em uma casa e a direita havia uma casa próxima. Passei um mataburro, não morri. Bom sinal. Havia umas menininhas brincando com uma bola atrás de uma cerca-viva. Chamei e apareceu um homem que estava junto, o qual eu não havia visto. O nome dele é Sérgio Catusso. Pedi informações e ele disse que a estrada certa era a que eu havia entrado antes. Aquela que achei chinfrim. Disse também que era só seguir a 'principal'. Eu ri e comentei que era impossível perceber qual era a principal. Todas pareciam o fim da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;oltei mais uns kilômetros e peguei a dita estrada, preocupado em não errar mais, pois estava custando muito tempo e o sol de outono desce rápido. Houve um curto e belo trecho com misto de mato e campo, era um lugar alto. De repente começou a descida. E que descida!!! Os dois freios travados e a bike continuava arrastando e descendo. O certo é não travar. Mas fiz só para testar a inclinação da estrada. Alguns cotovelos bem fechados nesta descida claustrofóbica, sombreada e escura. É um local de relevo bem dramático, com vales estreitos e profundos. Sozinho parece que estas sensações tomam proporções épicas. 'Hay' que relativizar tudo que se sente para retransmitir em relato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;nfim cheguei a ponte de concreto. As cercas de proteção já se foram, provavelmente em alguma enchente que varreu o fundo do vale. Sobraram alguns ferros deitados e retorcidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkppLCmoWoI/AAAAAAAAACc/U8WnDpEVMzE/s1600-h/Foto+5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064976369329920642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkppLCmoWoI/AAAAAAAAACc/U8WnDpEVMzE/s320/Foto+5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;epois da ponte a estrada serpenteia por entre morros e algumas casas. É um belo local. Senti boas energias por aqui. Eu estava na face do morro que batia sol. A face sodoeste. Belas cores e paisagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpofimoWnI/AAAAAAAAACU/61nt0yvre2Q/s1600-h/Foto+6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064975622005611122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpofimoWnI/AAAAAAAAACU/61nt0yvre2Q/s320/Foto+6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpnwimoWmI/AAAAAAAAACM/xSd72LeaN0k/s1600-h/Foto+7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064974814551759458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpnwimoWmI/AAAAAAAAACM/xSd72LeaN0k/s320/Foto+7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;ncontrei um indio velho que vinha com uma crianças. De longe pensei ser uma mulher pois os cabelos eram compridos, até os ombros. Adoro essas oportunidades de conversar com os locais. Mesmo sabendo que estava na estrada certa parei para pedir informações e confirmar alguns dados.Proseamos, eu disse que vinha de Caxias, por Sta Lucia. Aí ele falou. Aah mas tá bem 'muntado'. Ai me explicou por onde ir. Nos despedimos e segui minha jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpgDymoWlI/AAAAAAAAACE/MpzNJvyZMyM/s1600-h/Foto+8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064966349171219026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpgDymoWlI/AAAAAAAAACE/MpzNJvyZMyM/s320/Foto+8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei logo adiante para fotografar uma placa como registro de passagem e a casa de madeira da propriedade. Muito bonita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpfPSmoWkI/AAAAAAAAAB8/kVOx5dUcoz4/s1600-h/Foto+9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064965447228086850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpfPSmoWkI/AAAAAAAAAB8/kVOx5dUcoz4/s320/Foto+9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpeUSmoWjI/AAAAAAAAAB0/pUQJoJB82d0/s1600-h/Foto+10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064964433615804978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpeUSmoWjI/AAAAAAAAAB0/pUQJoJB82d0/s320/Foto+10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;egui mais um pouco, passei a encruzilhada que vinha do sudoeste e comecei a subir.&lt;br /&gt;Vi no Google Earth que era uma longa subida. Deduzi que por ser longa, seria relativamente suave, coisa para coroa do meio.&lt;br /&gt;O início da subida tinha um ângulo que fazia ficar pesado na coroa do meio. Passei a primeira curva a esquerda, vi logo adiante outra para direita, pensei; - Depois daquela curva deve amansar. Cheguei na curva a direita com as veias do pescoço estourando, quando olhei não acreditei no subidão e inclinação que me esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; estrada está na borda sul do morro, bem escura. completamente molhada por não pegar sol e com bastante cascalho.&lt;br /&gt;Parei, passei a corrente para a coroa pequena, bebi água, dei um tempinho pois tinha forçado até ali. Passou um Santana cheio de pelos duros. Havia uma moça no banco de trás muito linda. Com ares de princesa persa. Fiquei com a imagem do rosto e do olhar dela na mente por um bom tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ubi na bike e fiz umas 3 tentativas até que consegui arrancar. Eitaa! Lá fui eu, ouvindo o ruidoso rio que desse pelo canyon a direita. Pelo barulho o terreno é acidentado e inclinado, o que faz a água acelerar e rugir nas quedas.&lt;br /&gt;Fiz a primeira longa subida e virei a esquerda. Cruzes! Outra subida tão longa quanto a anterior, no mesmo grau de inclinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;ravei as pernas naquele ritmo de primeira marcha e fui pacientemente escalando. Cheguei a outra curva, contornei e... Jisuis!!! Outra subida, ainda mais longa. E outra e outra. Pensei que não acabaria mais. Foi tão, mas tão puxado esse morro que há uns 30 metros do topo perdi a pedalada porque a dianteira levantou e completei empurrando. Cheguei em cima e me atirei no chão, sentado, tentando retomar o ritmo normal do coração e pulmões. Com certeza eu estava a mais de 160 batimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;e senti beem desgastado e comecei a me preocupar com o que ainda restava de estrada, mais uma serra para descer e outra para subir. E o sol baixando.&lt;br /&gt;Comi uns salgadinhos, bebi água e segui. Ainda houve duas longas subidas, onde passaram uns motoqueiros agricultores sem capacete por mim. o último gritou: - De bike é f*. Ele não imagina quanto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpeBymoWiI/AAAAAAAAABs/ZYMgA8UZriw/s1600-h/Foto+11.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064964115788225058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpeBymoWiI/AAAAAAAAABs/ZYMgA8UZriw/s320/Foto+11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;heguei a outra encruzilhada, sem placas. E agora? Esperei pois ouvia barulho de um veículo. Em dois minutos chegou um caminhão caçamba da prefeitura de Caxias. Entrou como quem vai descer por onde eu havia subido, não pude chamá-lo para pedir informação. Mas freou e voltou de ré, agora para onde eu estava parado. Saí para não ser atropoleado. Ele seguiu de ré pela estradinha a direita. Não poderia ir longe assim. Segui-o. Quando parou me aproximei e fiz as perguntas básicas. Onde estou, para ounde devo ir, quantos kms, como é a estrada, que referências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;ueno, era seguir adiante por aquele caminho. Andei uns 6 kms por subidas e descidas de nivel médio. Parei um gol pois havia uma quadrifurcação. Ele me instruiu por onde ir. Agradeci e saí. De repente me dei conta que não havia registrado nada do que ele falou. Deficit de atenção pelo cansaço. Aí percebi que já estava bem cansado. Andei mais 1 km e peguei a direita na encruzilhada. &lt;em&gt;Wrong way&lt;/em&gt;. Cheguei em uma propriedade com um enorme pomar de maçãs, muitos 'pallets' sendo colocados em um caminhão. Me dirigi a um  senhor para pedir informações, que  me indicou outro . Este me deu algumas e pediu para um terceiro mais informações. Eu precisava voltar uns 800 metros, descer e pegar a direita. Haviam placas segundo eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; minha cara não devia ser das melhores, o senhor, provavelmente o proprietário das terras me ofereceu maçãs para comer. Agradeci, disse que não queria e pedi água. O menino dele, de uns 10 anos saltou faceiro para acompanhar aquela figura exótica, eu, que apareceu ali no meio do nada com uma bicicleta. Que estranha sedução e simpatia uma bicicleta desperta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;arreguei as caramanholas e retomei a estrada. Mas eu estava ficando desmotivado. Estava bem cansado. Havia muito por pedalar e o sol outonal estava baixando perigosamente para um imprevidente que saiu sem farol. Andei uns 200 metros e parei. Lembrei de um santo remédio nessas horas de aflição para alegrar a alma cansada e retomar a confiança. Troquei as lentes escuras do óculos pelas amarelas.&lt;br /&gt;Que maravilha. Cores vivas e alegres. Já num 'vú' tudo muda. Tudo se alegra. Cromoterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; caminhão com maçãs passou por mim. Guardei as lentes escuras na pochete e me larguei atrás dele. Me animei, alcancei o caminhão mas não pude passar pois a estrada era estreita. Também não adiantaria. No fim da descida havia uma encruzilhada onde o caminhão foi reto em direção a Vila Oliva e eu entrei a direta rumo a ponte de ferro do Rio Sta Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora eu precisava chegar láááá embaixo. No fundão, onde tem a sobra na foto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpdsSmoWhI/AAAAAAAAABk/KgPmHC1JSWg/s1600-h/Foto+12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064963746421037586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpdsSmoWhI/AAAAAAAAABk/KgPmHC1JSWg/s320/Foto+12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;escidóóóón tchó´. Para quem conhece os Cotovelos do Belo dá pra dizer que é idêntico. Talvez um pouco mais inclinado, só subindo para saber. Mas é uma bela descida. Virgi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpdFymoWgI/AAAAAAAAABc/JUlIKs7Z0Eo/s1600-h/Foto+13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064963084996073986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpdFymoWgI/AAAAAAAAABc/JUlIKs7Z0Eo/s320/Foto+13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;rimeira visão da ponte de ferro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/Rkpc0SmoWfI/AAAAAAAAABU/h1z5RfXiRko/s1600-h/Foto+14.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064962784348363250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/Rkpc0SmoWfI/AAAAAAAAABU/h1z5RfXiRko/s320/Foto+14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G&lt;/strong&gt;randes contrastes de luz e sombra acrescentam dramaticidade as fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpcRymoWeI/AAAAAAAAABM/gIMwiF8RgtI/s1600-h/Foto+15.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064962191642876386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpcRymoWeI/AAAAAAAAABM/gIMwiF8RgtI/s320/Foto+15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;nfim cheguei a tal ponte de ferro que tanto me seduziu por quase dois anos. Estar ali já era uma grande vitória. É um belo buraco!!&lt;br /&gt;Fiz foto com pose de vencedor. Assim que a máquina bateu no automático tive que sair correndo para evitar que uma moto atropelasse a Nikota no meio da ponte. Acho que dei um susto no cara que estava com um guri na garupa.&lt;br /&gt;Conversamos rapidamente, estavam sem capacete. Ele disse que a subida era boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpcECmoWdI/AAAAAAAAABE/zhbzUmZ0ljc/s1600-h/Foto+16.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064961955419675090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpcECmoWdI/AAAAAAAAABE/zhbzUmZ0ljc/s320/Foto+16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; era mesmo. A subida que mais me assustava mostrou-se bem agradável, porém pedregosa. Comecei na coroa do meio e passei para pequena mais adiante para não haver nenhuma surpresa. Subi uns 5 kms assim, até que ganhei confiança e percebi que não haveria subida que eu não pudesse fazer na coroa do meio. Passaram alguns carros e motos. Percebi que pelos olhares não estão acostumados a ver uma bicicleta por ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/Rkpb5imoWcI/AAAAAAAAAA8/jMlMhxclwDM/s1600-h/Foto+17.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064961775031048642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/Rkpb5imoWcI/AAAAAAAAAA8/jMlMhxclwDM/s320/Foto+17.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; fato é que a subida é impressionantemente longa. Após subir a serra do Sta Cruz cheguei a uma encruzilhada. Sem placas indicativas. Peguei a direita. Desci por uns 500 metros. Parei, havia uma casa. Mas era descida até lá. Se fosse teria de subir. Já estava de saco cheio de subir. Esperei uns 5 minutos até que passou um carro. Caminho errado novamente. Voltei subindo uns 800 metros até a encruzilhada e segui subindo e subindo e subindo e subindo. Que merda! Não acaba essa subida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;ncontrei um morador, conversamos um pouco. Ele estava vindo de um canil próximo. Mas não achou o cão que desejava para cuidar da casa. Uma belíssima casa por onde eu havia pssado uns 300 metros antes. Em uma encosta com um visual fantástico de um vale. Pedi informações e segundo ele faltavam 9 kms até Gramado, a estrada chegaria lá pelo Mato Queimado e sairia na Borges de Medeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;egui viajem. Foram 9 kms realmente, só de subida, sem uma retinha sequer de descanso. Preciso voltar lá para ter certeza da kilometragem, mas acho que fica entre 15 e 20 kms. Eu já estava com dificuldades de avaliar com precisão. Só percebia que não acabava nunca.&lt;br /&gt;Cheguei ao ponto de não agüentar mais subir. Estava insuportável. Eu até tinha pernas, mas não tinha mais paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;nfim asfalto. Marca de cidade e civilização. Cheguei!&lt;br /&gt;Desci a Borges, passei pelo centro, Rua Coberta, Igreja e parei no Super Cesa. Precisava comprar sabonete para o banho. Fiz isso rapidamente pois a Gradiva ficou do lado de fora. Já havia anoitecido. Me dirigi ao albergue, só de camisa de mangas curtas pois estava sujo e não iria vestir ajaqueta agora. Vento, frio. Chegando lá me registrei e fui arrumar meus trens e tomar banho. Que maravilha, água quente caindo sobre o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;travessei a rua e fui na padaria em frente comer. Enquanto me dirigia até lá fiquei pensando no que comer. Meu desjo era comer 3 unidades de cada coisa que houvesse e beber uns 1000 litros de todo o sortimento de liquidos 'bebiveis' que houvesse.&lt;br /&gt;Mas acabei pedindo um pedaço de torta de morangos e um refri de laranja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;conteceu de novo, igual a outra pedalada em Canela alguns anos atrás. Tomei o liquido gelado e minha garganta fechou. A partir daí comer e beber era muito dolorido. Passei a diminuir o tamanho do pedaço de torta que ingeria e o tamanho do gole de refri. Comer e beber deixou de ser algo prazeroso e passou a ser um exercício duro de paciência. Em pouco tempo já estava sentindo sensações de estar febril. Calafrios e o rosto e testa bem quentes. Quase fui pedir a senhora que estava no caixa que pusesse a mão na minha testa para confirmar. Pensei em usar alguma medicação. Mas evito isso ao máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;iquei ali na mesa. Pacientemente comi e bebi. Depois de um tempo pedi um cafezão quente e uma sfiha. Mais um quantum de paciência para comer e beber. Mas eu tinha noção da importancia da alimentação para a recuperação.&lt;br /&gt;Sai da padaria e liguei para a Raquel e a Vanessa avisando que eu estava em Gramado e 40 minutos depois elas estavam passando para me pegar e ir jantar de novo. A Nina, amiga delas, que eu conhecia só virtualmente, estava ciceroneando 5 pessoas vindas da Índia. Fiquei próximo de duas senhoras de lá, a Assna e Raji durante a janta. Raji parecia um pouco atrapalhada com talheres. Conversamos um tanto. Depois ainda fomos dar uma volta pela rua coberta onde conversei outro tanto com a Assna. Muito legal. Gosto desses passeios cheios de gente nova e interessante.&lt;br /&gt;No domingo teve pedal até a ponte do Passo do Inferno. Mas fica para outro relato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-4101575994373605064?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/4101575994373605064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=4101575994373605064&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/4101575994373605064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/4101575994373605064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2007/05/pedal-do-fim-do-mundo.html' title='Pedal do Fim do Mundo'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RKxzRk9NEL0/RkpuhCmoWsI/AAAAAAAAAC8/4r0MOrmxe0U/s72-c/Foto+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-117069343493915976</id><published>2007-02-05T08:35:00.000-08:00</published><updated>2007-02-05T08:46:14.873-08:00</updated><title type='text'>Novo Circuíto</title><content type='html'>&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Beleza o pedalzoto de  sábado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nos encontramos lá no Posto Tonolli. Eu, Testa e Marcos. Fomos até o viaduto da 116, entramos no Bairro Castelo e descemos até a Rota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seguimos pela rota e antes da  subida do posto, na metade o Marcos sugeriu uma estradinha que tem ali a  direita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu e o Testa não conhecíamos. Muito  legal, muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tem umas subidinhas fortes, mas  curtinhas e umas descidas legais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegamos na estrada que vem de São  Brás para Rota do Sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Voltamos um pouquinho e pegamos o  atalho pra Fazenda Souza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Passamos direto e o Marcos sugeriu entrarmos numa estradinha ali que ele tinha visto em outra oportunidade um placa indicando Vila Seca. Fomos decidindo o trajeto conforme íamos chegando nos lugares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Showzaço de bola a estradinha. Pelo  campo com o sobe e desce tradicional. Um grande desce e um grande  sobe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tivemos que ir pra valeta pra  deixar um caminhão passar. Fiadaputa, que poeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Paramos em Vila Seca. Tomamos um refri preto e comemos salgadinho. Teve gente que comeu amendoim. Tá certo, tem onde descarregar. Conversamos com uma gurrizada de bici que ficou rodeando e tirando fino da bike do Testa. Dando uns cagaços nele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div face="courier new" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como o Testa tinha compromisso, voltamos pela Rota. Mais rápido. Mas ao chegar em São Nicolao resolvemos entrar a direita e voltar pela sede do Clube de Aeromodelismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="courier new" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Porqueraaa, cascaiedo medonho e pó.  Uns terneros reconheceram o Testa e o Marcos e ficaram chamando  eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegamos atrás do Hotel Bela Vista  em Ana Reck.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Voltamos pela Be ére.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fizemos o tradicional peguinha na  subida do viaduto e depois na mãnha até a casa do Testa pra bater foto e tomar  uma gelada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div face="georgia" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Proseamos um pouco. Os pais do  Testa chegaram e a mãe dele nos deu bala. A Marcinha tava por ali, nossa  fotógrafa honorária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após a hidratação eu e o Marcos  descemos juntos pela perimetral até a Moreira e cada um foi para o seu  lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E assim termina mais uma feliz  história dos bravos pedaladores que desbravam a serra gaúcha.  Maazzaaahhh&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style=";font-family:CastleT;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foto, só quando o Testa  mandar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-117069343493915976?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/117069343493915976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=117069343493915976&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/117069343493915976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/117069343493915976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2007/02/novo-circuto.html' title='Novo Circuíto'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116775585391333976</id><published>2007-01-02T08:37:00.000-08:00</published><updated>2007-01-02T08:37:33.940-08:00</updated><title type='text'>Renascimento</title><content type='html'>Último pedal do ano. Ainda conseguimos reunir 5 bravos pedaladores para um passeio rapidinho e sem frescura. 9 horas da madrugada nos encontramos em frente à igreja de São Pelegrino: &lt;strong&gt;Eu&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jorge&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Prona&lt;/strong&gt;. No horário marcado partimos para o encontro dos outros dois pedaladores que nos aguardavam mais adiante: &lt;strong&gt;Andrius&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Douglas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos no posto onde os dois nos aguardavam, conversamos um pouco, decidimos o caminho a seguir e partimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início ninguém sabia para onde ir, só o Andrius, que parecia estar meio perdido. Fomos seguindo o cidadão por onde ele ia. Cruzamos o São Caetano até chegarmos na localidade de São Marquinhos, onde paramos para retratar a passagem da tropa pelo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/3533/Pc300698.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/375658/Pc300698.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O caminho era novo para a maioria dos pedaladores então o Andrius indicou por onde seguir e partimos. Logo na saída da igreja tem um descidão do capeta. O Prona despencou na frente, pra variar. Uma descida curta, mas bem complicada de ser feita, com duas curvas traiçoeiras. Mas descemos todos bem, ou melhor, quase todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos todos lá em baixo e só faltava um: o Jorge. Ele normalmente desce mais devagar que os demais, apreciando a paisagem, mas desta vez estava demorando muito. Esperamos um pouco e o cidadão apareceu, com cara de brabo, pneu no chão. Primeira parada da tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vira bike, tira roda, desmonta pneu, tira câmera, aquela história toda. O Jorge queria fazer tudo sozinho e parecia guri de primeira viagem, apavorado com a situação, quase apanhando do pneu. Eí eu resolvi ajudar para ver se não tinha nenhuma mosca morta dentro do pneu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/84217/Pc300700.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/728940/Pc300700.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como não estava achando o furo do pneu resolveu mergulhar o mesmo no córrego que tinha ao lado da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/709179/Pc300701.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/479924/Pc300701.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E nada de achar o furo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/267691/Pc300702.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/736443/Pc300702.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de meia hora procurando o furo e não achando o mesmo, fez até o Prona tirar a câmera dele pra emprestar, resolveu colocar de volta tudo no lugar pois não havia furo nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de furos, pneu de volta no lugar, enchido e vamos voltar ao pedal. Mas antes retratamos a passagem pelo local para futuras investidas neste caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/205296/Pc300703.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/558475/Pc300703.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Montamos nas bikes e continuamos a descer. Andamos uns 100m e ouvimos um grito. Era o Jorge novamente, agora o pneu havia saído do aro. Quem mandou deixar ele fazer tudo sozinho? Quem? Hehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/137151/Pc300705.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/928791/Pc300705.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paramos, montamos a roda direito desta vez, enchemos e fomos embora. Descemos e descemos. Eu só tava esperando alguém falar do caminho que teríamos que fazer na volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuamos descendo. Aí pegamos um caminho espetacular. Na minha opinião é a melhor descida já feita. Antes de entrarmos de vez nesta estradinha e descer, paramos para mais fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/553138/Pc300707.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/548278/Pc300707.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta descida é show de bola, coisa de louco. Cheia de cascalho na pista, mesmo assim foi muito boa de ser feita. Tem que ter bastante cuidado para não ir reto nos barrancos ou desfiladeiro abaixo, mas dá pra descer bem rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E descemos muito, mas muito mesmo. Saímos lá em baixo, no meio do Belo, pouco acima dos malditos cotovelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/180425/Pc300708.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/808929/Pc300708.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este ponto une a subida do Belo, também conhecida como Estrada dos Imigrantes que segundo o Jorge foi por ali que começou Caxias do Sul, e o Travessão Lucia Iob, por onde descemos e que futuramente será desbravado com mais calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/706300/Pc300709.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/518171/Pc300709.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paramos para várias fotos e para descansar um pouco. O Sol estava matando, todos estavam cansados e com fome, principalmente eu. Tomamos bastante água, conversamos um pouco, eu briguei com uma aranha que tentou me aprisionar e seguimos em frente. Agora não tinha mais descida, era subir ou subir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando voltamos para a estrada, prontos para subir o Douglas avisa: Pneu furado. Eita maravilha, mais um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/579729/Pc300710.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/213911/Pc300710.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas o guri é rapidão, em 10 segundos já tinha tirado a roda, tirado o pneu, tirado a câmera e estava esperando para trocar. Aí o Prona ofereceu a câmera semi-nova-remendada dele que o Jorge não usou. Em mais 10 segundos e já estava tudo no lugar, pneu cheio e pudemos voltar ao pedal. Guri rápido este. Jorge, faz umas aulinhas com ele, heheheh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida estava judiando. Eu estava bem cansado, pernas fracas e o sol comento o cérebro. Subimos bastante, mas subimos tranqüilos. Na frente ia ao Douglas e o Jorge, um pouco mais atrás o Andrius e fechando as porteiras eu a o Prona conversando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/865397/Pc300711.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/767549/Pc300711.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas paradas para fotos e reagrupar a tropa e sempre seguíamos morro acima. Até chegarmos em São Luiz da 3ª Légua, onde paramos para reabastecer as caramingolas e tomar um banho rápido na torneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/382576/Pc300712.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/68766/Pc300712.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A água estava ruim, mas a sede era pior. Ninguém resistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/498337/Pc300713.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/989728/Pc300713.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Subimos mais um pouco, passamos por São Pedro da 3ª Légua, logo em seguida por Nossa Senhora das Graças e voltamos para o asfalto, de volta á civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de entrar de vez na cidade vazia devido às festividades e feriado de final de ano, paramos par amais uma foto que deu nome a este pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/724616/Pc300716.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/615587/Pc300716.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois disso foi só entrar na cidade e voltar para casa. Foi um pedal rapidinho, coisa para ser feita outras muitas vezes. Também foi o pedal de despedida da Maria Cristina. Foi um pedal para fechar o ano de bem com a vida. Abraços, &lt;strong&gt;um ótimo ano de 2007&lt;/strong&gt; para todos e que neste ano tenhamos ainda mais pedais pela frente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116775585391333976?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116775585391333976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116775585391333976&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116775585391333976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116775585391333976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2007/01/renascimento.html' title='Renascimento'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116713626327074876</id><published>2006-12-26T04:30:00.000-08:00</published><updated>2006-12-26T04:31:03.306-08:00</updated><title type='text'>Ho Ho Ho, Feliz Natal</title><content type='html'>O ano está acabando, Papai Noel chegando, mas sempre há tempo para mais uma pedalada antes das festividades tradicionais de final de ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunimos a tropa que estava disposta a pedalar neste último sábado, véspera de Natal. Mais um pedal unindo os &lt;a target="_blank" href="http://www.serrabikers.blogspot.com"&gt;SerraBikers&lt;/a&gt; e os &lt;a target="_blank" href="http://www.romariobikers.blogspot.com"&gt;RomarioBikers&lt;/a&gt;: &lt;strong&gt;Jorge&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Junior&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Prona&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Igor&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Andrius&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Bassolin&lt;/strong&gt;. Todos dispostos a pedalar e se divertir, 8:30h largamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início queríamos fazer um pedal tranqüilo, mais para dar risada e descontrair. Também queríamos descobrir uma estradinha nova que indicaram ao Junior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos os SPA todos juntos, descemos em direção à Santa Justina, no meio da descida optamos por entrar no Atalho do Desmanche, só que teve gente que passou reto e não vimos, hehehe. O Igor vinha mais atrás do grupo, não percebeu que entramos no atalho e passou reto. Esperamos um tempo e fomos atrás do cidadão, alterando nosso destino. Agora fomos todos em direção à Santa Justina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma descida rápida, mais do que o normal, pois precisávamos alcançar o Igor. O Jorge se mandou na frente, até alcançar o Igor. Depois reagrupamos e seguimos caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paradinha na sombra em Santa Justina, alguns goles de água e conversas sobre qual caminho seguir. Alguns queriam descer o Carvalho, outros queriam ir até Otávio Broca. Como tínhamos estradas novas para descobrir e queríamos almoçar no Gringo, partimos para Otávio Broca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estradinha de chão, poeira e pedras. Coisa boa de enfrentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/731456/nat001.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/99341/nat001.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conseguimos até uma foto do Jorge com seu novo visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/154310/nat002.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/146249/nat002.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos o caminho até o entroncamento das estradas, uma leva para Otávio Rocha e outra para Linha 60. Como era cedo, pegamos a que leva até Linha 60 para fazermos o atalho do Milharal, que é uma estradinha curta mas bem legal de pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/47907/nat003.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/41738/nat003.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na descida o grupo se separou. Os Kamikazes se mandaram na frente, endoidecidos, deixando os demais para traz. Nos reagrupamos lá na Igreja de Otário Rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/896512/nat004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/653726/nat004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mais uma parada para decidir o caminho a seguir. Conversamos um pouco de decidimos descobrir a estrada que leva até uma certa cascata que nos indicaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos na estradinha, que sai ao lado da praça de Otávio Broca e seguimos adiante. No início é um descidão interminável, o que separou o grupo novamente. Eu, Junior, Prona e Andrius largamos ladeira abaixo, deixando o Jorge, Igor e o Testolino para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida era tão boa, e estávamos tão rápido que passamos reto da entrada para a tal cascata. Nem sequer avistamos ela. Continuamos viagem. Descobrimos que esta estradinha sai láááááaaaaaaaaaa em baixo (ou em cima) na capelinha do Garganta, na bifurcação do Carvalho, que leva á Mato Perso. Nova estrada para pedais futuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos numa sombra para esperar os demais, que estavam demorando. Demorando demais, carái.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o Prona resolvemos adentrar no meio do mato e fazer uma trilha para passar o tempo, enquanto o Junior e o Andrius descansavam na sombra. &lt;em&gt;Era pra ter umas fotinhos de gente aqui, mas o andrius não me mandou as malditas fotos que ele tirou.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os outros três pedaladores não apareciam, começamos a achar que eles pararam no meio do caminho. Dito e feito, eles viram a entrada da cascata e foram lá vê-la e tirar algumas fotos, hehehe. Na verdade é um parque, com uma cascata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/107992/nat005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/959991/nat005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Jorge tava meio apavorado com o que via e quase se perdeu no meio das árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/615995/nat006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/816538/nat006.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Poses para o fotógrafo Testolino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/25730/nat007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/876449/nat007.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E uma foto da tal cascata. Pena que poucos viram. Hehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/384723/nat008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/502093/nat008.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a gente voltava para buscar os demais e ver o que tinha acontecido, lá em cima, no outro grupo (da cascata) o Testolino vinha batendo fotos de lindas visões que tinha. Ele adora uma dessas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/308086/nat009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/636998/nat009.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pedalamos quase que toda estrada de volta, até que encontramos os outros três pedaladores. Conversamos, xingamos, e resolvemos fazer outro caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estávamos subindo de volta pela estrada da cascata, notamos uma outra estradinha ao lado de uma madeireira. Na descida resolvemos pegar esta estradinha e ver onde saia. Achávamos que saia lá em cima, ao lado do Cartódromo oval. Dito e feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra estradinha bem legal de pedalar. Com certeza será utilizada em pedais futuros, quem sabe até, no próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalamos, rimos, subimos e subimos. Subimos mais e subimos mais um pouco, até sair ao lado do cemitério do cartódromo oval. Bingo, estávamos onde queríamos. Reagrupamos a tropa e pensamos nos estômagos. Otávio Rocha estava perto, bastava descer a rodovia J. Slaviero e almoçar, foi o que fizemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na chegada em OR o Testolino quis parar para retratar algo que há tempos queremos mostrar ao mundo. Uma amostra da sociedade evoluída...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/316181/nat010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/216519/nat010.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após prometermos para as vizinhas da obra que mostraríamos ao mundo esta linda homenagem a tal construtora, pudemos tirar algumas fotos e partimos embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso destino agora era o Gringo. Nosso destino era o limãozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/52263/nat011.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/102085/nat011.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegamos, pedimos o limãozinho, começamos e se arrumar para o que seria a ceia de natal dos pedaladores. Não tínhamos pressa, nosso objetivo neste dia era se divertir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/353788/nat012.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/577561/nat012.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após um espetacular almoço, muitas risadas, alguns litros de cueca-cuela tomados e várias polentas brustoladas, era hora de descansar. Saímos e ficamos ali na frente do restaurante, conversando, falando mal dos outros e dando muita risada, isto é comum e freqüente nos nossos pedais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/928192/nat013.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/121088/nat013.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Teve gente com a mente perturbada que começou a ter espasmos e convulsões após ingerir um litro de limãozinho, não agüentou e começou a rolar pelo chão. Uma cena deprimente. Como pode um pedalador passar por isso? Como pode, Bátimã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/133869/nat014.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/273871/nat014.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dentre muitas risadas, acredito que ficamos umas duas horas descansando e deixando os pés de molho na pedra quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/486890/nat015.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/934074/nat015.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Deu tempo também para ajudar o Gringo nos seus afazeres e servir de telefonisto para o estabelecimento. O ruim é que quando atendi o telefone, do outro lado da linha vinha uma vós de uma pessoa chata, algo inimaginável na face da Terra. Uma pessoa que não tem noção das coisas, um legítimo pé no saco, um Zé Ruela. Mas, como eu tava de telefonisto, não podia dispensar, tive que atender prontamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/363204/nat016.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/292960/nat016.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Teve gente que ficou nervosa com a situação e prometeu vingança. Com esta cara nem precisa prometer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/794707/nat017.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/706187/nat017.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, outros aproveitaram para tratar as frieiras dos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/642372/nat018.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/843123/nat018.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Demos muita risada mesmo. Esperamos que nos próximo ano a gente consiga reunir mais pedaladores para fazer estes pedais divertidos. Não só para pedalar em busca de melhores tempos, melhores médias e mais condicionamento. Pedaladores que queiram se divertir, acima de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após as duas horas de descanso chegou o momento ruim do pedal. Partir com as pernas frias, hehehe. Saímos do Gringo num ritmo lento, bem lento, em direção à Linha 60.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na subidinha até o entroncamento das estradas eu larguei na frente, seguido pelo Jorge que tentava me ultrapassar. Não deixei. Propiciamos aos demais um maravilhoso sprint. Minhas pernas não tinham forças, mesmo assim não desisti, segui socando os pedais até lá em cima e o Jorginho não me passou. Carái. Coelho é coelho... hehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na estrada para a Linha 60 diminuímos o ritmo alucinante do sprint e seguimos juntos até o Novo Asfalto do 60. Lá paramos na única sombra que tinha para tomar uma água e esperar os demais. Reagrupamos e descemos até a Linha 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta descida é emocionante, coisa de louco. Dá para meter velocidades altas, o único perigo são os carros que sobem mais rápido ainda. Mas tudo bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente juntamos a tropa para começarmos a última parte do pedal. Subida até os SPA e uma foto para retratar o último momento do pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/575988/nat019.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/17628/nat019.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi um pedal digno de Natal, com muita diversão, alegria e gurizada parceira pra dar muita risada. &lt;strong&gt;FELIZ NATAL&lt;/strong&gt; a todos vocês e até o próximo pedal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116713626327074876?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116713626327074876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116713626327074876&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116713626327074876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116713626327074876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/12/ho-ho-ho-feliz-natal.html' title='Ho Ho Ho, Feliz Natal'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116578078542199278</id><published>2006-12-10T11:34:00.000-08:00</published><updated>2006-12-11T02:07:26.566-08:00</updated><title type='text'>Vortiada pela Tabela</title><content type='html'>Pedal de sábado com o povo meio apartado. Uns só podiam a tarde, outros trabalhando, outros em recuperação do trago de sexta a noite.&lt;br /&gt;Acabamos indo eu, Junior e o Marcos Guazzelli que fez uma aparição.&lt;br /&gt;Combinamos de ir até a Tabela.&lt;br /&gt;Marcamos o encontro onde se juntam BR116 e RST 453 a Rota do Sol. Junior e Marcos viriam juntos desde a PRF.&lt;br /&gt;Cheguei um pouco cedo e enquanto os esperava bati com a perna no pneu da bike. Raios, arranquei a casquinha onde eu havia cravado a coroa grande na canela.&lt;br /&gt;Desse jeito não dava pra ir. Ferida aberta com toda a poeira e terra que pegaríamos não seria muito saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estava adiantado resolvi voltar uns 1500 metros pela BR116 até um mercado para compra um curativo. Provavelmente encontraria os dois subindo pois é o caminho deles.&lt;br /&gt;Dito e feito, andei uns 1000 metros e vi os dois.&lt;br /&gt;Fiquei olhando reto para frente e fiz que não vi. O Junior estava entretido conversando e não notou que era eu, só depois que passei é que se deu conta. Aí eu ouvi um sonoro: OOoo P__ no C_, huahuahuahua Bem típico do Junior esse palavrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/309981/Foto%201.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/864052/Foto%201.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos lá, fiz o curativo e nos mandamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/360213/Foto%201-.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/991240/Foto%201-.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descidão tradicional do morro do Eberle. Fomos até o posto e pegamos a direita para ir por estrada de terra até Fazenda Souza.&lt;br /&gt;Paramos no mercado para compra de mantimentos e seguimos até a encruzilhada para Vila Oliva, entramos a esquerda.&lt;br /&gt;Por estas bandas começa a região de campos de cima da serra. Coxilhas altas, descidas e subidas onde ainda é preciso pedalar na coroa do meio. Conforme vamos avançando na direção leste, as coxilhas vão ficando mais suaves, é possível deixar na coroa grande e aproveitar o embalo da descida anterior para chegar ao topo da próxima subida.&lt;br /&gt;O dia estava nublado, nuvens cinzentas e pesadas com um leve mormaço. Pouco movimento de aves.&lt;br /&gt;Muitas lavouras pelo caminho e plantações de frutas pelo caminho. Vários caminhões com alho passaram por nós. Alguns motoristas que mereciam ir pro Iraque, passando em alta velocidade no cascalho, bem próximos da gente.&lt;br /&gt;Enfim chegamos até a tão falada Tabela. É só uma encruzilhada com placas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/280901/Foto%202.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/623809/Foto%202.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma baixada estávamos a olhar o morro que havia para subir logo adiante quando o Junior disse que tinha uma cobrinha na estrada.&lt;br /&gt;Voltamos para ver o animal. Ela tinha uns 13 cms. Bem pequena, mas para cobras peçonhentas tamanho não é documento. Procuramos ter cuidado.&lt;br /&gt;Na hora não prestei muita atenção, mas depois em casa olhando as fotos me dei conta que esta cobra não é peçonhenta. Não tem as características comuns a este tipo de cobra; cabeça triangular, focetas loreais e o rabo com redução abrupta.&lt;br /&gt;Batemos fotos e seguimos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/52603/Snake1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/883924/Snake1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/619189/Snake2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/55401/Snake2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui até o Apanhador tem umas subidas mais fortes, daquelas de fazer força. Coroa do meio e primeira trás.&lt;br /&gt;Enfim chegamos ao ponto de descanso com quase 50 kms pedalados.&lt;br /&gt;Paramos no Mercado Rota do Sol onde tem uma faixa Xis+refri= 5 reais&lt;br /&gt;O Marcos e o Junior se animaram. Eu sempre fico meio desconfiado em comer nesses lugares. Não tem muito giro nas mercadorias, as coisas ficam velhas.&lt;br /&gt;Mas resolvemos ficar e experimentar. A opção seria o bar do Velho Mortadela e seu pão seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/802626/Foto%203.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/956224/Foto%203.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedimos um refri 2 litros e aguardamos o xis que chegou acompanhado dos saches de katchup e maionese. Começamos a mastigação. Nada que se compare aos Xis (cheese) que a gente come em Caxias, quanta diferença. Mas não há lugar pra frescura nessas horas.&lt;br /&gt;O unico problema foi quando o Marcos tirou o hamburguer (bife) de dentro do xis dele e mostrou pro Junior. Quase lhe estragou o almoço.&lt;br /&gt;E tava bão!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/500644/Foto%204.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/150636/Foto%204.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto comíamos chegaram uns peões que estão trabalhando na construção do novo presídio de Caxias. Em outros tempos a confusão estria feita. Hoje sou um cara calmo.&lt;br /&gt;O pessoal de origem do nordeste ficou o tempo todo fazendo gozação e falando mal dos gaúchos.&lt;br /&gt;Que raiva!!!&lt;br /&gt;Ficamos por ali proseando, tomando refri e descansando quase duas horas.&lt;br /&gt;Deu uma bomba d'água com vento de uns 5 minutos que nos obrigou a entrar no estabelecimento.&lt;br /&gt;Passada a chuva comemos picolé e saímos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/622816/Foto%205.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/754453/Foto%205.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvemos voltar pela fazenda Sta Clara, fazendo o trajeto ao contrário de um outro passeio. Desta vez, por sorte, sem a quantidade absurda de cascalho da primeira.&lt;br /&gt;Estrada de campo com ondulações leves. Daquelas de embalar e subir, na boa.&lt;br /&gt;Chegamos a Fazenda Sta Clara e paramos para beber água e para eu colocar óleo na corrente que estava seca.&lt;br /&gt;O Junior fez umas fotos artísticas. (abaixo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/969565/Foto%206.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/812537/Foto%206.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/1600/249964/Foto%207.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2465/3347/320/691406/Foto%207.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos em direção ao Lajeado das Marrecas. ÔÔÔ inferno de estrada. Aqui é a estrada do demo e os motoristas vão todos pro inferno pela pressa.&lt;br /&gt;Cascalheira, muito pó e carros em alta velocidade. Por sorte nas grandes descidas não encontramos nenhum carro ao contrário e chegamos rapidamente ao Lajeado.&lt;br /&gt;Subimos o morrão que leva novamente a Rota do Sol em Vila Seca.&lt;br /&gt;Dali viemos fazendo trenzinho aerodinâmico até passar a ponte do Arroio Faxinal.&lt;br /&gt;Seguimos até o trevos de Fazenda Souza onde paramos para mais um descanso, prosa e hidratação.&lt;br /&gt;Saímos para os finalmentes, mas resolvemos não subir o morro do Eberle e pegar um atalho pelo bairro Castelo. Bem mais suave a subida. Ufa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos até a casa do Junior onde tomamos uma latinha de cerveja e comemos o salgadinho que sobrou.&lt;br /&gt;Saímos eu e o Marcos pela perimetral até a Moreira Cesar onde nos despedimos e cada um para o seu lado.&lt;br /&gt;Como pequenas variações, todos pedalaram acima dos 90 kms de distância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116578078542199278?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116578078542199278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116578078542199278&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116578078542199278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116578078542199278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/12/vortiada-pela-tabela.html' title='Vortiada pela Tabela'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116533286136383530</id><published>2006-12-05T07:34:00.000-08:00</published><updated>2006-12-05T07:34:21.400-08:00</updated><title type='text'>Aranhas amarelas voadoras</title><content type='html'>Era uma vez, uma grandiosa equipe de ciclismo que só se preocupava em pedalar para se desestressar. Até que um dia... ops, história errada. Vamos começar novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alooou pedaladores de plantão!!! Estamos aqui novamente para relatar mais um pedal dos SerraBikers, contanto com a participação da equipe RomarioBikers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado quente, muito quente. 8 horas da madrugada combinamos de nos encontrar em frente ao Bosteiro. No horário combinado lá estavam &lt;strong&gt;Jorge&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Junior&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Prona&lt;/strong&gt; e eu, &lt;strong&gt;Bassolinovinsky&lt;/strong&gt;, prontos para mais uma indiada divertida sobre os pedais. Nosso objetivo era fazer a famosa e já desbravada TRILHA DAS ARANHAS, um pedal magnífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partimos para o "passeio". Seguimos em direção aos SPA, pegando de cara uma subidinha para aquecer as pernas. Logo após descemos em direção à Santa Justina, descida para esquentar os freios e testar se está tudo em ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá em baixo quebramos as direitas e pegamos o atalho da Casa Portuguesa, estradinha nova para alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/464264/par-atalhoportuguesa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/783376/par-atalhoportuguesa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/427586/par-sobeatalhoportuga.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/112215/par-sobeatalhoportuga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Jorge se mandou na frente, dando pinta de quem iria nos deixar pra trás o pedal inteiro. Subimos e chegamos na tal Casa Portuguesa, pegamos o atalho do Morceguinho e pela primeira vez conseguimos fotografar o violento, feroz e terrível animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/534000/par-morceguinho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/110011/par-morceguinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Continuamos descendo até a Capela de São Francisco, onde paramos para retratar nossa passagem pelo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/329278/par-igrejasaofra.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/505124/par-igrejasaofra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O primeiro incidente aconteceu aqui. O Testolino escorou mal a bicicleta na escada e querida despencou ao chão, quebrando os óculos do animal. Quando ele foi ajuntar a bike percebeu que a roda estava solta, aí sobrou pro mecânico de plantão arrumar a roda do Testa, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/157170/par-testaroda.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/497902/par-testaroda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta estrada é um descidão interminável. Logo, os dois kamikazes de plantão sumiram na frente, deixando eu, Testolino e o Jorge pra trás. Encontramos-nos lá no asfalto, estrada que vai para Otávio Rocha, cruzamos e seguimos adiante, em direção à Nova Pádua, sempre pelos caminhos alternativos, nada de asfalto. Antes de chegar no asfalto eu tive a sorte de ser atacado por duas abelhas, sendo que uma delas não contente em me dar uma ferroada, me deu um chupão e se suicidou dentro da minha camiseta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pela bifurcação dos PMS, subimos o morro do Manga e seguimos viagem. Esta subidinha do Manga já foi bem pior, agora é bem mais fácil de ser feita, muito mais tranqüila. Ainda mais quando se vai em bando, conversando e apreciando a paisagem. Tudo é mais fácil. Uma breve escapada minha e do Jorge, o Prona chegou e sentou. Mas tava bem ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estrada estava calma, nenhum gringo dando laço naquela hora, estavam todos preocupados com a lavoura. E todos ficam contentes quando passamos e os cumprimentamos, alguns olham com ar de desconfiança, mas todos cumprimentam, mesmo que envergonhados. Também, se aparece 5 ETs na frente da minha casa eu ficaria sem jeito igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/922691/par-estradaparreiras.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/286072/par-estradaparreiras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos estrada adiante, beirando os inúmeros parreirais da região, coisa linda de se ver, início de safra, parreiras crescendo. Que venha o vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/187835/par-parreirais2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/177933/par-parreirais2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um sobe e desce interminável. Num desses "desce", foi registrado um novo recorde de velocidade da turma. O Junior desceu a 78 Km/h no estradão de cascalho, seguido bem de perto do Prona, com velocidade semelhante. Depois Basso e Testa e pra variar o Jorge por último. Até que chegamos em Nova Pádua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/240437/par-chegadanovapadua.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/935668/par-chegadanovapadua.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De cara paramos em frente à casa da Dona JENOVEVA para que o Jorge pudesse deixar escapar seu lado gay e retratar o jardim da casa, tendo como modelo para as fotos o Testolino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/901949/par-floresnova.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/793112/par-floresnova.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conversamos um pouco com a dona da casa e nos despedimos, paramos um pouco adiante para fazer o primeiro lanche do dia no mercado do município. Enquanto eu, o Prona e o Junior providenciávamos suprimentos o Jorge e o Testolino ficaram tirando algumas fotos. Antes de seguir até o pitstop o Testa foi tirar uma coisa que lhe estava incomodando por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/199370/par-igrejanovapad.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/571164/par-igrejanovapad.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/319966/par-igrejanp.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/262816/par-igrejanp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reunimos a tropa e descansamos um pouco. Comemos alguma coisa, tomamos uma cueca-cuela e falamos algumas besteiras para descontrair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reabastecemos as caramingolas, alongamos as pernas e levantamos acampamento, mas antes nos munimos de suprimentos coloniais para não passar fome durante o longo pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso destino agora, pelos nossos planos era o Belvedere Sonda, ponto turístico da região, localizado próximo ao Rio das Antas de onde se observa a bela paisagem dos montes que ladeiam as margens do rio. Uma paradinha para comprovar nossa passagem pelo local onde muitos se perdem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/8204/par-placaperdidos2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/396958/par-placaperdidos2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos adiante pela direita, agora tem um trecho de asfalto, poucos km até pegar a esquerda no "chón" de novo. Cruzamos pela estrada que está sendo asfaltada. Um caminho ótimo de ser percorrido de bicicleta. Basta observar a foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/693443/par-cascalho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/234283/par-cascalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos novamente em direção ao Belvedere Sonda, passamos por um cidadão ensinando seu filho a pilotar uma tobata, coisa típica da região. E finalmente chegamos. Avistamos de cara uma excursão de “moças” no local, heheheh e conhecemos a dona PEPA, que é a guia e a pessoa que cuida do local. O Testolino fez amizade com ela, uma amizade bem forte eu diria. Até ganhamos um queijo e pão caseiro colonial. Muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/295796/par-tiateta2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/843592/par-tiateta2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom tempo no local, até que o pessoal da excursão foi embora e liberou o mirante para que nós usássemos para tirar algumas fotos da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/35274/par-riodasantas1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/814542/par-riodasantas1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/276324/par-riodasantas2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/299581/par-riodasantas2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Retratamos também a imagem dos pedaladores sombras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/691163/par-belvederasombra.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/338713/par-belvederasombra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chega de papo, um “ciao” para a dona Pepa e nos mandamos, morro abaixo. Era hora de descer em direção a balsa, não estávamos nem na metade do caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos e demos a volta por trás do belvedere. Tem uma estradinha tinhosa que leva até a principal que desce até a balsa. O Jorge se foi na frente. Mas não porque estava rápido, é que ficamos esperando ele se posicionar no primeiro cotovelo pra fazer umas fotos neste ponto crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um descidão do capeta, com dois cotovelos cruéis, onde o Prona foi reto e levou o Junior com ele. O Jorge estava lá em baixo pronto para fotografar a cena, mas preferiu se proteger dos dois kamikazes e acabou nem fotografando nada, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrada tem uma inclinação forte antes do cotovelo, cheia de pedras e degraus. O pneu traseiro vem pulando e fica difícil de frear. O Prona veio por dentro e o Junior por fora. Só que o Prona não conseguiu fazer a curva e passou reto, levando o Junior com ele. Corrigida a trajetória os dois seguiram despencando morro abaixo. Em seguida eu e o Testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/390921/par-cotovelos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/777080/par-cotovelos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paramos e esperamos o Jorge guardar a máquina e seguimos descendo. Bastante cascalho e descida forte. Ruim seria encontrar um trator subindo. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa tinha um trator subindo. Nada grave, deu pra passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos então na estrada principal, saímos deste atalho dos cotovelos e agora pegaríamos a estrada até a balsa. Mais uma descida interminável e esta eu conhecia, mas nunca havia passado por ela de bike, só de carro. Como ainda não tínhamos feito nenhum vídeo alucinante, resolvi filmar a descida e o resultado vocês podem conferir abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object align="center" width="330" height="258"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2sBMxQtFkJs"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2sBMxQtFkJs" type="application/x-shockwave-flash" width="330" height="258"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma longa descida, quase 3 tombos, dores na mão direita, cheguei até onde estavam os demais, me esperando e esperando a balsa que estava do outro lado do rio esperando algum veículo motorizado para atravessar o rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/791801/par-esperabalsa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/466847/par-esperabalsa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não demorou muito e apareceu um “golo”, a balsa então veio até nosso encontro e pudemos atravessar o rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/313629/par-balsa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/644010/par-balsa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Teve gente que quis pilotar a balsa e acabou atrapalhando o serviço dos caras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/311552/par-jorgebalsa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/123110/par-jorgebalsa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E cruzamos o rio. Agora estávamos próximos da trilha das aranhas assassinas. Pegamos a estrada e seguimos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/475294/par-estrada.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/466837/par-estrada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estava tudo tranqüilo, até que paramos na primeira placa que avistamos para conferir o nosso destino, eis que o Junior se descuida e proporciona o primeiro tombo da tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/231143/par-tombojunior.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/474104/par-tombojunior.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quase foi flagrado na hora H, pois eu estava pronto para tirar uma foto da placa, mas foi por pouco mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vocês podem observar na placa, é um local perigoso, impróprio para banho e fomos lá conferir o tal CACHOEIRÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/226250/par-placamorte.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/989618/par-placamorte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Espetacular, a água chega lisinha até as pedras até que entra de encontro com as inúmeras crateras de pedras e proporciona um espetáculo aos visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/243477/par-cachoeirao.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/857548/par-cachoeirao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas fotos artísticas outras não, e resolvemos seguir viagem. Pegamos as bikes e retomamos nosso rumo. Voltamos para a trilha das aranhas bandidas e começamos a perceber que algo estava errado, pois não havia aranha nenhuma no local. Alguém deve ter avisado elas para ficarem em casa. Só pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em compensação, o que tinha de borboleta era algo impressionante. Andamos mais um pouco e paramos novamente para mostrar ao Junior onde os malucos descem o cachoeirão de bote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/906670/par-setaamarelajr.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/658485/par-setaamarelajr.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Junior, ta vendo a seta amarela ali? Ta vendo? É ali que os caras pulam. Hehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos pela estrada das aranhas, que prontamente foi chamada de estrada do pula-pula, de tanta valeta e buraco que tinha. São alguns km no meio do mato, costeando o rio das antas, sempre pedalando, fugindo dos buracos, pois de aranhas não precisava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jorge caiu, eu caí, mais alguém deve ter caído, vários foram os semi-tombos, mas continuamos, até chegarmos num rio que desce a montanha para se encontrar com o rio das antas, formando uma pequena cascata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/551651/par-riozinho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/87266/par-riozinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os mais afoitos já estavam lá na frente retratando a paisagem, eu que havia caído fiquei para trás, junto do Prona que parou para arrumar o olho, sim, o olho. Mas chegamos e nos reunimos com a tropa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/802724/par-ponte.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/477727/par-ponte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto estávamos quase no final da estrada, mas ainda faltavam alguns km e mais alguns atrativos, como pedras, mais valetas, mais árvores na pista e rios para serem cruzados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/355832/par-bassolinrio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/367540/par-bassolinrio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Até que, finalmente, após um bom tempo de pedalada no meio do mato fugindo das borboletas amarelas comedoras de cérebro de ciclistas, chegamos na PONTE DE FERRO, local onde as pessoas desmioladas que fazem rafting se reúnem para pegar os botes e descer o rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achamos um canto, desembarcamos das bicicletas e descansamos. Era praticamente a metade do pedal, 50km até o momento e todos estavam desgastados. Paramos para comer alguma coisa, suprimentos coloniais, etc.. Ah, e tomar muita água, pois o calor estava judiando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/724933/par-ponteferro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/123991/par-ponteferro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom tempo descansado, conversando e olhando o pessoal do rafting. Um pessoal bem estranho, heheh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que ficamos mais de uma hora parados, então era hora de retomar o pedal e, como havíamos descido bastante até ali, agora precisávamos subir. E que subida!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despedimos-nos da ponte e começamos a subir. São 16km de subida. Com o calor que estava fazendo, refletindo no asfalto, subir foi algo interessante e judiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/750409/par-ponteferrotiau.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/511417/par-ponteferrotiau.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na frente íamos eu e o Jorge, num ritmo bom, sempre aumentando a velocidade, até que fomos ultrapassados pelo Junior que começou a se distanciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí o Jorge disse: “-Calma que ele vai diminuir.” E seguimos sempre no nosso ritmo, os dois lado a lado pedalando forte. Eu tava morrendo, mas começamos a chegar no Junior, que foi diminuindo e ultrapassado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso ritmo estava muito alto para o meu condicionamento, mas fui subindo junto do Jorge. Até que o Testolino deu uma puxada no ritmo dele e nos alcançou, nos passou e fugiu. Mais uma vez o Jorge teve calma e continuamos no nosso ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida estava ficando mais íngreme, nossa velocidade começava a baixar, mas aos poucos a gente se aproximava do Testolino. Chegamos nele, passamos e minhas pernas começaram a dar sinais de cansaço, muito cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andamos mais alguns metros e resolvemos parar. Na única sombra da estrada, no valetão ao lado paramos para descansar e tomar uma água. Ficamos nós três quanto o Junior vinha lá em baixo, mais devagarito até que chegou também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos a ficar preocupados com o Prona que não aparecia. Ele estava há um bom tempo sem pedalar e esta indiada era meio grande pra ele, mas índio veio tem que sofrer. Estava ficando tarde e o Jorge resolveu descer para buscar o Prona, enquanto eu, o Testa e o Jr continuamos o pouco que faltava da subida. Até que chegamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/398933/par-fimmontanhas.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/74843/par-fimmontanhas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dali seguimos até Vila Jansen, ponto de parada para reagrupar, tomar um (foram dois) sprite bem gelado e recalibrar as pernas. O Prona estava bem cansado, assim como o Testolino, que se desgastou demais na subida do asfalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/964580/par-descansovilajansen.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/253496/par-descansovilajansen.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Revisão geral nas bicis, óleo na corrente, caramingolas abastecidas e retomamos o pedal, num ritmo mais lento .Tinha mais 4km de subida até a estrada que vai para Caravagio. Lá em cima, tem uma parada de busão, onde o Jorge, o Junior e eu paramos para esperar os dois retardatários que vinham na maciota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reagrupamos, os dois estavam sequelados, deitamos no chão mesmo e resolvemos dar um tempo para as pernas. Ficamos um bom tempo descansado, teve gente que quase dormiu, hehehe, mas precisávamos continuar, Tinha mais uns 30km até em casa, heheheh. Estávamos todos cansados, por isto poucas fotos deste ponto em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegamos a estrada que leva até Caravagio, um caminho bom de ser feito, com descidas longas e no final um subidão pra pagar os pecados e pedir a bênção pra Santa. No meio da subida uma paradinha para mostrar a estrada e ao fundo o topo do santuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/766633/par-caravagiolonge.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/71120/par-caravagiolonge.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Até que chagamos todos em Caravagio. Esta seria a última parada da tarde, comemos uma torrada cada uma, mais uma cueca-cuela e recuperamos as últimas energias que ainda existiam nas pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/335960/par-desccaravagio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/552682/par-desccaravagio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O caminho agora era o tradicional, nada de novo, só alguns buracos novos na estrada, pedras soltas e coisas do tipo, mas nada apavorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira subida da volta o Prona ficou novamente pra trás, estava no modo sobrevivência faz tempo. Lá no topo da subida eu me despedi dos demais, pois estava (bastante) atrasado para o aniversário da minha irmã. Resolvi dar um laço até em casa, até que as pernas agüentassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agüentaram, bati meu recorde de tempo neste caminho, cheguei no Mart Center quase vomitando os pulmões, mas cheguei. Dali até em casa é um pulo, quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi ligar para o Prona e ver se precisava de resgate. Liguei para os outros três pedaladores também, mas nenhum atendia, sinal de que estavam pedalando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dei uma mangueirada na bici pra tirar a sujeira, tomei um banho e fui buscar a mulé que já devia estar bufando com a minha demora, heheheh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos vivos, todos cansados, mas todos com a sensação de dever cumprido. Foi um pedal ESPETACULAR, que merece reprise. Três tombos, muito calor, muito suor, muita borboleta e nenhuma aranha, mas muita diversão. Abraços e até o próximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116533286136383530?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116533286136383530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116533286136383530&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116533286136383530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116533286136383530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/12/aranhas-amarelas-voadoras.html' title='Aranhas amarelas voadoras'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116462872795205770</id><published>2006-11-27T03:57:00.000-08:00</published><updated>2006-11-27T03:58:47.963-08:00</updated><title type='text'>Inimigos de São Pedro</title><content type='html'>Durante toda semana passada fez tempo bom aqui em Caxias, inclusive com altas temperaturas em alguns dias. Chegou a sexta e desabou o céu. Muita água, o que estragaria nosso pedal do final de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o combinado era de que se estivesse chovendo não sairia pedal, acordei 7 horas da madrugada para avaliar a situação do tempo e constatei que estava chovendo, e muito. Voltei a dormir. 8:30 toca o celular, era o Jorge, intimando para uma pedalada. Não exitei, levantei e começamos as tratativas e a arrecadação de mais corajosos pedaladores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, marcamos 9:30 no Bosteiro e arrecadamos mais dois bravos pedaladores: o Junior e o Mika Chato. Este último, agora comprou a bici e vai pedalar, logo logo será inicializado, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tropa reunida no Bosteiro, partimos em direção aos SPA. Paramos na subidinha, no posto, para dar uma calibrada nos peneis. Saímos do posto e caiu o céu. Um “toró” fenomenal, logo de cara, para assustar cachorro de rua. Mas não refugamos, já que saímos cedo de casa, agora não dava mais pra voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamos em fazer um pedal para testar o Mika, já que seria sua primeira pedalada. Descemos a linha 30, pegamos o atalho do desmanche e seguimos para a linha 40 onde haveria a primeira dificuldade do pedal. Mas até que o Mika subiu bem, cansou mas subiu, sem susto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos até a entrada da Casa Portuguesa, o Mika estava ficando para trás, paramos e esperamos o vivente. Enquanto isto, pensamos no trajeto que faríamos. Ele chegou e decidimos que pra ele seria melhor voltar, pois além de ser seu primeiro pedal tinha compromisso à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos com ele até Santa Justina, onde paramos para indicar o caminho e bater umas fotinhos. Este primeira, que comprova a participação do Mika no pedal e já retrata a forma de como ele gosta de ser visto: por trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/216257/xft0001.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/898873/xft0001.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olha a cara de mau do Junior. Tava louco pra jogar o piá na valeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/123201/xft0002.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/372206/xft0002.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ema foto da tropa: Eu segurando o saco, o Jorge chutando não sei o quê e o Mika querendo aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/467288/xft0003.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/201109/xft0003.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Indicamos o caminho pro Mika, nos despedimos e seguimos nosso rumo. O Mika voltou pelo asfalto, pra chegar mais cedo em casa. Nós resolvemos dar uma voltinha um pouco maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos pela mesma estrada, em direção à Otávio Broca. Na bifurcação pegamos as dereita, até a reta do milharal. Demos uma passadinha no “famoso” sítio da lagoa para os que não conheciam o “maravilhoso” lugar darem uma apreciada na paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos de lá e partimos em direção à Otávio Rock. Como os dois gigantes que estavam comigo não conheciam o “atalho do milharal” resolvi mostrar a estrada para eles. Agora quase todos conhecem a estradinha, que é show de bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início eu disse para eles que não acreditariam no lugar onde sairiam. Dito e feito. Este atalho realmente é um ATALHO. Ele corta um bom pedaço do pedal, ótimo para dias em que o cara quer dar uma volta mais curta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos em Otávio Broca e, consequentemente, no bar do Gringo, onde, ÓBVIO, paramos para almoçar. Estava chuviscando um pouco naquela hora e nós três estávamos muito embarrados. O jorge um pouco mais, ainda não sabemos porque, hehehe. Nos limpamos um pouco e sentamos para almoçar. O jorge já se atracou no limãozinho. Ta se acostumando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/365594/xft0004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/973005/xft0004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas é bão este treco. Melhor que power gel ou outro “aditivo” bicicletístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/587753/xft0005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/234691/xft0005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Comemos bem, conversamos um monte, rimos bastante, falamos mal de muita gente, inclusive de políticos, relembramos tempos de infância, apreciamos uma petiçota que adentrou no recinto estonteantemente gostosa, descansamos e resolvemos partir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom tempo parados, por isto um aquecimento antes de retomar o pedal se faz necessário. Um óleo na corrente também é bom, pois com a água que tava caindo estava ficando tudo seco e nada mais funcionava. Pegamos o óleo do Jorge, que mais parecia gozo de camelo albino. Não sabemos onde ele arrumou aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estávamos quase prontos para partir surge o primeiro problema. Sempre com o Junior. O câmbio XTR dianteiro dele tava indo pro saco, todo solto, desregulado e com uma peça quase caindo. Uma bosta. XTR é uma bosta, hehehehe. Fizemos uma gambiarra ao estilo Magaiver e seguimos para o nosso pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ta, falando sério agora. O problema não é o câmbio XTR do Junior ser ruim ou não. O problema foi onde ele comprou e que foi feita uma matação na hora de colocar o câmbio na bike. Que bosta, cada dia percebemos que estamos mal de lojas de bike. E com isto, quem é bom, tá ganhando mais clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pernas aquecidas e resolvemos voltar pelo Carvalho, pois era cedo e nem tínhamos pedalado tanto. Subimos até o cartódromo oval e de lá descemos até o rio sem ponte. E descemos rapidão. Junior sempre na frente, como todo bom kamikaze. Eu logo atrás tomando pedrada e barro na cara. Um pouco depois vinha o Jorge, como sempre mais cauteloso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns pontos da descida a gente parava para reagrupar, para não deixar ninguém pra trás e para que ninguém se distanciasse muito. Chegamos na última parte da descida, onde logo depois tem o rio sem ponte. Uma descida difícil, com bastante pedras. O Junior despencou morro abaixo e eu fui devagarito. Escutei um barulho de pneu arrastando e olhei pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando virei observei o primeiro tombo do dia. O Jorge não conseguiu controlar a bici e foi reto no barranco. Uma cena engraçada. Quando o cara não se faz nada é legal e bom pra dar risada, hehehe. Foi lindo de ver. E ele nem se assustou, logo já tava na estrada novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos no rio sem ponte. Com a chuva que caiu durante o dia já esperávamos que estivesse cheio, mas não tão cheio do jeito que o encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/107537/xft0006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/13144/xft0006.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Puta merda, tava complicado de atravessar o rio. Tinha muita água e não se enxergava nada por causa do barro que descia junto da água. Aí o Junior deu uma de machão e resolveu atravessar. Pegou o lado que sempre passamos, mas que não se via nada. Deu tudo certo, nenhum tombo e todos passaram tranqüilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/890793/xft0007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/944712/xft0007.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Junior até voltou para o outro lado para atravessar novamente enquanto eu o fotografava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/943724/xft0008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/477337/xft0008.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Saímos do rio sem ponte e seguimos viagem. Agora era só subida pela frente. Até a casa do garganta tem uma subidinha meia complicada, onde foi minha vez de cair. Nada de muito grave, apenas um arranhão no cotovelo, alguns riscos do barendis e um grito. Esta subidinha, logo na saída do rio, é bem chata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/861023/xft0009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/962189/xft0009.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Subimos, subimos e subimos. No meio do barro, onde os pneus pareciam estar vazios de tanto que seguravam. Chegamos na encruzilhada da capelinha, paramos para uns goles d’água e seguimos morro acima. Agora tínhamos o Carvalho pra subir. Um morro complicado, que cansa bastante e tem que ser feito com paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jorge subiu na frente, ou e o Junior um pouco atrás. Mantivemos todos o mesmo ritmo, sem se distanciar uns dos outros. Demos uma paradinha na casa dos rótivailers para descansar um pouco as pernas. Pra variar, os animais estavam soltos. Que merda, tem gente imbecil neste mundo mesmo. Ta loco!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos e seguimos adiante. Na última parte da subida o Jorge deu uma escapada. O Junior tentou trocar de marcha e detonou de vez o XTR que já tava dando pau. Eu dei duas pedaladas para tentar buscar o fugitivo mas caiu a corrente. Sacramento. Paramos, rimos e o Jorge fugiu. O Junior pegou os pedaços que sobraram o câmbio dele e guardou. Uma hora dessas vamos lá onde ele comprou e mostrar pro cidadão que vendeu que coisa linda aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retomamos o pedal e chegamos em Santa Justina, acabou a alegria, acabou o barro, acabou a estrada de chão. Agora era mais 15 km de subida no asfalto. E com um sol meio encabulado, ameaçando aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos então a última parte do pedal. De início todos juntos, aí novamente o Jorge escapou um pouco. Estávamos num ritmo bom e subindo sem parar. Ninguém parou na subida, todos subiram juntos. O Junior foi ficando pra trás (40 dias sem pedalar é complicado) enquanto eu alcancei o Jorge, passei e comecei a puxar na frente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns pontos o Jorge grudava e esboçava uma ultrapassagem. Lá em cima, faltando uns 500m pra chegar na capelinha, onde termina a subida, senti uma pressão. O Jorge querendo passar. As minhas pernas já não estavam mais em condições de fazer muita força, mesmo assim não deixei o gigante passar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuni todas as forças que me restavam e aumentei o ritmo. Nem pensava mais em nada, só girar mais rápido pra fugir do Jorge. E fugi. Maazzaaaaaaaaahhhhhhhh!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na capelinha ,paramos e as pernas começaram a tremer. Foi um sprint legal. Óbvio que cheguei na frente porque o jorge já tava mortaço, devido aos pedais da semana, mas cheguei na frente de um dos gigantes. Ainda bem que não tinha o Testa junto, se não eu seria xingado por deixar de lado os princípios dos RomarioBikers, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentamos, descansamos e esperamos o Junior, que em seguida apareceu. Tomamos uma água e partimos de volta pra casa. Cada um seguiu seu destino. Eu cheguei em casa marrom e pesando uns 3k a mais, de tanto barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavei a bici e me lavei junto. As antes tirei uma foto para comparar onde pega barro e onde não pega barro no corpo. Que coisa linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/1600/142888/xft0010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1704/2019/320/633888/xft0010.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;São Pedro tentou estragar nosso pedal, mas não conseguiu. Os bravos pedaladores de sábado ainda deram risada do barro e da chuva que encontraram. Foi mais um belo pedal. Até o próximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116462872795205770?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116462872795205770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116462872795205770&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116462872795205770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116462872795205770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/11/inimigos-de-so-pedro.html' title='Inimigos de São Pedro'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116457798229596043</id><published>2006-11-26T13:37:00.000-08:00</published><updated>2006-11-26T16:26:05.740-08:00</updated><title type='text'>Pedal ao Alho e Óleo</title><content type='html'>Sexta feira, dia 24 eu já estava conformado que depois de um mês sem pedalar, o único pedal  da semana seria o do dia anterior.&lt;br /&gt;Mas eis que nos e-mails da tarde o Igor convida para um pedalzinho básico de final de tarde. Sugeri até Sta Justina.&lt;br /&gt;Combinamos de nos encontrar em próximo a um mercado depois do Spavilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns minutos antes do horário combinado o céu se fechou e escureceu. Um temporal se armava.&lt;br /&gt;Tentei ligar para o Igor para saber se ele iria com chuva, mas ele não atendeu o celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já estava fardado, bike na rua, óleo passado na corrente. Pensei com meus botões.&lt;br /&gt;- Eu vou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí de casa, andei 3 quadras e o celular tocou. Apeei rápido e atendi. Era o Igor que já me aguardava no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos do mercado já com uns pinguinhos. O Igor comentou.&lt;br /&gt;- Ah é só uma nuvem.&lt;br /&gt;Respondi.&lt;br /&gt;- Sim de 300 Kms quadrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos em direção a Nsa Sra da Saúde, passamos a encruzilhada do Zanrosso e a água que caía já se podia considerar chuva. O asfalto já estava bem molhado.&lt;br /&gt;Daí pra frente é descidóóónn.&lt;br /&gt;Me larguei, o asfalto apesar de molhado não estava tão liso.&lt;br /&gt;A chuva aumentou muito e o vento também. Na descida que normalmente se chega aos 65 kms/h só alcancei 51 Kms/h. Os braços doíam com os pingos, naquela velocidade.&lt;br /&gt;Olhei no espelho e o Igor foi ficando pequenininho. Desceu com prudência.&lt;br /&gt;Depois da ponte esperei um pouquinho até que o Igor chegasse próximo. Na ida eu fui puxando mais e esperando de vez em quando o companheiro.&lt;br /&gt;A chuva diminuía e se intensificava. Teve um momento com muitos trovões. Havia bastante galhos pela estrada e pinhas. Teve uma pinha que agrediu o Igor. Veja a importância do capacete.&lt;br /&gt;Quase chegando a Sta Justina tem uma descida mais forte com uma curva fechada a esquerda, logo após uns eucaliptos, também a esquerda da descida. Pois essa curva estava muuuuuito escorregadia. Tive dúvidas se conseguiria fazer. Precisei ir corrigindo no meio dela e freando com suavidade.  Parecia ter &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;óleo&lt;/span&gt; na pista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao fim do asfalto, paramos sem apear da bike. Nem pra mijar. O Igor fez um breve alongamento, bebemos água e saímos rápido.&lt;br /&gt;Na volta pedalamos juntos o tempo todo.&lt;br /&gt;Passamos pelo local onde fui picado por abelhas em outra pedalada e tinha um monte de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;alho&lt;/span&gt; esmagado no asfalto. HUmMmmmM que fome que deu. Foi aí que o Igor falou o título do post. Pedal ao Alho e Óleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pedalando tranqüilamente até a ponte e começamos a subidinha.&lt;br /&gt;A chuva continuava intermitente. Mesmo assim estava agradável a temperatura, ainda sentíamos calor que vinha do asfalto.&lt;br /&gt;Fizemos toda a subida conversando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mazzaahh Igor. A pouco ele não conseguia fazer essa subida sem sentir cãibra e agora já tá subindo e conversando ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Maravilha de pedal aquático. No mesmo mercado nos despedimos e foi cada um pro seu lado.&lt;br /&gt;Esse lugar é fantástico para o pedalzinho de final de tarde.&lt;br /&gt;Semana que vem tem mais algumas pedaladas até Sta Justina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116457798229596043?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116457798229596043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116457798229596043&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116457798229596043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116457798229596043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/11/pedal-ao-alho-e-leo.html' title='Pedal ao Alho e Óleo'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116267208589084557</id><published>2006-11-04T12:02:00.000-08:00</published><updated>2006-11-04T12:28:19.100-08:00</updated><title type='text'>Subidinha Básica</title><content type='html'>Bem amigos da Rede Glob... ops, esse é em outro canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em mais um sábado com cara de inverno, saímos eu e o Marcos para um pedal básico e rápido, com a intenção de voltar até o meio-dia ou próximo disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei pela casa dele e seguimos rapidamente pela Sinimbu. No posto onde sempre paramos pra calibrar os penéi, encontramos o compadre Testa, dos &lt;a href="http://romariobikers.blogspot.com"&gt;Romário Bikers&lt;/a&gt;. Um rápido VTNTC pra cada um e ele foi encontrar o Bassolin em São Pelegrino (iam lá pros lados do Mirante Gelain, com parada pra Power Polenta Brustolada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos pelo bairro Cruzeiro, dobramos no Posto BR, asfaltinho e a estradinha até o motel. Estranhamente a estrada estava bem movimentada para um sábado de manhã cedo... alguma coisa tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando pela curva do Zúnior, tem aquela igrejinha de tijolo à vista que eu não lembro o nome do santo... bom, dali pra frente parecia uma peregrinação. Era gente de todo tipo e toda idade, todos com bíblias embaixo do braço, e todos a pé. Mais adiante descobrimos a estratégia: os carros levam o povo até um determinado ponto e largam eles, que seguem a pé, de casa em casa incomodando os colonos. Deve ser um saco! O cara em casa e chega alguém pra tentar te empurrar algumas idéias... eu defendo a liberdade de expressão e religiosa, mas cada um sabe o que quer, não precisa ninguém ficar tentando convencer que isso ou aquilo é melhor. Se batem na minha casa escutam um VTF bem rapidinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, voltando ao pedal... passamos por São João da 4a. Légua, depois pela entrada da rampa sul e descemos pelo caminho que fiz no outro dia, quando fomos para New Petróps. O Zorze batizou essa descida, mas eu não lembro o nome... será que era Descida do Paredão??? Sei lá, isso não importa agora. Avisei o Marcos: CUIDADO com os cotovelos... tem uns dois ou três que deixam aqueles do Belo com dor de cotovelo, hehehehe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bah, não deu outra. No primeiro eu já vi uns riscos no cascalho. Cheguei a parar pra ver se ele não tinha despencado morro abaixo... não vi capoeira amassada, então segui meu caminho. No outro cotovelo, lá estava ele, voltando da área de escape, que é a entrada pra uma casa... hehehe, depois dessa ele foi mais calminho até lá embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos em Sebastopol e pegamos pra esquerda, como quem vai pra Santa Lúcia. Pelo estradão seguimos uns 10Km, até a bifurcação: direita Santa Lúcia, esquerda um outro santo qualquer. Pegamos pra esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andamos mais um pouco e começou o subidão. Paramos na primeira casa pra tirar o quebra-vento (sim, estava frio!), tomar uma água e comer algum porcarito. Paradinha rápida, uns 5 minutos (foi a segunda do dia), e seguimos ao ALTO E AVANTE, pois só o cume interessa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos juntos até o primeiro cotovelo. Dei uma apertadinha pra fazer a curva mais fácil e o Marcos ficou. Ele tá voltando de 1 mês sem pedal, e antes disso já vinha pedalando bem pouco. Não adianta. É parar e o cara já sente o preparo ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que ele tava assim, aproveitei pra judiar dele, huahuahua... tenho que manter a fama de &lt;b&gt;&lt;font color="blue"&gt;SENHOR DO MAL&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;, e apertei ainda mais o passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei em São João e sentei pra esperar. Uns 10 minutos depois ele apareceu. Aproveitou pra fazer a boa ação do dia que foi tirar um filhote de sabiá do meio da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o boteco onde é proibido entrar armado hoje estava fechado. Então foi sem cuecacuela. Sem sanduba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocamos os quebra-vento e viemos devagarito pra Caxias, conversando e falando mal dos que não estavam presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consegui chegar em casa às 12:30. Bem antes do meu compromisso, mas a tempo do sorteio do bife e comer uma massa pra repor as energias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! A subida do Morro do Carrapicho é das boas! Não marquei direito, mas deve dar uns 7Km. Tem UM trechinho, logo depois do cotovelo que é de subir em terceira ou segunda marcha... no mais, o cara consegue manter uma quarta, até uma coroa do meio em terceira ou quarta... e no final tem daquelas subidas que eu gosto: longas e não tão íngremes, onde dá pra manter uma velocidade bem legal puxando bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo desafio é fazer isso ao contrário... aí o bicho vai pegar!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos??? Sim, depois que o Marcos mandar a meia dúzia que tiramos hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116267208589084557?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116267208589084557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116267208589084557&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116267208589084557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116267208589084557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/11/subidinha-bsica.html' title='Subidinha Básica'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116248301702341806</id><published>2006-11-02T07:29:00.000-08:00</published><updated>2006-11-02T07:57:45.840-08:00</updated><title type='text'>Mais uma vitória e o campeonato</title><content type='html'>Diretamente de Taquara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente os Serrabikers se fizeram presentes numa etapa do Campeonato Gaúcho de Enduro  Bike de Regularidade. Desta vez foi na cidade de Taquara, neste sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu (Zaka) e o Fernando Rossetti (praticamente um Serrabiker) fomos para Taquara na obrigação de mantermos a liderança do campeonato. O objetivo inicial era ao menos ficar numa posição superior a dupla que está em segundo lugar no campeonato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/blog1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/blog1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A prova largou às 14 horas, na praça central da cidade. Como éramos o numeral 28 (primeira dupla masculina) nosso horário de largada foi às 14:28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma breve olhada para o termômetro e ele marcava 37oC... não sei se era tudo isso, mas que estava quente, isso estava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um breve deslocamento e percebo que o meu Cateye não funciona. Fomos até o final do deslocamento e paramos para dar uma olhada. Apenas uma questão de mal posicionamento, possivelmente devido ao fato de tirar a roda para a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo resolvido, seguimos por um trecho de deslocamento. No final de uma subidinha, a planilha orientava que era para dobrar à esquerda. O morador da casa gritou: "-para a direita!!". Agradecemos e dobramos para a esquerda. Engraçadinho ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de uma descida a estrada de chão. Média alta, uma referência para entrar à direita. Entramos e era o primeiro PC. Logo retornamos para a estrada (coisa de 50 metros). PC sacana, vários passaram batido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois uma subida longa. Uma pequena trilha. Em determinada referência, olhei para a esquerda e vi uma placa "Trilha do Gesso", mas a planilha indicava para irmos reto. 60 metros após, um portão fechado e uma estrada para cada lado... tinha alguma coisa errada. O Fernando retornou e gritou para que eu fosse até lá. Era um pequeno erro na planilha, mas nada muito sério, pois logo o Diretor de Prova iria até ali indicar o caminho para o resto da turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após esse erro, um trechinho alucinante de trilha fechada. Várias referências próximas, e nós um pouco atrasados. Numa dessas quase dei de frente numa árvore ao consultar a planilha. Mais um laço, passando duas vezes pelo mesmo local. Outras duplas perderam esse PC também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma descida de pedras onde tivemos que descer das bikes. Quase um barranco, seguido de um neutro de 5 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o neutro uma subida longa e o início da Trilha do Simpático. Parte da trilha foi a pé, pois é uma subida com pedras soltas. Prefiro perder um tempinho do que cair. O Fernando bem que tentou, mas ao trocar de trilho acabou caindo... viu como eu tenho razão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo depois um estradão e nós fomos meio relapsos, estávamos atrasados mas não forçamos o ritmo. Na próxima referência, um PC. Levamos uns 30 segundos de atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo dessa trilha, asfalto, uma estradinha e o neutro principal. Parada de 15 minutos, uma Psicola e fomos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse trecho várias descidas fortes, mas as médias não eram muito altas, conseguimos ir bem. Uma entrada de trilha, um PC, um riozinho pra atravessar, uma série de voltas e eu disse pro Fernando: "-vamos voltar para o mesmo lugar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente a mesma entrada de trilha, o mesmo PC (mais um zerado), algumas descidinhas, subidinhas, estradão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhamos pra planilha, a orientação era pegar uma trilha e 100 metros adiante voltar para o estradão. Tem PC!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batata! No final da trilha. Mais um zerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos na cidade, descidão, pega pra direita, esquerda e esquerda. Outro PC. Conseguimos zerar mais um e nesse ganhamos a prova, já que a dupla que estava na liderança até esse ponto passou com 7 segundos de adianto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada foi na praça, onde tinha o show de uma banda que eu não lembro o nome. Repertório legal de rock antigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/blog2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/blog2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valeu! Agora vamos organizar a prova de Caxias no dia 10 de dezembro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116248301702341806?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116248301702341806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116248301702341806&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116248301702341806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116248301702341806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/11/mais-uma-vitria-e-o-campeonato.html' title='Mais uma vitória e o campeonato'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116161660002299113</id><published>2006-10-23T08:14:00.000-07:00</published><updated>2006-10-24T05:05:16.016-07:00</updated><title type='text'>Batismo na Pentafurcação</title><content type='html'>Sabadão fantástico. Temperatura próxima dos 25°C, solzão, pouco vento. Dia ideal para mais um pedal histórico dos SerraBikers e RomarioBikers. Ocasião propícia para inaugurar o Cássio, ops, inaugurar a bici nova do Cássio (é aquele de camisa verde, patrocinado pela Gatorade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Detalhe: até que enfim uma Kona com cor de bicicleta de homem. Chega de cor-de-rosa-forte e cor-de-rosa-escuro. Um cinza escuro, pintura “metálica”. Muito bonita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa saída foi daquela casa de lanches que tem naquele posto de gasolina na Sinimbu, em Lourdes (não vou fazer propaganda pra ninguém). Presentes no pedal eu (Zaka), Zúnior, Zorze, Bassolin, Testolino e o Cássio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha sugestão de roteiro light pra inaugurar o Cássio, ops, a bici do Cássio foi aceita (huahuahua, eles ainda acreditam no Senhor do Mal, huahuahua).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em Caxias não tem roteiro light. Só se for pra ficar dando voltinhas na quadra. Se é pra sair pro interior, tem morro sim, e bastante morro. Tanto pra descer quanto pra subir (isso significa que no final é tudo plano, pois 1 descida + 1 subida = 1 plano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, começo chato pela BR116 até a PRF. Entramos naquele bairro que eu não sei o nome, depois da casa redonda. Uma breve dúvida, se era pela rua de cima ou de baixo. Eu conhecia o caminho de baixo, por dentro do bairro, o Zorze conhecia o de cima. No final, o de cima é muito mais legal. Descidón tchó!!! Pena aquele Kadett que vinha pelo meio da estrada que obrigou a reduzir a velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pelo estradão até a entrada da descida dos pesco (= pêssegos). Ali a descida é curtinha e alucinante. O Bassolin e o Zúnior se mandaram morro abaixo. Eu fui atrás, seguido pelo Testolino, Zúnior e pelo Cássio, que, migrando daquela outra modalidade ciclística dos pneus fininhos, ainda não estava com tanta segurança pra soltar os freios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/aDsc01945.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/aDsc01945.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu não vi, mas o Bassolin afirma que entrou num valetão (o valetão eu vi) e o quadro da bike dele chegou a dobrar no meio. Eu só estranhei que a distância diminuiu bastante... alguma coisa houve, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos até a estrada do SANTO OMO BOM e o Zúnior e o Bassolin embestaram e queriam subir os outros pesco (=pêssegos), mas ali é ruim demais! Tem muita pedra solta (quando falo pedra, não é cascalho, é PEDRA, são do tamanho de uma bocha, e com o mesmo formato). Ah! Aqui foi a primeira igrejinha pra batizar a bici do Cássio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então seguimos em direção ao Bar do Veio, e depois pegamos à esquerda em direção a São José da 3ª. Légua (segunda igrejinha pra batizar a bici).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São José, temos duas opções: pela direita, mais longa, um pouco mais leve (tem uns declives no meio) ou pela esquerda, mais íngreme, sem folga, mas bem mais curta (uns 1400 metros a menos!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas estradas fazem parte da pentafurcação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/aDsc01959.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/aDsc01959.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa chegada na pentafurcação pode ser frustrante. O cara acha que o morro acaba ali... engano! Acaba 1,5Km adiante, lá no Museu de São Braz, onde temos uma descida alucinante e uma subida alucinante (então é plano!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto o novato estava ficando levemente cansado. Já vinha empurrando a Kona cor-de-bicicleta-de-homem. Ele já pensava em voltar, mas não tinha nenhuma opção boa. Era pedalar ou pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/aDsc01958.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/aDsc01958.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pelo estradão (acho que vão asfaltar até São Braz) até a entrada do atalho pra Souza’s Farm, pelo meio do “plantio” (é assim que falam lá em Bom Jesus), cruzando o portão de ferro. Algumas paradas pra tirar umas fotos e outras fotos em movimento (o Testolino está desenvolvendo uma técnica: tira a máquina do bolso, tira ela do saco plástico, tira a foto, guarda a máquina, sempre pedalando – algumas saem meio tremidas, outras fora de foco, outras são fotos "do nada", mas não consigo imaginar a razão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto7.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto8.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois, devidamente posicionados e PARADOS tiramos uma foto do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto10.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Bassolin está desenvolvendo suas habilidades artísticas. Agora só falta fazer com que as pessoas apareçam na foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSC01967.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSC01967.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Cássio vacilou e tiraram uma foto dele tirando a água do joelho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto12.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, essa estradinha é muito bala. Não gosto nem de falar muito que ela existe... sabe como é, se muita gente começar a passar por ali é bem capaz que o dono das terras resolva trancar tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa estradinha eu quase me arrebentei. No cotovelão resolvi dar uma forçadinha de pé e a corrente deu uma escapada. Sei não... acho que a corrente nova não ta combinando muito com o pedivela semi-novo.... mas vamos dar tempo ao tempo e gastar um pouco ela pra ver o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na saída da estradinha, pela primeira vez eu vi os proprietários da casinha do outro portão de ferro. O senhor ainda fez uns sinais pra acelerar na descida. Simpático ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no estradão pra Souza’s Farm eu fiquei pra trás para dar um apoio moral pro Cássio, que vinha perdendo as pernas. O saco é que apoio moral resolve muito pouco no ciclismo... lembro das minhas primeiras vezes, os caras falavam: “-Força que estamos chegando”, “-Vamos lá, é o último morro.”, “-Esse morro é curtinho.”... mas pra quem vem sofrendo, não ajuda muito. Mas faz parte do negócio. É uma questão de meia dúzia de pedaladas e o negócio fica bem mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez não paramos no Bar-Que-Não-Tem-Nada-Suspenso. Paramos no mercado cujo nome é um sinônimo de casa grande medieval (nada de propaganda). Por alguns breves momentos ficamos só admirando a farmácia que tem do outro lado da rua. Mas foi por pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estranhei que no boteco ao lado colocaram uma mesinha com 3 cervejas em cima... Pronto! Já veio um determinado tipo de povo sentar ao redor da mesa, com uns carros com som alto e umas pessoas do sexo feminino com um estilo de serem profissionais dos prazeres da carne remunerado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou chegando a conclusão que o Bassolin e o Testolino atraem esse tipo de pessoas (aqueles que escutam pagode alto e &lt;b&gt;KY&lt;/b&gt; a todo volume). Quando eu paro nos bares, isso não acontece... Bom, muita conversa e pouco pedal. Então vamos embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa parte do asfalto é muito chata, então vou pular esse trecho. Apenas uma parada tradicional na placa do &lt;a href="http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/santo-detergente.html"&gt;&lt;strong&gt;Santo Detergente&lt;/strong&gt;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/foto13.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/foto13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na subida do Eberle o Testolino estava querendo me alcançar. Mas ainda não foi esse o dia em que os postes mijaram nos cachorros ;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parada de ônibus que tem ali no final vimos a mulher do Cássio passar com o carro do resgate. O homem não resistiu. Mas tudo bem. Isso faz parte. Nas próximas vezes ele se recupera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram uns 50Km light (huahua). Mas o dia estava espetacular para a prática do MTB, e a tendência é melhorar ainda mais, o verão tá vindo aí...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116161660002299113?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116161660002299113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116161660002299113&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116161660002299113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116161660002299113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/10/batismo-na-pentafurcao.html' title='Batismo na Pentafurcação'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116108874837853159</id><published>2006-10-17T05:38:00.000-07:00</published><updated>2006-10-17T05:39:08.436-07:00</updated><title type='text'>LaRgatos me mordam</title><content type='html'>O verão está chegando e este sábado que passou tivemos uma amostra do que ele vai aprontar para nós pedaladores. Nos reunimos as 9 horas da madrugada no Bóbis e no horário marcado lá estavam todos: &lt;strong&gt;Bassolin&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Igor&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Andrius&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt;. Todos preparados para mais uma indiada ciclística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não tínhamos decidido o roteiro, conversamos e resolvemos fazer uma “passeio” até Souza Farm. Então, partimos em direção ao Bairro Cruzeiro, descemos até o tradicional Bar do Veio, onde paramos para uma negociação sobre qual percurso seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensávamos em fazer algo não muito curto, mas um pedal não tão judiante, pois o Igor está voltando de um bom tempo parado. Pedimos a opinião dele, sobre se agüentava ou não e o mesmo disse que sim. Isto todos dizem antes de conhecer o caminho, hehehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descemos então em direção à Ponte Amarela. Uma descida interminável, boa para testar os pneus novos que coloquei na querida. Aliás, muito bons estes pneus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130002.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130002.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Antes da descida uma paradinha para registrar a equipe do dia. Neste pedal, quem fez a vez de Jorge Tadeu foi o Igor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130003.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130003.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ninguém mandou ele dizer que tinha comprado uma “vegetal” e levado consigo pra pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Linda paisagem. Bastante comum nesta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Plantação de “caqui” nas montanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130006.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após as fotos, despencamos morro abaixo. Eu desci na frente, pois desta vez não tinha o Zunior nem o Prona que, normalmente, são os Kamikazes nas descidas. Lá na ponte paramos para o Igor descansar (só descida até este ponto) e tirar algumas fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130008.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora era morro acima. Esta subida judia das pernas, mas o negócio é não deixar ela vencer o cara, é encarar e pronto. Coroa do meio, terceirinha na traseira e vamos pra cima. Eu e o Andrius subimos na frente, logo atrás vinha o Testolino e mais atrás o Igor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta subida começa forte, depois dá uma aliviada, mas logo adiante piora, e piora bastante quando chega os dois cotovelos em seqüência. Mas não desanimamos, passamos os cotovelos sem descansar, apenas alterando a frente. Ora o Andrius, ora eu puxava a fila. Sempre na coroa do meio, só controlando a pedalada e suando bastante, pois o Sol começava a judiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achamos uma sombra quase no final da subida e paramos para esperar os demais e para tomar bastante água. Descansamos um pouco as pernas e em seguida chegou o Testolino que vinha devagarito para não se judiar muito. Um pouco depois aparece o Igor empurrando a bicicleta. Notei que ele já estava cansado na primeira subida da tarde e que o pedal seria cruel para ele, mas do ponto onde estávamos não tinha muita escolha, era ir adiante e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixamos o Igor recompor as forças e seguimos adiante, para mais uma parte da subida interminável. Alguém tinha que fazer as honras de gigante, então sobrou pra mim puxar a fila novamente. As pernas já estavam pedindo substituição, mas segui morro acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos, subimos e subimos, até pararmos em frente á uma casa antiga onde registramos algumas fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130015.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130015.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Igor riscando meu quadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130016.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130016.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As fotos estavam ficando legais, mas a estrada nos chamava, precisávamos partir. Seguimos viagem em direção à Gruta dos Índios. Como o Andrius e o Igor não conheciam o local, resolvemos descer e apresentar a gruta aos dois com a esperança de que as índias bolagateiras estivessem por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrimos a porteira, pegamos a estradinha, toda cheia de cascalho e descemos. O Testolino ia na minha frente, quando de repente um réptil saiu do barranco, avançou na estrada, partiu para cima do Testolino e sua bicicleta. Uma cena terrível. Parecia o Aligator atacando os transeuntes indefesos. O Testolino, ágil que é, freou a bicicleta, se esquivou e o bichano passou por ele e se perdeu dentro da mata. Foi por pouco!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado o enorme susto seguimos adiante. Continuamos a descida até a pontezinha. Esquecemos que logo após a pontezinha tem uma subida de primeira e o único que conseguiu subir pedalando foi o Testolino. Acho que ainda estava abalado por causa do Aligator. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levamos os dois pedaladores para conhecer a gruta. Na parte de cima paramos um pouco para jogar umas pedras na água. Depois descemos até lá em baixo, onde tem o grutão. Mas só tinha o grutão mesmo, nada das índias. Algumas fotos foram tiradas, alguns escorregões nas pedras cheias de limo e alguns morcegos nos espiavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130019.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130019.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olhem o nosso fotógrafo aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130022.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130022.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após conhecer a gruta pegamos a estrada novamente. Voltamos à estrada principal pela mesma subidinha que se entra na gruta e seguimos viagem. Mais um trecho em subida. O Igor estava ficando para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130026.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130026.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto, paramos para registrar o momento Jorge Ecomotion da tarde. Belas fotos para homenagear este querido amigo de pedal que não pode estar presente e sempre faz bons retratos de nós e dos locais por onde passamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130027.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130027.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130028.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130028.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130030.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130030.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como na primeira vez que passamos por ali, resolvemos pegar um atalho e encurtar o caminho. Seguimos então pelo Atalho do Moinho Abandonado. Encurta o caminho, mas a subida até o Moinho abandonado judia as pernas. Novamente eu subi na frente, sempre na coroa do meio, só controlando a pedalada e a respiração. Maaaaazzzaaaaaahhhhhhhhh!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parada estratégica no Moinho para esperar o resto. O Andrius chegou junto, paramos e logo atrás apareceu o Testolino. Um pouco (bastante) depois chegou o Igor, reclamando de dores nas pernas. As câimbras estavam atacando o cidadão. Descansamos bastante até o Igor se recompor. Muita água tomada, pois era meio-dia e Sol estava forte e queimando bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o Igor descansava a gente conversava e falava mal dos outros. Além de jogar pedras pra dentro do Moinho abandonado na esperança de que lá de dentro saísse alguma alma penada. Como não apareceu nada e o Igor estava um pouco melhor retomamos o pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estradinha estreita, com graminha no meio, no melhor estilo para se pedalar. Na frente seguíamos eu a o Andrius, passamos por uma chácara cheia de cachorros. O maior estava preso, ainda bem, mas saiu de algum buraco um misto de rato e cachorro que se atravessou na frente das bicicletas. Eu desviei mas o bicho foi pra cima do Andrius que freou na hora. Com a freada algumas pedras voaram e fez o tradicional barulho do cascalho, o que assustou o bicho, que saiu acoando e fugindo de nós. Nem paramos, só escutamos de longe uma senhora que estava na casa chamando o bicho de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos lá na encruzilhada que leva ao Camandoli. Mostramos os diversos caminhos possíveis aos que não conheciam a região e seguimos adiante. Um bom trecho em descida para depois chegarmos no Estradão de Souza Farm e continuar subindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no estradão e o Igor estava sentindo as pernas. A cara dele não era das melhores, hehehe. Mas seguimos. Esta estrada é boa de pedalar, bem larga, só se torna ruim quando aparece algum gringo imbecil com seu carro a milhão por hora jogando pedras pra todos os lados, fato que é bem comum. Continuamos subindo e parando nos locais mais altos para esperar o Igor que vinha vagarosamente se controlando lá atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalamos mais alguns km, entre inúmeras subidas e algumas descidas, até chegarmos numa sede recreativa de alguma igreja da região. Não sei o nome pois nunca lembro o nome dos locais. Mas paramos para algumas fotos, descasar e reabastecer as caramanholas.  O Sol estava cruel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130031.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130031.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/PA130033.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/PA130033.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo abastecido, partimos adiante, para mais uma subida. Esta subida já é cansativa em dias normais, mas com o Sol queimando do jeito que estava sábado, a subida se tornou infernal. Na frente subiu o Andrius e o Testolino, o Igor ficou pra trás, então eu resolvi fazer companhia para ele. Sei que subir solito é muito ruim, ainda mais quanto do cara está muito cansado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimos devagar, conversando, eu tentando dar apoio pra ver se ele criava forças para conseguir vencer a subida inteira. Paramos algumas vezes para alongamento. Em alguns trechos foi necessário dar uma força extra ao Igor. Nada que um empurrão não resolva. E chegamos lá em cima. O Testolino e o Andrius estavam nos aguardando debaixo de uma árvore, na única sombra que havia na estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos mais alguns litros de água, alongamentos diversos para as pernas no Igor não caírem fora e descanso. Vários veículos passavam por nós em velocidades altíssimas, quando aparece lá no fundo da estrada, uma caminhãozinho da Agrale, vindo devagar. O Igor não teve dúvida e fez sinal para o Tiozão parar. O Andrius observou que conhecia o cidadão, gritou o nome dele e o Igor arrumou uma carona até Souza Farm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente fina o motora, seu Marcelo. Ofereceu carona para todos, mas só o Igor montou no caminhão. Os demais ainda tinham pernas e queriam fazer o trajeto pedalando. Combinamos então de nos encontrar no Bar Suspenso em Souza Farm. O Igor se mandou na carona e nós pedalando. Estávamos já no asfalto que leva a Fazenda Souza e em pouco tempo, sem parada alguma, sem descanso, sem água para tomar, chegamos. Uma subida rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos no Bar Suspenso e lá estava o Igor já matando uma cueca-cuela. Como ele sabia que logo os RomarioBikers chegariam já adiantou uma cubinha pra nós. Eita maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Largamos as bicicletas para descansarem e sentamos numa mezinha na sombra. Na mesa ao lado um tipo estranho com três queridas logo foram embora. Acho que não gostaram de nossa presença, ou o cidadão ficou com medo que a gente roubasse elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos nosso pedido: 4 X salada. Comemos, falamos um monte de besteira, descansamos, xingamos um imbecil que estacionou o uno na frente do bar e ligou a “sonzêra” de gosto duvidoso pra toda região escutar. Tal cidadão fora prontamente apelidado de Sadol devido a sua musculatura avantajada. Hehehe. Apareceu também um bando de barulhentos, mas estes nem perturbam mais, já nos acostumamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descansamos bastante e começamos a pensar na volta. O Igor estava mal, achávamos que não agüentaria subir o Eberle naquele estado. Mas pensamos em voltar devagar para não ter problemas. Ah, antes de sair já demos novo nome ao buteco, que agora passou a se chamar Bar que Não Tem Nada. Porra, não tinha gelo, não tinha mais coca-cola, não tinha água sem gás, não tinha nem ervilha... que lástima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos de Fazenda Souza e pegamos o asfalto para Caxias do Sul. Agora era só asfalto pela frente. Entramos na rota do sol e, quando fizemos uns 200m aparece novamente seu Marcelo para salvar o Igor do martírio que seria a volta. Prontamente ele parou e veio conversar conosco, ofereceu carona para todos, e desta vez subiram o Igor e o Andrius. Eu e o Testolino viemos pedalando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos despedimos e começamos a pedalar. Asfalto não tem graça, não tem diversão. Voltamos num ritmo bom, paramos somente depois do Morro do Eberle. Eu comecei a subida na frente, todo morro puxando e exigindo bastante das pernas que já estavam bastante desgastadas. Na última reta, onde o morro dá uma inclinada pra judiar meu ritmo diminuiu e o Testolino me passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos para tomar uma água na parada de busão que tem logo após a subida. 30s de descanso e mais pedalada, pois ainda havia um bom trajeto a ser vencido e agora seria na civilização, onde o respeito termina e começa a sobrevivência para os ciclistas. Mas chegamos em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um pedal ótimo, apesar dos ocorridos. O Igor já está bem, deve ter ficado o domingo inteiro de molho, mas está bem. 74km pedalados, debaixo de muito sol, mas se divertindo muito com os amigos. Até o próximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116108874837853159?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116108874837853159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116108874837853159&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116108874837853159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116108874837853159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/10/largatos-me-mordam.html' title='LaRgatos me mordam'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-116052820775332199</id><published>2006-10-10T16:46:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T05:30:27.223-07:00</updated><title type='text'>Descida do Paredão</title><content type='html'>Simplesmente o melhor pedal do ano até agora. Essa é a frase que a todo momento me vem a mente e uso para iniciar este relato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MOMENTO FILOSÓFICO.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as oque faz esta pedalada tão maravilhosa no meu ponto de vista se a poucos dias fiz um passeio solitário que rendeu belas fotos e agradáveis acontecimentos. Também fizemos passeios em grupo que foram divertidíssimos, como o 1º Pedal do Riso e a recente Power Polenta Brustolada em Otavio Rocha.&lt;br /&gt;Mas então porque esse é tão fantástico? Fico a me perguntar. Desde sábado estou envolvido com este pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;asicamente são 4 coisas que me causam este sentimento.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;1º&lt;/span&gt;- Caminhos inéditos e descobertas, novidades, surpresas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;2º&lt;/span&gt;- O desafio em função da distância.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;3º&lt;/span&gt;- As belezas naturais.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;4º&lt;/span&gt;- Terminar em ótima forma.&lt;br /&gt;Esse tempero deixa a gente em estado de alerta. Percepções aguçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O INÍCIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;s 7:15 da manhã, céu azul, saí do prédio e fui até o posto na esquina, calibrei os pneus, atravessei a rua até a fruteira e comi uma banana. O dia prometia ser limpo e ensolarado. Voltei a atravessar até a esquina do posto para esperar o Marcelo, pois é caminho para ele. Eram 7:30, conforme combinado e ele chegou. Também calibrou os pneus e saímos. Atravessamos a cidade, passamos o bairro cruzeiro e pegamos a esquerda ao invés de ir pelo bairro La Paloma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;a reta, antes de chegar a encruzilhada do Le Bond olhamos a frente e o clima de montanha fez jus a fama. O friozinho da manhã condensava a humidade e a cerração envolvia a paisagem permitindo ver apenas as silhuetas escuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%201.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%201.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;eguimos em direção a São João da 4ª Légua, papeando e observando algumas casas de famílias italianas. Casas grandes com janelas estreitas. A estrada estava boa, sem muito cascalho. Em São João paramos para fotografar o portão da casa de pedra que se enfeitou de primavera. Pena que o céu azul havia dado lugar ao branco da cerração alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%202.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%202.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;eguimos em direção a Rampa Sul. Passamos pelo eucalipto bêbado que caiu do barranco, pelo cachorro cabrito e chegamos a encruzilhada que nos levaria a estrada nova.&lt;br /&gt;Até pouco tempo não conheciamos nada por estes lados e rapidamente descobrimos duas descidas até o rio Caí e estavamos prestes a conhecer a terceira.&lt;br /&gt;Durante a semana enquanto combinávamos de fazer um pedal gigante dei uma olhada no Google Earth para procurar caminhos novos. Este que escolhemos eu já estava namorando a algum tempo para uma descida, aí peguei as referências. Apenas 3 foram necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A DESCIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da estrada da Rampa Sul a esquerda e 0,81 Kms abaixo deveria ter um açude e a entrada de uma casa. Certinho. Quando fechasse 1,24 Kms deveriamos encontrar um pavilhão a direita e pegar a esquerda na encruzilhada.&lt;br /&gt;Passamos por uma descidinha fantástica em um pequeno vale. Paramos para fotografar a cerração que vinha ao nosso encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%203.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%203.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; pavilhão era o salão de festas da Igreja de São Bráz da 4ª Légua. Paramos para uma foto em frente a igreja. Antes de sair fui pedir informação a um rapaz que cortava a grama do campo de futebol na parte de trás se aquela estrada nos levaria a Capela do Rosário na Linha Sebastopol. Resposta afirmativa, mas com um certo olhar de espanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%204.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%204.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;AAAAAaaaaaaaaaaaaa que maravilhaaaaaaaa.&lt;br /&gt;Estradinha estreita. Beeeem de interior, com capim no meio, formando dois trilhos.&lt;br /&gt;Uns 500 metros adiante fomos obrigados a parar com o visual impactante de um pinheiro e o vale ao fundo com nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%206.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%206.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; Marcelo me chamou a atenção para a corticeira florida com o verde do morro ao fundo.&lt;br /&gt;Se repararem bem, há váááárias corticeiras neste morro, lá atrás, pequeninas pela distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%205.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%205.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;aqui para frente começamos a costear o lado sul do paredão por uma estradinha simplesmente fantástica. Estreita, com mato dos lados e muitas flores nas laterais e aves ao redor. Pequenas ondulações tornando o pedal leve.&lt;br /&gt;Mereceu algumas fotos. O Marcelo indo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%207.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%207.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;u vindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%207b.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%207b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;esta parte foram várias paradas, pois a paisagem nos surpreendia a todo momento e exigia fotos.&lt;br /&gt;Logo ao sair do mato conseguimos ver a esquerda e acima o imponente paredão de basalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%208.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%208.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;ndamos ainda um pequeno trecho de estrada e tivemos outra surpresa. Esta visão ampla e o pico escarpado ao fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%209.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%209.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;escemos até aquele pedacinho de estrada que aparece na foto acima e paramos para fazer outro registro do paredão que ficou para trás e também de um desmatamento a esquerda da estrada. Eu não entendo porque fazer isso. Vão plantar aí? Mas só tem pedras!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2010.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2010.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2011.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2011.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;aqui pra frente até a Capela do Rosário só uma foto. Pois é uma descida alucinante, naquele mesmo tipo de estradinha com capim no meio.&lt;br /&gt;Não foi possível fotografar com o Marcelo pois ele havia "se sumido" morro abaixo. Mesmo assim fiz esta foto. Pena que sem um ciclista como referência não se tem boa noção da inclinação, mas é mais ou menos como se atirar no precipício, com um cotovelo a direita lá embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2012.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2012.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É&lt;/strong&gt; uma descida ótima. O cascalho estava na medida do confiável. Tem dois cotovelos daqueles de passar reto se o "piloto" bobear. É uma descida rápida. Nem deu tempo de doer muito os pulsos e chegamos na Linha Sebastopol, mais precisamente na Capela do Rosário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2013.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2013.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2014.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2014.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Vale do Caí&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;pós fotos e hidratação, saímos pelo estradão até a BR 116.&lt;br /&gt;Eu notei que ficamos mudos por esta estrada. Poucas trocas de palavras se comparado a primeira parte.&lt;br /&gt;Me entretive neste pensamento, tentando entender e a conclusão que cheguei é que isso acontece em função do caminho.&lt;br /&gt;Estradão, largo, com cascalheira e sem grandes atrativos. Algumas casas a beira das estrada com jardins bem cuidados e só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;nfim chegamos a BR116. Atravessamos e andamos usn 100 metros até uma lancheria a direita, antes de atravessar a ponte do Caí.&lt;br /&gt;Já estavamos com 40 Kms pedalados e resolvemos fazer um lanchinho pois daqui para a frente tinha uma parte relativamente plana e depois só subida.&lt;br /&gt;Eu pedi um sanduiche. O Marcelo havia levado lanche. Pedimos uma coca 600 para os dois. O sanduiche veio com 4 fatias de pão de forma intercaladas por pares de presunto e queijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;entamos, comemos, bebemos, conversamos, descansamos. Creio que em torno de meia hora. Comi só meio sanduiche.&lt;br /&gt;O Marcelo pagou. Nós já haviamos puxado o dinheiro bem antes. Ele estava sobre a mesa. Antes de sair levei a nota de 5 pilas para a alemoa. Pensei em pedir o troco em balas. Mas ela foi mais rápida.&lt;br /&gt;- Dá 5 reais.&lt;br /&gt;Porra! 5 pilas uma coca 600 e um sanduiche!! Ela disse que era 2,50 cada.&lt;br /&gt;A partir desta data passa a denominar-se Lancheria da Alemoa Ladra. Nunca mais eu paro ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;travessamos a ponte do Caí e entramos a esquerda em direção a São José do Caí.&lt;br /&gt;Quando estavamos passando pela igreja eu comentei com o Marcelo.&lt;br /&gt;- Cara essa igreja parece virada ao contrário. A parte de trás está virada para a estrada.&lt;br /&gt;E não é que está mesmo!! Concluímos que quando construida a estrada passava pelo outro lado. Vai saber! Mas um dia pergunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;assamos pelo terreno do tio com carroça puxada por bois. Ali eu vi um rastro de bike e o Marcelo viu o rastro do carro de bois que também havia passado. A bike tipo barra forte eu vi logo adiante, entrando em uma propriedade.&lt;br /&gt;Quando descemos seguimos a estrada paralela ao rio Caí, mas rio abaixo e agora estavamos na outra margem, rio acima.&lt;br /&gt;Quando chegamos em frente a Capela do Rosário, só que do outro lado do rio, paramos para fazer uma foto do local por onde descemos. É uma bela visão. Daquelas de pensar:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Nooossaaa, nós passamos lá!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2015.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2015.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Errando a gente acerta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;m algum momento deveríamos entrar a direita. Eu já havia subido até Nova Petrópolis uma vez de bike em uma corrida de aventura chamada Mini EMA (Expedição Mata Atlântica). Mas fazia muito tempo e naquela época eramos bem pica-paus, todos da equipe. Subimos empurrando o tempo todo. Eu já não lembrava exatamente da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; fato é que chegamos a uma estrada que ía para a direita. Entramos e uns30 metros adiante paramos em uma casa onde estavam conversando uma senhora idosa e um senhor alemão, com o fuca na frente.&lt;br /&gt;- É por aqui que se sobe a Nova Petrópolis?&lt;br /&gt;- E, mas te picicleta fai se tificil. Fon te que lefar nas costas. Tem lugar que nem caro sope sem patinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;eitas as ponderações de que ele não conhece os gigantes (mazaahh) e que está acostumado com bicicletas sem marchas nós seguimos. Claro, sabendo que a subida seria dura.&lt;br /&gt;Por via das dúvidas colocamos na coroinha, enquanto dava. Na saída da casa havia alguns cachorros. Mas o legal é que os cachorros soltos que encontramos eram todos, com uma excessão, micro cães sem noção. Brabos, mas que não ofereciam risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; lá fomos nós morro acima, sempre próximos. Apenas guardando uma distância de segurança para o caso de alguém perder a pedalada, a bike empinar ou a corrente cair. Para ter como desviar sem parar.&lt;br /&gt;Foi um trechinho bem bom de subir, ora em primeira, ora em segunda marcha.&lt;br /&gt;Parei para tirar um galho que trancou na bike e o Marcelo assumiu a frente. Logo adiante paramos para bater foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/foto15emeio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/foto15emeio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;ebemos mais água e saímos. A temperatura estava agradável. Não suávamos demais apesar do esforço da subida.&lt;br /&gt;Logo após a relargada passeio Marcelo. Era uma subida de primeira. Sim, primeira marcha. Me adiantei uns 15 metros, era uma subidinha beeem inclinada. Logo que passei por um cotovelo a direita gritei pro Marcelo.&lt;br /&gt;- Descansooooo.&lt;br /&gt;Não era pra parar, é que havia conseguido passar a segunda marcha. Isso representava um descando para que vinha em primeira a algum tempo. Sinal de que a subida havia ficado um pouquinho mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; a partir daí "alivianou" mesmo. Imaginávamos dureza até lá em cima. Mas ficou mais fácil. Mantivemos ainda a coroa pequena por uma longa subida, que talvez desse para ir na do meio. Mas como não conheciamos o caminho, preferiamos ser cautelosos.&lt;br /&gt;O Marcelo já tava com vontade de descer pra dizer pro alemão que havíamos subido a parte difícil sem carregar as "picicletas" e subir de novo. Maazzaaahhh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; subida ficou bem mais leve, até passamos pra coroa do meio. Houve um momento que a temperatura mudou radicalmente. Após uma curva mudamos de lado do morro. A subida foi toda feita pela face onde não batia vento. De repente pegamos um ventão com viração e humidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; estrada começou a pegar uma direção que não esperávamos e a nos preocupar. Começamos a imaginar várias coisa.&lt;br /&gt;Se a estrada levaría a Nova Petrópolis, mas pela BR 116 em algum ponto da subida depois do Caí ou que em algum ponto ela voltasse a descer. Precisávamos de informação. Passamos dezenas de casas sem um viva alma para perguntarmos. Parecia que o mundo estava acabando, todos haviam largado tudo a procura de salvação e nós, alheios as informações, estávamos ali passeando tranquilamente de bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as enfim conseguimos informação com um cara que cortava a grama de uma casa. Bem legal a casa, rústica, feita com madeira de 30 e escurecida com óleo queimado. Modesta, mas bem bonita. Casa de fim de semana.&lt;br /&gt;Estávamos no caminho certo. Paramos para mais uma foto na estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2016.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2016.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;aqui fomos subindo até chegar em Nova Petrópolis. Saímos no mesmo lugar na outra estrada que eu conhecia. Só que esta estrada que subimos é muito mais bonita. As vezes errando a gente acerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;aramos ali perto daquele centro de compras com restaurante, logo depois do Parque Aldeia do Imigrante, no bico da esquina. Vista privilegiada do movimento. Dali víamos o termômetro da praça, marcava 14ºC. Começamos a sentir frio e colocamos as jaquetas. &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; Marcelo pediu uma torrada e eu comi a metade do sanduiche amassado que a loira ladra fez. Bebemos um refri enquanto ouviamos uns americanos na mesa ao lado. Um deles falava de maneira bastante clara para entender. Deu vontade de perguntar de que estado ele era.&lt;br /&gt;Após o "almoço" comemos um diamante negro 80g cada um. O meu acompanhado por uma generosa xícara de café.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2017.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2017.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Descendoooo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uns minutos de descanso. e saímos em direção a praça e ao labirinto que caracteriza Nova Petrópolis para fazer umas fotos e provar que estivemos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2018.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2018.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;ali fomos em direção a Porto Alegre, pela BR116. Um pouco antes da PRE (Polícia Rodoviária Estadual) entramos no posto para pedir informações sobre por onde descer. Havia um frentista e mais dois rapazes. Ninguém conseguiu dar informações precisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;ntendemos que era pra entrar a direita naquela rótula grande que tem depois da revenda volkswagen na BR116, saída para PoA. O lugar a procurar era linha Olinda. E tinha que entrar de novo a direita para Arroio Paixão onde havia uma casa demolida.&lt;br /&gt;Achamos a entrada para linha Olinda, um asfaltinho que passa por um bairro de Nova Petrópolis. Por sinal, de casas muito lindas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;ndamos, andamos e não vimos placa ou pessoa para nos dar informação. Onde é que se enfiam esses alemães no sábado após o meio dia?? Apenas vimos dois patos que passeavam tranquilamente pela calçada. Andamos e andamos. Eu estava com aquela inquietação de pegar a direita. Já tinha acabado o asfalto e nós continuamos. Ninguém em lugar nenhum. Uns 3 Kms depois achamos um senhor que nos deu a informação que haviamos passado e estávamos longe. Era pra voltar até o comecinho do asfalto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;á fomos nós, descidóóón de 50 por hora na volta.&lt;br /&gt;Aí voltamos, voltamos, voltamos, pedimos a um rapaz e ele confirmou, no comecinho do asfalto. Fomos lá e não encontramos. Re-voltamos e pedimos a um senhor. Disse ele: A primeira a direita, mas é longe linha Temerária. Como as coisas são relativas.&lt;br /&gt;Afinal, ufa, encontramos a descida. No comecinho ainda pedimos a uma senhora pra confirmar e ela disse que ía para Arroio Paixão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;í meus amigos...........UUuuUUuuUuUUuUu&lt;br /&gt;Quase 8 kms de descida. Estradinha lisa, com um leve areião. Curvas boas de fazer, só uma cutucadinha no freio. Descemos juntos, eu um pouquinho atrás, algumas curvas eu freei mais. Em um momento eu estava tão zem curtindo aquele visual e a delícia daquela estrada que cheguei me emocionar. Lagrimas nos olhos! Passou o filme do trajeto que haviamos feito até ali, tudo muito legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2019.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2019.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;arei em um amontoado de casas para pedir a uma senhora velhinha que lugar era aquele.&lt;br /&gt;-Aqui é Aroio Paixão. (assim com um R só)&lt;br /&gt;Seguimos até a linha Temerária. Dali fomos pelo asfalto até a BR116, atravessamos a ponte do Caí novamente e paramos no posto Fagundes para comer e beber. Energia para a subida até Caxias do Sul.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;aímos do posto e pegamos a estrada em direção a Feliz. Pouco antes de entrar para Mother ouvi um estalo. Não identifiquei se era na minha bike ou na do Marcelo e nem oque poderia ser. Entramos e começamos a subidinha de cascalho quando o Marcelo me avisou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Quebrou um raio. Putz! Parei para prendê-lo e verificar como estava o aro. Claro que o aro entortou devido a força que o raio oposto aquele que quebrou exercia. Isso significa que o freio traseiro não funciona. Se tivessemos uma chave de raios poderíamos aliviar a tensão do raio oposto e o aro voltaria para o lugar, mas não tinhamos. Deixei o freio bem aberto, pegando só uns 2 %. Não entrava na cabeça desligar o freio trazeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;omeçamos com calma mas depois andamos normal. No primeiro subidão fomos na coroa pequena dessa vez, já estávamos com mais de 90 Kms. Logo alcançamos o Mother e paramos para beber água antes de começar a subir. São 11 kms até a entrada de caxias no bairro São Caetano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;hegamos a questionar se na coroa pequena ou na do meio. Optamos pela do meio. A primeira subida na saída é forte e longa. Comecei a subir e tive que desligar o freio, tava pegando no aro e segurando. Fomos subindo, subindo, subindo cada vez melhor. Viramos os 100 Kms na subida e fomos acelerando. Incrível, parecia que estávamos começando a pedalar naquele momento. Que lenha, foi uma das mais rápidas subidas que fiz aí. Volta e meia o Marcelo me lembrava que eu estava sem freio traseiro, quando havia uma descida. hehehehe Legal.&lt;br /&gt;Mas aí eu já tinha acostumado. Acho que vou usar só dianteiro daqui pra frente. Maazzaahhh.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;em fotos na volta. Acho que é a ansiedade de chegar. E o tempo estava nublado e feio para fotos também.&lt;br /&gt;Concluímos a subida, atravessamos a cidade e no finalzinho, entre a rua Pinheiro Machado e a Bento Gonçalves ainda fizemos um sprint na frente dos carros na subida. Maazaaahhh de novo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Total 115 Kms&lt;br /&gt;Média 16,7 km/h&lt;br /&gt;Sem sustos. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/??ltima.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/%3F%3Fltima.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-116052820775332199?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/116052820775332199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=116052820775332199&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116052820775332199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/116052820775332199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/10/descida-do-paredo.html' title='Descida do Paredão'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115982330288410016</id><published>2006-10-02T13:44:00.000-07:00</published><updated>2006-10-02T14:08:23.223-07:00</updated><title type='text'>SEU ANTÔNIO, TE AMO!</title><content type='html'>Mais um sábado ótimo para fazer aquela pedalada com os amigos. Levantamos cedo, 8:50 já estávamos todos prontos em frente à igreja de São Pelegrino. Eu, Zaka, Jorge, Testolino, Junior e Andrius. Antes da saída o tradicional papo da manhã e uma olhada na bici nova do Junior, uma belezura de bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trajeto definido, tempo de pedalada estipulado e partimos em direção aos SPA. Lá subimos em direção à Nossa Senhora da Saúde e descemos até Linha 30. Na linha 30 pegamos o atalho do desmanche onde (quase) ocorreu o primeiro acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este atalho é uma estradinha colonial típica da região, com os trilhos para se pedalar e pedra pra evitar o pó. Ela cruza uma montanha e sai em outro asfalto, o da linha 40, por onde seguiríamos. Na última descida do atalho estavam na frente o Junior e o Zaka, descendo a milhão, quando um Kadet resolveu entrar na pista. O que se viu foi só poeira. Eu que vinha logo atrás chamei nos freios para não subir em cima do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado o susto entramos novamente no asfalto e seguimos até a igreja da Linha 40. Passamos reto e encaramos a primeira subida. O Zaka e o Jorge se mandaram na frente, puxando o pelotão. Eu e o Andrius subimos lá atrás, conversando e controlando as pedaladas. Foi uma subida tranqüila, aquele morrinho já foi beeeeeeem pior. Lá no alto paramos para um papinho e logo seguimos adiante, até a encruzilhada da Linha 60, onde agora é tudo asfaltado, infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4445.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4445.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto decidimos mudar o trajeto antes estipulado, pensamos mais no estômago do que nas pernas. Da encruzilhada seguimos reto, em direção à Linha 80. um descidão cabuloso, cheio de cascalho solto, pronto para derrubar os desavisados. Pela primeira vez desci um morro com um misto de medo e cuidado em demasia. Não larguei na descida, fui devagarito, segurando nos freios, pois os pneus não estavam me passando confiança. Nem um pouco. Preciso providenciar a troca deles urgentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4452.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4452.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E chegamos na Linha 100. Nos reunimos novamente e batemos mais umas fotinhos para dar risada depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4450.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4450.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dali pra frente era subida pra encarar. Já nos primeiros metros tive que parar, ligações no celular importantes. O Testolino também recebeu ligações, mas era do Balboa, um amigo nosso convidando para ir almoçar, hehehehe. Ligações respondidas, seguimos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4454.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4454.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Subimos, subimos e subimos. Depois descemos. Passamos o famoso “tobogan” e seguimos adiante. Saímos lá em baixo, na estrada que leva à Nova Pádua e que eu ainda não sei o nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos pedalado e pedalando. Sempre todos juntos, alguns concentrados, outros perdidos e outros falando besteira para animar o pedal, pois se é pra pedalar sem se divertir tem um outro grupo que sai do centro, perto de uma loja tradicional da cidade que segue este estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguíamos todos pelo asfaltinho, em direção ao Travessão Alfredo Chaves, passando por diversas cantinas, que na região tem muitas, quando, mais do que de repente, passa por nós um Micro ônibus da Prefeitura de Flores da cunha, cheio, mas lotado de mulheres. Eu contei umas 96 mulheres dentro do veículo. O Micro passou por nós buzinando e quando vimos elas estavam abanando e mandando beijinhos para nós. Retribuímos a saudação pois não somos mal-educados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante o Micro parou numa cantina e nós paramos também, hehehe. Nos dirigimos para onde estavam desembarcando todas as beldades e descobrimos, falando com a senhora Fátima Ortiz que todas aquelas moças eram candidatas à &lt;a target="_blank"  href="http://www.floresdacunha.com.br/not270.php"&gt;&lt;strong&gt;Rainha da Fenavindima 2007&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Que maravilha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSC01045.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSC01045.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por alguns minutos ficamos por ali mesmo, tirando fotos com as candidatas e conversando. Imaginem um pelotão de 6 ciclistas que já havia pedalado mais de 30km por estradas de chão e poeira ao lado destas moças. Tudo cheiroso e limpinhho. Teve gente que chegou a tirar o óculos para mostrar seus olhos azuis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jorge, cabeção que é, deixou guardada a digital e não tirou fotos delas, então, a foto que temos, foi tirada pela Fátima e que nos encaminhou via e-mail. Todas foram muito gente fina, até nos convidaram para a &lt;strong&gt;festa da escolha da Rainha que acontecerá dia 21 de outubro, nos pavilhões do Parque da Vindima Elóy Kunz.&lt;/strong&gt; (feito o merchan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papo com as garotas estava muito bom, mas as pernas estavam esfriando. Enquanto elas entravam na cantina do Seu Antônio, nos nos despedimos das meninas. E partimos, aos gritos de “Seu Antônio, te amo!”, sumimos na estrada. Foi a parada mais bonita que já fizemos. Eu disse &lt;em&gt;bonita&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegamos então no Travessão Alfredo Chaves. Uma paradinha para o Zaka mostrar por onde se vai para chegar até o mirante Gelain e para tirar mais algumas fotinhos. Olhamos o tempo e pensamos no almoço e na volta. Aí pegamos um atalho. Resolvemos encurtar o caminho, pois tinha gente com compromisso importante e que não poderia se atrasar, hehehe. Eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4460.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4460.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cortamos a estrada em direção a Otávio Rocha. No início quase nos perdemos em uma bifurcação, mas orientados por uma moradora da região pegamos o caminho certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo estava calmo, tranqüilo, pedal num ritmo bom, média boa e seguíamos estrada adiante. Na bifurcação seguinte, por indicação da senhora, pegamos as esquerdas, para sair na estrada que leva a Otávio Rocha. Um descidão pela frente. No meio dela o Junior se mandou e eu o segui, deixando os demais pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos por um cidadão cambaleando na estrada. Acho que tomou algumas doses além da conta, hehehe. Ele deve ter pensado que éramos ETs, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos descendo, a milhão, quando logo adiante, na bifurcação seguinte, onde está sendo preparado o terreno para ser asfaltado daqui uns 46 anos, avistamos um carro da polícia parado na estrada e dois policiais, um com a “estchópa” apontada para nós. O freio foi exigido novamente. Eu cravei a mão nos freio, quando vi o policial apontando a arma. Cramento, que cagaço!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos todos e tentamos estabelecer um diálogo, mas não foi possível. Nós estávamos com pressa e o cidadão armado não parecia estar num dia feliz. Nem o instigamos e engatilhar a 12, pois o corta-vento não é feito de kevlar, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos adiante e voltamos ao asfalto que leva à Otávio Rocha. Aí começou a carnificina. O Jorge tentou escapar e o Zaka fui atrás, buscou o animal e ambos seguiram morro acima num ritmo bem mais forte que os demais. Logo atrás subimos eu e o Zunior com sua bici nova, conversando e falando mal dos outros. E, um pouco mais atrás o Testolino e o Andrius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos então em Otávio Rocha e paramos no já consagrado Bar do Gringo. Local de muitas risadas e da Power Polenta Brustolada. Agora era hora de descansar as pernas e entupir o estômago, mas claro, antes pedimos um limãozinho generoso para molhar o bico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4461.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4461.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Teve gente que ficou feliz só de ver o copo. E tava muito boa... os RomarioBikers, mesmo andando com os gigantes, não poderiam deixar de tomar um power líquido refrescante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4462.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4462.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E todos provaram do veneno, até o Andrius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4463.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4463.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Almoçamos muito bem. Uma refeição para recolocar as pernas em ordem, ou não: salada, pão colonial, queijo frito, salamito, tortéi, macarrão e a maravilhosa power polenta brustolada. Tudo isso e ainda tinha chuleta, que nunca pedimos pois endurece muito as pernas e a volta seria cruel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4465.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4465.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom tempo parados ali no Bar do Gringo após o almoço, conversando, falando besteira, discutindo sobre nossas camisetas que ficaram terríveis e outros assuntos pertinentes ao mundo do pedal. Ou não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/xxDSCN4468.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/xxDSCN4468.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ah, um assunto especial que foi tratado neste pós almoço foi que, de repente, o Jorge sai do Bar com uma cara de espanto que parecia ter visto um fantasma, sentou do meu lado e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;– Tem um senhor ali no bar reclamando que tem umas pessoas falando mal do local na internet, que até trocam o nome da cidade para Otávio Brocha. Eles estão brabos com isso.&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não acreditei no que ele falou. Mas se tem alguém falando da cidade eles deveriam é agradecer, pois estão &lt;strong&gt;DIVULGANDO&lt;/strong&gt; a cidade, seja do jeito que for, mesmo falando o nome errado, tipo Otário Rock e similares, tudo é divulgação e bom pra cidade. E que o Bar do Gringo sempre foi bem falado, inclusive a maravilhosa polenta brustolada ninguém comenta, disso não reclamam... ora pois!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou uma hora, uma hora e meia e as pernas estavam prontas para a volta. Só as pernas, pois o estomago dos que exageraram na comida estava pesado ainda. Largamos de volta pra casa, subindo em direção à encruzilhada de santa Justina, pegando as esquerdas para irmos em direção à Linha 60.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu larguei na frente, subi rapidão, pois se eu fico pra trás não iria agüentar subir o morro. Lá em cima nos reagrupamos, eu, Junior, Andrius e o Jorge. Pedalamos num ritmo rápido, apesar do almoço ainda estar descendo. Olhamos para trás e não avistávamos mais os outros dois. Vixi Maria, pro zaka ficar pra trás algo aconteceu!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que nada, só ficaram pra trás pois vieram mais devagarito. Um pouco adiante paramos para esperar os demais e pro Junior resolver um pequeno probleminha que teve por causa do banco novo. Trincou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reagrupamos e seguimos em direção à Linha 40. Descidão do capeta pela frente. O Junior se mandou na frente e eu fui atrás. Tentei alcançar o animal durante a descida mas não teve jeito. O bicho desce rápido, alucinado. Mesmo eu sendo kamikaze não consegui pegar o cidadão. Foi uma descida muito legal. Ainda bem que não vinha nenhum carro subindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na igreja do 40 nos reagrupamos para subirmos todos juntos. Aí é o mesmo pedal de sempre, subidinha tranqüila pela frente, nada demais. Só ali no Zanrosso é que dois cães de porte avantajado avançaram em nós. E ainda por cima caiu a corrnte do jorge na subida. Que maravilha. Eu parei para tocar pedras nos animais (os cães, hehehe) e depois continuamos subindo. Pela primeira vez fiz aquela subida sem descer pra coroinha. Eita coisa boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descemos os SPA e no Mosteiro nos separamos, indo cada um para sua casa. Foi um ótimo pedal, curtinho, mas muito bom. 58km pedalados e muita alegria. Até o próximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115982330288410016?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115982330288410016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115982330288410016&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115982330288410016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115982330288410016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/10/seu-antnio-te-amo.html' title='SEU ANTÔNIO, TE AMO!'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115941220521500460</id><published>2006-09-27T19:18:00.000-07:00</published><updated>2006-09-28T18:11:50.400-07:00</updated><title type='text'>Nunca Estamos Sozinhos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;ários motivos para uma pedalada longa. Primeiro a minha vontade, eu já anseava há algum tempo por isso. Outro motivo foi ter trabalhado direto no feriado de 7 de setembro, um descanso seria bom. Tinha ainda os amigos de Porto Alegre que iriam para o Potreiro Velho para atravessar o canyon. A previsão do tempo marcava tempo bom para ida e volta. Tudo dizia para ir. Só me encucava não ter feito a manutenção programada na Gradiva. Mas resolvi me lançar ao desconhecido e lidar com a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;s 5 da madruga o relógio despertou, coloquei a roupa de pedalada, fiz café e torradas com os sanduiches que havia deixado montados para o café da manhã. Prendi minhas coisas ao bagageiro e amarrei bem. Enchi as caramanholas. Prendi a bolsa de guidão e fiz um check list mental. Tudo certo. Passando um pouco das 6 da manhã saí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;rimeiro imprevisto. Estava levando dois pares de luvas, um eu guardei dentro da mochila do bagageiro, enrolado em um saco plástico para lixo e tudo firmemente amarrado. Ao vestir as luvas percebi que havia guardado as duas esquerdas e ficado com duas direitas. E agora? Abrir tudo e levar vários minutos nisso e atrasar a saída? Que nada. Ninguém vai perceber. Vesti a luva direita na mão esquerda. Não é muito confortável mas dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ai cedo para não pegar o forte do movimento de carros e pessoas indo para o trabalho. Quando começou o tumulto eu já estava quase saindo da cidade, passando a Agrale. Aí é que a gente começa a sentir o gostinho de liberdade. Logo vem a mente que o descidão do Eberle está próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;anhã fria, pouco vento e me solto morro abaixo deitado sobre o guidão da bike, 65 Km/h. Começo a pensar na longa estrada e nas horas que tenho pela frente. Outra vez, eu aqui na Rota do Sol. Mesmo sem querer revivo várias sensações já vividas por estes caminhos e penso. - Qual será a sensação de hoje? Tive várias fases pedalando nesta estrada. As primeiras foram da incerteza de minha capacidade para vencer a distância. Depois de conhecida a capacidade vivi a sensação de monotonia ao refazer o caminho. Noutras vivi angústias relacionadas a momentos da vida. Noutras foram as intempéries que me castigaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje?? Me sentia otimista com o porvir, mas só vivendo para saber oque o futuro reservava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;sta casa da foto sempre me chama a atenção quando passo ao amanhecer. A sombra dos morrinhos do morro ao fundo com o sol baixo e a casa velha de madeira compõem uma cena que me agrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%201.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%201.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;igo pela estrada pensando. Minha mente é muito inquieta. Lembros de amigos e familiares me perguntando. - Mas tu vai sozinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;oubessem eles quantos cabem em uma bicicleta!!! Levo comigo amigos reais e virtuais, parentes, colegas de trabalho, poetas, cantores, parceiros de pedal, fantasmas, assombrações e vários eus. Comigo vai junto o passado o presente e o futuro. Me vem a mente a imagem desta cena, eu pedalando e sobre mim uma pirâmide de pessoas. Nunca se está sozinho andando de bicicleta por este mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;embro de uma música do Iron Maiden, The Loneliness of a Long Distance Runner (A solidão de um corredor de longa distância). Cantei um pouco, em pensamento. Logo a seguir foi a Katie Melua que apareceu cantando com sua voz doce e aveludada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;asso a Vila Checa e paro na entrada de Vila Seca, na pedra grande. Devido ao peso da bike com bagagem, acho prudente dar uma alongadinha aí, no começo da pedalada com vinte e poucos kms. Bebo água a força pois com frio é fácil de esquecer de beber. Retomo a pedalada, agora com um ventinho moderado que atrapalha um pouco e esfria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;asso direto pelo Apanhador, não paro para nada. Resolvo fazer quase 40 kms direto até o Lajeado Grande e parar na tia Jo. O dia estava muito bonito e a temperatura boa para pedalar. Dou um "Ô de Casa" na porta e adentro o bolicho recebido pelo Seu Nene, marido da tia Jo. Me sirvo de café no bule que está sobre o fogão a lenha. Pego uns biscoitos e um pedaço de bolo. Enquanto isso proseio com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;e perguntam se estou indo pro sitio de novo. Digo que sim e começamos a procurar pontos comuns, pois eles tem sitio bem perto só que na parte de baixo da serra. O tio Nene conhece a serra do Pessegueiro, o Funderão o Potreiro Velho. Até alguns conhecidos em comum temos. Dei um abraço e um beijo na tia Jo um adeusinho pro tio Nene e sai em direção a Tainhas, minha próxima parada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;epois do Lajeado Grande acontece um fenômeno. O vento muda. Talvez seja a direção da estrada que mude, carece de estudo isso. Tirei o corta vento pois esquentou, já eram 10 da manhã. Daqui pra frente a pedalada rende mais. Gosto deste trecho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;inha mente estava as voltas com um projeto que surgiu na comunidade Design Brasil do Orkut. Designers de diversos estados planejando um levantamento do design oriundo da produção popular para compreender a cara e a característica do design brasileiro. Talvez movido por estes pensamentos eu estava mais sensível a texturas e geometrias da paisagem. Primeiro foi um córrego que me chamou a atenção. A textura do pasto e da água sobre as pedras e o corte transversal da foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%202.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;m seguida foi a perspectiva das linhas da estrada e ao olhar o horizonte distante imaginei o motorhome que fará a viajem pelo Brasil registrando esse design tupiniquim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%203.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; próxima foto foi em função da textura, cores e entalhes do barranco da estrada. Me remeteu as falésias de Canoa Quebrada, suas cores e formas. Na essência do pensamento esta a possibilidade de registrar o relevo, a vida, o povo, clima e tudo que molda a característica de um povo e o design da produção local amalgamando todos estes elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%204.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%204.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;ais adiante uma percepção da minha visão periférica me tirou dos devaneios do design para me lembrar da minha frustração por não ser um biólogo.&lt;br /&gt;Um lindo, maravilhoso e imponente Gavião de Penacho sobre uma pedra. Raríssimo. Difícil de encontrar um. Estava a uns 100 mts da estrada. Parei, peguei a máquina e para garantir fiz uma foto com o zoom digital que é ruim. Tentei me aproximar caminhando por sobre umas pedras, com a máquina pronta para o caso de ele voar.&lt;br /&gt;Mas entre uma olhada e outra para o chão ele voou. Tentei bater a foto na direção dele mas errei a mira e ele voou para o lado oposto. Saco. O bicho é muito arisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;epois fiquei analisando ele. Deve ser filhotão do ano anterior. Ainda não está com o tamanho de outros que já vi e a cor ainda não é aquele marrom telha escuro. Não sei se as fêmeas tem coloração diferenciada. Mas ainda assim era bem maior que um Carancho. Um gavião adulto carrega um cordeirinho. Muito grande e forte. A foto ficou ruim, mas da pra ver o porte dele, as longas e grossas pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%205.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%205.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;heguei em Tainhas as 12:20 com 22,6 km/h de média. Maravilha, desta vez fui com mais peso e consegui média mais alta. O melhor de tudo é que me sentia muito bem fisicamente. Dei um alo pro pessoal do Café Tainhas. Conversamos sobre os ciclistas de Porto Alegre que estiveram ali na semana anterior e que li o relato no grupo Bike-rs do Yahoo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; grupo Os Tiranos, de música regionalista gaúcha estava lá almoçando. Troquei umas palavrinhas com o Ivo Marques que provavelmente é parente bem distante. A Casa Branca, fazenda deles está a uns 7 Kms do nosso sitio e meu bisavô era Marques também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;eguei um Gatorade e me sentei lá fora, ao sol. Puxei uma das torradas que fiz pela manhã, enrolada em papel alumínio. Bem crocante, muito bom.&lt;br /&gt;Quase cochilei sentado ali, com o calorzinho do sol. As 13 horas murchei os pneus da Gradiva para andar pela estrada de terra e saí rumo ao Potreiro Velho pelo "atravessio". Parei uns quilômetros adiante para registrar as cores e texturas do pasto a beira da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%206.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%206.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;ogo em seguida é a casa do feroz cachorro gigante e sua gangue. Mas dessa vez fui armado. Levei um saco de bombinhas. Ao menos um cagaço eu daria neles. Mas não é que os filhos duma cadela não estavam lá! Cachorro deve ter premonição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;pós a encruzilhada do cemitério e a porteira, parei pra beter uma foto da fumaça do campo queimado escondendo a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%207.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%207.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;o olhar para o lado percebo um zorrilho apressado em fugir do fogo. O focinho estava machucado, talvez do fogo ou de algum cachorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%208.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%208.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;egui até a casa do seu Luis Francisco (Francisco é sobrenome), mais conhecido lá pra fora como Luis do Xaxim. As duas vezes anteriores que passei por lá ele estava em Caxias internado no hospital com problemas de saúde. Mas dessa vez encontrei ele e dona Olívia em casa. Parei para prosear. Fiquei mais de uma hora ali. Relembrando pessoas e acontecimentos daqueles fundeirões. Aí aparecem nomes peculiares como Delázio, Valorício, Euzébio, Alziro, Nerino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;H&lt;/strong&gt;istórias de leão baio (puma). Segundo dona Olivia, semana passada apareceu uma res com os quartos arranhados. "não de desprender a carne" nas palavras dela. Mas sem uma orelha também. Pode ser que ainda exista algum por ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;gora vem a parte mais legal da viajem, por dentro do mato. Os atoleiros estava mais secos, passei sem maiores incidentes. Apenas curtindo calmamente os sons e aromas, fazendo um pedalzinho mais técnico. Após sair do mato a fumaça das queimadas deu este efeito interessante na paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%209.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%209.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;epois da ponte do Enio vi um fato interessante. As gralhas normalmente fazem uma algazarra frente a aproximação de qualquer coisa estranha e voam para longe. Mas eis que encontrei um bando de 5 que não fugiu com a minha aproximação. Parei para observar. Estavam extremamente agressivas. Percebi que havia dois chimangos em volta. Quando os gaviões se aproximavam elas gritavam de um jeito peculiar. Talvez estivessem defendendo o ninho, apesar de ser um pouco cedo para tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;ndei mais 7 Kms e cheguei ao meu destino, a casa da minha tia Ercy. A noite uma bela janta com arroz, feijão e carne de porco assada no fogão a lenha. Tudo que um cara que pedalou 130 kms precisa. No sábado acordei e fui ver se o povo de Porto Alegre havia chegado. Sempre chegam na madrugada. Mas não havia ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;hoveu uns 5 minutos durante a manhã. Após a chuva meu primo e eu fomos ver os restos mortais da vaca Natasha, da minha tia, que resolveu atolar justo na noite mais fria desse ano. Até a encontraram viva, levaram para o galpão, tentaram aquecê-la, mas não teve jeito. Depois fomos ver o estrago que as ventanias fizeram no mato. Muitas árvores caídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2010.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;oltando encontrei esse pessoal andando pelo campo. Com todo aquele espaço e eles nesse aperto medonho. Vai entender!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2011.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;urante a tarde andei um pouco por mato e campo a procura de motivos fotográficos. Mas estava um dia cinzento, fechado. Bem depressivo. A bicharada desaparece. Insetos que gosto de fotografar diminuem a atividade sem sol.&lt;br /&gt;Apenas os psitáceos (familias dos papagaios) é que ainda seguem voando de lá para cá e alguns gaviões distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;oto interessante apenas esta perereca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2012.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; dia parecia que terminaria assim. Voltei para casa. Meu primo assistia uns enlatados americanos chatos com o Will Smith. Eca!! Depois ele mudou para o canal do boi. Aí melhorou, bah! huahuahuahua. Nelores, guzerats, limosins, devons, herefords e charoleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;uando tudo parecia perdido eu olhei para fora e vi que o céu ficava vermelho. Na entrada do sitio se tem uma ótima visão do por do sol, só que eu já fiz várias fotos dali. Aí lembrei que uns 300 metros dali, ao lado da taipa da antiga casa do Oscar (Ocala), irmão da minha vó havia uma lagoa de campo que refletiria o céu e poderia dar boas fotos. Saí correndo para não perder o visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;uando estou chegando lá, avisto algo estranho se mexendo na estrada. Estava escurinho, o sol já havia descido no horizonte. Demorei uns segundos para entender oque era. Outro zorrilho, vindo pela estrada na minha direção. Quando aprontei a máquina ele saiu da estrada para o campo. Peguei uma pedra e joguei perto dele no sentido oposto ao que eu desejava que ele fosse. Pensei em assustá-lo para que retornasse a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as que bichinho invocado!! Foi exatamente onde eu joguei a pedra, arqueou o lombo e retesado levantava as patas da frente batendo-as no chão de forma agressiva. Mas muito engraçadinho. Tem que resistir a tentação de pegá-lo no colo. Se chegar perto ele dá a famosa "mijada". Aí pra tirar o cheiro não é fácil. As roupas só colocando fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2013.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2013.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;eixei o bichinho e fui fazer as fotos de por de sol. Passei a lagoa e subi o morrinho pra tentar umas fotos de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2014.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2014.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;etornei, pulei a cerca para contornar a lagoa e ver o céu refletido nela. A preocupação agora era onde se meteu o zorrilho. Estava escuro e se eu me descuido levo uma mijada. Por via das dúvidas juntei uma pedra e coloquei no bolso, se ele aparecesse era só jogar a pedra perto dele para entretê-lo. Fiz várias fotos de diversos ângulos. Aqui uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2015.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2015.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;sgotadas quase todas as possibilidades devido a falta de luz resolvi ir embora. De volta a estrada ainda tentei mais umas fotos quando o amigo zorrilho apareceu de novo, atravessou a estrada e entrou pelo campo. Ainda joguei mais duas pedras para vê-lo reagir. Muito legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Domingo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;cordei as 6 da madruga, arrumei meus trens, tomei um cafezão com pão e doce de leite caseiros, feitos pela minha tia. Saí as 7, estava bem frio, entre 3ºC e 5ºC. Até a entrada do atravessio foi vento de frente, a partir daí, após uma curva de quase 180º o vento ficou por trás. Impressionante a sensação. Na hora vem um calorão pelo corpo até o rosto, sem o vento gelado batendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;ncontrei um casal de seriemas. Outro bichinho difícil de fotografar. Rapidamente saem correndo ao avistar a gente. Até pegar a máquina, ligar elas já estavam longinho. Coloquei no zoom digital que não faz boas fotos para ao menos registrar. A primeira foto ficou ruim porque confundia ela com a cor do campo. Aí me abaixei e consegui um contra-luz do formato peculiar e inconfundível das seriemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2016.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2016.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;a primeira porteira encontrei um casal de chimangos envoltos na construção do ninho. Impressionante a cumplicidade dos dois. Sempre voando jutos. Um deles com um graveto no bico e o outro em volta cuidando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2017.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;ndei 80 metros e resolvi registrar também este pinheiro se enfeitando de primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2018.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2018.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;a volta parei na casa do seu Luis e dona Olivia novamente para dar adeus e bater uma foto junto com o casal. Tomei um chimarrão, conversamos mais um pouquinho e saí porque fatavam mais de 100 kms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2019.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2019.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;assei pela casa do feroz cachorro gigante que não estava novamente. Garanto que se eu não tivesse levado as bombinhas ele e sua gang estariam lá. Fiz mais esta foto de uma casa típica da região. Muros de pedra (taipa) como mangueira para o gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2020.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2020.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;arei em Tainhas, tomei mais um café e saí para os derradeiros 100 kms. Um fato comum que sempre acontece aí é que ao chegar no trevo da Rota do Sol e pegar a esquerda o vento fica de frente. Sempre! Desta vez o vento estava forte. O famoso ventão de frente da Rota do Sol que matou muita gente num Audax aqui na serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;o retão da Várzea do Cedro aconteceu um fato que podería ter sido trágico. Um inseto bateu na lente do óculos e entro por baixo, ficando entre a lente e o olho. Rapidamente parei. Pode não ser nada mas é melhor verificar. Tirei o óculos e saiu junto com ele uma abelha. Ui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;iquei imaginando depois se ela tivesse ferroado no olho ou próximo. O desespero seria grande, faltando 85 Kms pra chegar em casa. Acho que o susto pelo inchaço e o medo do que poderia acontecer me fariam desistir do pedal e pegar uma carona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;heguei no Lajeado Grande e parei na primeira lancheria. Havia entendido a tia Jo dizer que domingo iria para o sítio. Nesse estabelecimento eu só como coisas fechadas em saquinhos e bebidas em lata ou garrafa. Não gosto da higiene dali. Eca! Pelos cuscos na porta da pra ter uma idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2021.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2021.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;epois de alongar, comer, beber e descansar por uns 20 minutos sai. Faltavam só 60 Kms, mas o ventão ainda era contra. Tirei o corta vento, já era quase 13:30. Andei uns 70 mts e vi que o bolicho da tia Jo tava aberto. Ela sairia depois do almoço. Parei pra dizer que tava voltando, que tudo estava bem e pra tomar um cafezinho, que nem foi cobrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;o sair me deparo com com uma moto Honda 750 Four ano 71. Simplesmente maravilhosa, toda original. Essa moto tem um dos roncos mais lindos que conheço. Uma assim eu até gostaria de ter. Voltei para pegar a Gradiva e troquei umas palavras com o dono dela. Esqueci de pedir seu nome para citar. Mas é de Caxias, ora dessas encontro ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto%2022.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto%2022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;egui até o Apanhador sem corta vento, mas me sentindo desconfortável por causa do frio. Insisti em ir com a camisa de ciclismo e uma dry por baixo,manguitos e calça até lá. Mas não deu, tive que recolocar o corta vento as 15 hrs com céu azul, sem nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;altavam 40 Kms agora. A não ser pelo movimento de carros que aumenta daqui para frente foi tranqüilo este trecho. Eu estava curioso sobre como seria a subida do morro do Eberle. Sempre fico na expectativa de como subirei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;omecei de forma conservadora por causa da kilometragem acumulada e dos 90 Kms de vento contra. Mas fui pegando confiança e aumentando a velocidade apesar do peso da bagagem. Comecei com 9 Km/h e fui até 14 km/h em alguns momentos. No último pegadão subi entre 11 e 12Km/h. Que beleza. Depois de chegar ao topo a sensação é de estar em casa, é só descida praticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sexta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Caxias do Sul - Tainhas: 104, 5 Kms com média de 22,6 Km/h&lt;br /&gt;Tainhas - Potreiro Velho: 24 Kms com média de 13,7 Km/h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Domingo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Potreiro Velho -Tainhas: 24 Kms com média de 13,7 Km/h&lt;br /&gt;Tainhas - Caxias do Sul com ventão: 105 Kms com média de 20,4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Total: 258 Kms no fim de semana.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115941220521500460?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115941220521500460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115941220521500460&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115941220521500460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115941220521500460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/nunca-estamos-sozinhos.html' title='Nunca Estamos Sozinhos'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115921975433752067</id><published>2006-09-25T14:26:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T19:07:44.183-07:00</updated><title type='text'>Santo Detergente</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sábado de vento frio e chuva. Dia perfeito para um pedal conjunto dos &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.romariobikers.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;RomárioBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.serrabikers.org" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;SerraBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. O dia amanheceu estranho, chuvas rápidas e vento. Alguns pensaram em abandonar a prova, mas em uma ligação para o &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Bassmussen&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, resolvemos ir em frente. No ponto de encontro do Bob´s apareceu o dito cujo. Em seguida veio o &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Testolino&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. Torpedo do Giovani abortando a missão. Nada do Prona. Nada do &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Júnior&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Liguei pro ex-cabeludo e acordei o peão. Acreditem, ele fez a patroa sair da cama pra levar ele de carro até o ponto de encontro. Chegou com uma cara amassada, dava para notar que tinha sido acordado e levantou às pressas da cama. Bom, o que aconteceu com ele na volta eu não sei...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tivemos o prazer de conhecer o Mika, que mesmo a pé apareceu por ali pra conversar conosco. Ele precisa comprar uma bike urgente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais uma meia hora pra fazer o aquecimento, esperar o Júnior tomar o Toddynho dele e saímos beeeeem devagar em direção ao bairro Cruzeiro. Uma paradinha na Agafarma pra dar um &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;OI&lt;/b&gt; pra sogra do Testa (doravante denominado BOLINHO INGLÊS). Aproveitou e deu um &lt;b style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;OI&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; pra namorada também. Ele sempre fica meio envergonhado na presença de quem manda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seguimos viagem. Na primeira descida do Cruzeiro, nos paralelelelelelelelelepípedos ainda, o Bassolin levou uma picadura de um zangão no pescoço. O treco inchou e ficou vermelho. Segundo o Bassolin o treco coçava e irritava, mas fomos adiante, mesmo com a picadura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pedal sem pressa. Passamos pelo Bar do Véio e desabamos morro abaixo. Logo depois da primeira ponte amarela, eis que o pneu do Bassmussen esvazia rapidamente (ou será que foi do Júnior???). Bom, eles consertaram rapidamente e nos mandamos (cá pra nós, achei que foi muito rapidamente mesmo será que alguém lembrou de passar a mão por dentro?). Tentei deixar o freio dianteiro do Bassmussen desengatado, mas ele percebeu a tempo. Pneu arrumado, partimos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Bassolin e o Júnior desceram alucinadamente. Na última curva escutei um grito e o Bassmussen parou. Não consegui ver o que era, fui até a ponte e voltei para verificar, e.... lá estava o pneu furado de novo. Assim não dá! Assim não pode! Quem foi que trocou e não olhou pra ver se tinha ficado algo dentro do pneu? Quem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/23-09-06_1032.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/23-09-06_1032.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desmonta o pneu, marca o furo e encontrei um objeto pontiagudo dentro do dito cujo. Encontramos também uma mosca morta dentro do pneu, sim, uma mosca morta. Mais umas cutucadas e o Júnior tira um caco de vidro que estava fincado nele. Malditos bebedores de cerveja que jogam as garrafas no asfalto! Por quê não escondem elas nos respectivos orifícios anais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bom, pneu arrumado, novamente, nos bandeamos, agora era morro acima. Estava bom para andar ali. Não tinha pó, não tinha quase nada de barro, muito pouco movimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na frente do Grutão, uma matilha de cães selvagens nos atacou (eu e o Júnior). Foi preciso acelerar um pouquinho o ritmo pra escapar deles. Depois que desistiram, paramos pra esperar e assistir ao ataque aos Romários, mas os guaipecas cansaram e ficaram olhando, sentados, latindo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Passando a terceira ponte amarela, sugeri que ao invés de irmos até Santa Lúcia, pegássemos o atalho do Moinho Abandonado. Não foi fácil convencer os dois &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.romariobikers.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;RomárioBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, mas com a promessa de que encurtaria o caminho (por quê eles tem medo das minhas sugestões de atalho????) aceitaram (a contragosto, mas aceitaram.). Logo no início do subidão ainda consegui escutar o Sr. Bassmussen resmungar: “&lt;/span&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;-Não to gostando desse atalho!&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Logo que ele falou nos mandamos morro acima deixando-o mais pra tras. Ele subiu devagarito, na boa, coroinha pra não cansar. Junto dele vinha um “amiguinho”. Um cachorro preto, pequeno, jaguarinha, que o acompanhou até o final da subida. Era um dos guaipecas que tinha corrido atrás da gente. Agora tinha mudado de lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esta subida encurta o caminho mesmo. Uns 8Km pelas minhas contas. Sem falar que a estrada é muito bonita. Na primeira descida, lááááá de baixo de uma casa veio um cachorrão. Mais parecia um terneiro. Coisa de louco! Mas era meio bobo, e só latiu. Novamente paramos pra assistir ao ataque aos dois Romários. E nada! Mas que diabos! Eles usam algum tipo de repelente??!?!?!?. Ou cachorro de mato não late pra cachorro da cidade, só pode ser isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bom, fizemos algumas breves paradas para explicar qual estrada vai para onde nas várias bifurcações, trifurcações, quadrifurcações e chegamos até o estradão Santa Lúcia-Fazenda Souza. Logo na saída eu disse que por ali os caras passam a milhão. Nem bem fechei a boca e passa por nós um &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;desmiolado&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; cuja progenitora trabalha na zona do meretrício (vulgarmente conhecida como &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;P.P.&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;) numa Toyota a zilhão por hora, jogando cascalho em todo mundo. Ele não deve ter escutado, mas fizemos uns elogios a ele e a toda família dele daqui até a quinta geração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sem maiores delongas o restante da estrada não merece um grande destaque. Apenas a imagem de uma camionete parada na beira da estrada, que já imaginamos ser o cara da Toyota (mas não era). O cara tava trepando ali (num poste, arrumando uns fios). Se fosse o cidadão da Toyota, as pedras estavam prontas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ah! Já ia esquecendo... quando cheguei no final do morro, quase em Fazenda Souza, o quê eu vejo!?!? Uma Kombi do &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Zarech&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;!!!! Só que o tiozinho estava perdidão, perguntou para que lado era Caxias. Mas cramento!! No asfalto de Fazenda Souza?!?? Onde é que ele morou nos últimos 10 anos???? Cheguei a pensar em mandar ele em direção ao Bassmussen. hehehehehe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bom. Chegamos em Fazenda Souza, para assistir a largada da &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.fgc.com.br/cgi-bin/imprensa/n5557.asp" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Volta Ciclística de Caxias do Sul&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. Ficamos alguns minutos admirando as bicicletas de várias dezenas de reais (realmente, algumas muito bonitas. Meu destaque vai para uma Cannondale, as Bianchi e uma &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.t-mobile-team.com/cms/tmoteam/en/team/partners/templateId=renderInternalPage/contentID=63576/id=9158.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Giant T-Mobile&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. Não é o meu chão, mas não posso negar a beleza do design e tecnologia dessas jóias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No momento da largada nos dirigimos para o &lt;/span&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;boteco suspenso&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; pra encomendar alguma coisa para comer. Várias risadas a respeito do cardápio do estabelecimento. Existe dois tipos de X-Salada, uma cerveja que eu não conheço (Malzebri), e até um X Bauru(?). Claro que foi necessário ingerir uma PowerCuba. Até eu tomei uns goles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/sImagem003.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/sImagem003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Passado uns 50 minutos passou por ali um famoso pedalador da cidade. Parou pra falar conosco. Segundo o Bolinho Inglês o que ele falou foi mais ou menos isso:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;- Mgrgrmgrmgrm rmgr grmgrm mrgrm grm grm grmgr KONA.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Isso me lembra um &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.hannabarbera.com.br/buscape/buscape.htm" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;personagem famoso&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; da TV. O que ele falou foi &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://www.hannabarbera.com.br/buscape/zefala.au" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;gravado&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;. Você entendeu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais uns 90 minutos e nosso lanchinho chegou. Sinceramente, cheguei a pensar em ficar por ali até a chegada da prova. Bom, mas o fato é que começou a esfriar, e resolvemos nos mandar, mas não sem antes falar um caminhão de bobagens e comer um docinho...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/sImagem006.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/sImagem006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cudiu! Na próxima festa do Augusto eu vou comprar um docinho desses pra cada criança e tá feito. Duvido quem consiga comer mais do que um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/sImagem007.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/sImagem007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Saímos dali congelando. Cruzamos por vários e vários ciclistas no sentido contrário. Todo mundo indo assistir a chegada da prova. Até comentei com o pessoal que a subida do Eberle deveria estar legal, uma carnificina!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quase escapamos totalmente da chuva. Uns poucos pingos antes da Rota do Sol. No pé do Eberle, uma paradinha rápida pra tirar a foto de um novo santo (ou será o lançamento de um sabão em pó?), que dá o título a esse relato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/sImagem010.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/sImagem010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Gostaria de saber que foi o cidadão com a mente privilegiada que traduziu de Uomo Buon (Homem Bom, em italiano) para OMO BOM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E subiumos o Eberle. Enfim, uma bela pedalada (71,82Km, para o Bassolin, que mora mais longe) com uma companhia divertida, num ritmo legal pra curtir, não para se estressar. Isso é o que vale.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115921975433752067?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115921975433752067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115921975433752067&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115921975433752067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115921975433752067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/santo-detergente.html' title='Santo Detergente'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115861805795307835</id><published>2006-09-18T15:05:00.000-07:00</published><updated>2006-09-18T15:25:48.453-07:00</updated><title type='text'>Pedal da campanha do agasalho</title><content type='html'>Sábado levantei cedo, 8 da madrugada estava de pé. Tomei um nescau tradicional, duas bananinhas e fui arrumar as tralhas para o pedal do dia. Katja preparada, tralhas arrumadas, fantasia pronta, aquecimento e me mandei de casa rumo ao Bob's, ponto de encontro determinado para este pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair de casa um ventinho cortante me atrapalhava. Desci a Julio, entrei na Av. Itáli e subi a Sinimbu até o ponto de encontro. O vento cortante piorava a cada pedalada. Talvez fosse porque estava um dia (um pouco) frio para pedalar SÓ de camisa, sem corta-vento nem jaqueta. Mas acho que não, pois os termômetros marcavam 7°C, estava ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei no Bob's e avistei por lá o &lt;strong&gt;Jorge&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Zunior&lt;/strong&gt; me aguardando. Ambos estava completamente encasacados. Com luvas de dedo longo, aqueta, manguitos, corta-vento, calça de bailarina e toda vestimenta própria para dias muito frios. E eu só de bermuda e camiseta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batemos um papo e esperamos o último pedalador, o &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt;, que chegou atrasado. Deve ter demorado porque ficou tentando colocar as calças de bailarina. logo que ele chegou, arrumei um jornal para usar como corta-vento, coloquei por baixo da camiseta, e nos mandamos, rumo à Rampa Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de sair o Testa fez questão de avisar ao Jorge para nunca mais deixar em casa sua bolsinha "ecomotion". Avisou também que o guidão do Jorge é bem bonito, isso, inclusive, ele ressaltou e falou com um certo tom humorista. E é bonito aquele guidão. Né Jorge?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E adentramos no Bairro Cruzeiro e fizemos a primeira parada do trajeto. Paramos ali na Agafarma para dar oi pra sogra do Testa. hehehe. E seguimos viagem. De início já enfrentamos uma parte do caminho com plantação de cascalho. Que terrível que é pedalar no cascalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí saímos da civilização e começamos a entrar nas colônias. Passamos pela frente do Motel Lebond e notamos que ao lado, um pouco depois, tem o "Portal do Eden", local propício para gravações de filmes de terror. O Testa inclusive marcou bem o local para voltar uma outra oportunidade e entrar pelo portão. Seguimos adiante mas antes de começarem as descidas os demais Pedaladores quiseram parar e registrar uma foto onde mostrasse que eu era o único índio do pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4286.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4286.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois que riram bastante de mim seguimos viagem, em direção à São Francisco da 4ª Légua. Morro abaixo é uma maravilha. Sim, é uma maravilha pra quando não está frio e sem a vestimenta apropriada para o vento. Que terrível. Não sabia se descia devagar para não pegar vento ou se descia rápido para chegar lá em baixo e me esquentar logo. Nesta hora complicou. Resolvi descer rápido, é mais emocionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos mais um pouco até encontramos uma árvore sócia dos AA. Notem que ela estava caminhando à beira do barranco, deve ter escorregado e caiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4288.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4288.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Continuamos o caminho pela mesma estrada, sempre na principal. Passamos por diversas bifurcações, locais que no futuro serão desbravados. Chegamos então em São João da 4ª Légua, passamos o ginásio de esportes, a igreja e o buteco onde &lt;a target="_blank" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4260_resize.jpg"&gt;não se pode permanecer armado&lt;/a&gt;. Paramos um pouco adiante para que o Jorge descansasse um pouco. Aproveitamos e tiramos mais fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4289.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4289.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além das fotos dos pedaladores, o Jorge sempre gosta de retratar a civilização antiga. Muito bem cuidada esta casa de pedra. Merecia uma foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4291.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4291.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Partimos em direção a São José da 4ª Légua. É muito santo em uma légua só. Estávamos bem protegidos por, no mínimo, três santos: São João, São José e São Francisco. Podíamos abusar nas descidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num descidão muito bom de pedalar o Zunior se largou na frente. Me mandei na cola dele, seguido, um pouco mais de longe pelo Testolino e pelo Jorge. Na metade da descida tive que parar para resgatar a caramingola que tentou se suicidar. Aí foi mão nos freios até parar, estávamos numa velocidade um pouco alta. Parei, voltei uns 40m, resgatei a caramingola e me mandei morro abaixo para alcançar os demais que sumiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me encontrei com eles quase no final da descida, onde me aguardavam rodeados de inúmeros "amiguinhos" latindo feito loucos. Um deles tinha uma certa habilidade para escalar pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4293.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4293.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tem cachorro nesta estrada. Em questão de minutos podemos encontrar no mínimo uns 30. Nos reagrupamos e partimos adiante. Agora começava uma subidinha meia chata. E não é que um "amiguinho" gostou tanto de nós que veio fazendo "companhia" até o meio da subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porcaria, que cachorro chato aquele. Montei na bici e o bicho veio. Aí tentei dar uma escapada mas ele seguia no meu calcanhar, latindo endoidecidamente. Alcancei o Testolino e deixei ele fazendo companhia pro animal, que não cansou. Nos seguiu por um bom tempo, sempre na nossa cola, latindo e ameaçando. Graças a Deus os bichanos não têm cérebro, pois eu tava cansando na subida e se ele tivesse um pouco de paciência era só esperar eu cansar para dar o bote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos um pouco adiante para umas fotinhos e para descontrair um pouco, além de observar a bela paisagem do local. Notem a estrada lááááá em baixo, sinal de que estávamos num pouco relativamente alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4294.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4294.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Testa, ele tinha visto um caminhão ali na estrada, e que o motorista tava de lentes. O Testa tem visão biônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4299.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4299.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos viagem, agora era subida pela frente, sem descanso. Próxima parada: Rampa Sul, local onde os alucinados saltam de paraglider e assemelhados. E nos mandamos morro acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já de início a subidinha dá mostra de que não será fácil de ser vencida. Começa bem tranqüila, dá pra ir na coroa do meio, dá um descanso e depois piora, e piora muito. Eu larguei na frente, coroa do meio e perna queimando. O Primeiro lance da subida foi barbada, depois tentei vencer o seguinte sem baixar pra coroinha (como aconselhado pelo Jorge). Não deu, pedalei uns 5m e as pernas pediram reforço, aí a solução foi baixar pra coroinha, ser ultrapassado pelo Jorge e pelo Testolino e subir na manha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subidinha judia, tem que ir com calma, não adianta querer se afobar pois é muito longa e com pontos bem íngremes. O negócio é ir levando ela devagarito, sem pressa. Após transposta a subida judiante tem mais um pedaço em subida, mais leve, onde dá pra subir tranqüilo na coroa do meio. não tão tranqüilo assim, mas dá pra subir, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos no topo, chegamos na famosa &lt;strong&gt;Rampa Sul&lt;/strong&gt;. A vista do é espetacular, pena que algumas pessoas estragam a foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4301.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4301.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aproveitamos que o dia estava ótimo, descansamos, apreciamos a paisagem, batemos várias fotos e demos muita risada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4304.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4304.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lá no fundo, no outro lado, é o Ninho das Águias, outro pondo de onde os alucinados decolam sem asas. Estes três aí, dependurados na beira do precipício não tiveram infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4305.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4305.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A conversa estava boa, as fotos cada vez mais legais, mas precisávamos voltar. O Jorge sugeriu descermos até o Caí e voltar pelos famosos "cotovelos". Só que tanto eu quanto o Testolino não podíamos demorar muito na volta, e este trajeto levaria muito mais tempo para ser feito. Voltamos então pelo mesmo caminho por onde fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora aquela subidinha judiante se transformou em uma descidona alucinante. Eu e o Junior nos largamos morro abaixo seguimos pelos outros dois pedaladores. O Zunior começou a escapar e eu fui ficando pra trás. Tentei buscar o bicho mas quase que os Santos precisam vir me buscar. Bem na última curvinha eu quase fui reto. Passado o susto me encontrei com o Zunior logo adiante, no final da descida há uma casa e lá estava ele reabastecendo a caramingola. Esperamos os outros dois pedaladores e nos mandamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Largamos os 4 juntos, mas eu fui ficando para trás, as pernas ainda não haviam esquentado. O Jorge Ex-ecomotion começou a se distanciar, deixando para traz o Testolino e o Zunior, e mais atrás ainda, eu. Mantive uma distância de uns 30m dos demais e fui subindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta subida, que antes era descida, é o local onde mais existe cachorros soltos no universo. Aquela cachorro preto que na vinda nos seguiu estava lá, nos esperando, pronto para dar o bote. Tinha também o Cão Helicóptero, um cachorro de porte médio, o único preso em corrente. Também pudera, o cão era do demo, dava pulos alucinantes mesmo preso na coleira, o que o fazia dar voltas e mais voltas. Uma cena engraçada, boa para perder a concentração na subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá em cima, quase no finalzito desta subida mais longa, dei um gás e alcancei os demais. Ou será que me esperaram? Na dúvida é melhor dizer que eu me esforcei pra alcançá-los. Paramos no buteco onde &lt;a target="_blank" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4260_resize.jpg"&gt;não se pode permanecer armado&lt;/a&gt; para comer alguma coisa. Não tinha nada, só porcarias e trago. Pedimos uns salgadinhos, umas rapaduras e uma dose de ródka para os &lt;a target="_blank" href="http://www.romariobikers.blogspot.com"&gt;&lt;strong&gt;RomarioBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, pois ninguém é de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos mais um pouco, descansamos e fizemos amizade com o Pateta, uma criatura sem noção, que deixou todos bem animados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4307.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4307.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chega de descanso, vamos pra casa, se não a janta será um X e não o combinado xurras. Na saída do buteco tem um parquinho de diversões, aí as crianças se divertem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Cdscn4310.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Cdscn4310.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois disto foi só subir, subir e subir. A volta é muito boa de se fazer. Muito mais subidas do que descidas, mas subimos todos bem, num ritmo bom e sempre juntos. O Jorge as vezes dava umas escapadas (por causa do guidão) mas logo nos reuníamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos então novamente no bairro cruzeiro, de volta à civilização, ao barulho, ao caos, ao desrespeito com os ciclistas. Como tem motorista imbecil neste mundo. Eita gentinha estressada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos despedimos ali no trevo da BR e cada um foi para seu lado. Foi um ótimo pedal. É muito bom pedalar com gente que se preocupa mais em se divertir. &lt;strong&gt;58km&lt;/strong&gt; cravados no cateye com uma ajudinha ao chegar em casa, claro, pra arredondar né. Até o próximo pedal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115861805795307835?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115861805795307835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115861805795307835&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115861805795307835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115861805795307835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/pedal-da-campanha-do-agasalho.html' title='Pedal da campanha do agasalho'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115798735848225096</id><published>2006-09-11T08:06:00.000-07:00</published><updated>2006-09-22T03:58:27.423-07:00</updated><title type='text'>Ventalha, ventalha, ventalha - By Andrius</title><content type='html'>Vou fazer um relato pra não passar em branco o "Pedal dos Gigantes", hehehe!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse não tem fotos, pois ninguém lembrou de levar as vegetais. Tudo acertado na quarta prum pedal leve só pra não perder o feriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui o primeiro a chegar, as 8:05, na praça. Sempre combinamos no Magnabosco, mas é engraçado que ninguém espera lá (deve-se pedir autorização pros bundões do "Magna" pra poder se encontrar ali, hehehe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo chegou o Marcos, que andava sumido, e em seguida o Marcelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acertado o roteiro, nos bandiamos pros lados de Ana Rech. Resolvemos fazer o trajeto do Carino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termômetro marcava 6ºC, mas a sensação era de menos (copiei do Bassolin, huahuahua!!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento tava FDP. Até passarmos da UCS foi pouca conversa e muita concentração, pra vencer a ventalha. Muito frio mesmo. O sol se fez presente e começou a esquentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo calmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na represa com um ritmo fraco, de 16 km/h. Só pra avisar, a represa, não tá mais transbordando! Acho que logo teremos RACIONAMENTO, hehehe!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o vento disminuiu, hehe!!! Mas aí entrou o cascalho! Outra merda! Muito cascalho até começar a descida do Carino. O Marcelo já tava ficando nervoso, hehe! O Marcos nem ligava; nas descidas se largava com tudo (acho que ele e o Júnior têm alguma coisa em comum, huahuahua).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos o asfalto, uma paradinha na ponte pra completar o nível do rio e se preparar psicologicamente pra subida. Logo após a ponte, fizemos uma descoberta: Tem um sítio arqueológico ali no Carino. O Marcelo falou que já passou por ali várias vezes, mas nunca tinha lido uma placa que tem ali, que diz "Centro Arqueológico". No próximo pedal registraremos com fotos, hehe!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E encaramos a subida. Muitas pedras soltas e erosões, mas nada que os gigantes não pudessem transpassar. Ritmo médio, pois o Marcos tava algum tempo sem andar, então nada de forçar. O Marcelo, vez em quando dava uma escapada, mas nada muito significativo (vai ficar bravo, hehehe!!!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só uma paradinha pra acertar a idéia e pau-na-mula novamente. Ritmo bom no plano, com poucas pedras (pra falar a verdade, tava quase um asfalto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tranqüilo, até que nos deparamos com um animal (pra não dizer coisa pior) ensinando a patroa a dirigir. Olha aonde o vivente leva a mulher pra ensinar as técnicas de pilotagem! Será que não tem lugar melhor do que no meio do mato e em estradas de chão? E justo ali naquelas quebradas. Não demorou muito e passamos o veículo, já indignados com a lerdeza da condutora. Ritmo forte pra tirar distância. Conseguimos manter a liderança por um bom tempo, mas eles nos passaram novamente, e bem numa curva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado o ocorrido, mantemos o ritmo até a BR 116. O frio já tinha passado, mas o vento voltou a incomodar (e contra pra variar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali na polícia redoviária o Marcelo foi pras dereita. O Marcos e eucontinuamos pela BR até o Bairro Cruzeiro, depois pela 18 até a Visconde de Pelotas. Daí cada um pro seu lado. Pedal tranqüilo até em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total: 65 kms&lt;br /&gt;Tempo de Pedal: 3:50 h&lt;br /&gt;Tempo Pedalado: 3:21 h&lt;br /&gt;Média: 20 km/h&lt;br /&gt;Derrapagens no cascalho: 1.372 vezes&lt;br /&gt;Quase-tombos: 5 vezes (3 do Marcelo e 2 meus)&lt;br /&gt;Cachorros na pista: 12 (contando os que trouxeram algum risco, pois se fossemos contar os amarrados ou fechados por algum tipo de cerca, certamente perderíamos as contas! Nunca tinha visto tanto cachorro num pedal só).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto é isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="'http://blogblogs.com.br/api/claim/437697445/90758/2748'" rel="'me'"&gt; BlogBlogs.Com.Br &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115798735848225096?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115798735848225096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115798735848225096&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115798735848225096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115798735848225096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/ventalha-ventalha-ventalha-by-andrius.html' title='Ventalha, ventalha, ventalha - By Andrius'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115771937569554288</id><published>2006-09-08T05:42:00.000-07:00</published><updated>2006-09-08T05:42:55.720-07:00</updated><title type='text'>Power polenta brustolada</title><content type='html'>Quinta-feira, feriado de 7 de setembro, frio, muito frio na cidade. Os termômetros marcavam &lt;strong&gt;10°C&lt;/strong&gt; e o vento cortante incomodava muito. Mas tudo isso não importa, o que importa é o que interessa, e o que interessa é que fomos pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a target="_blank" href="http://www.serrabikers.org"&gt;&lt;strong&gt;gigantes&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; se reuniram para pedalar mais cedo, saíram por volta de 8 horas da madrugada. Eu, &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Prona&lt;/strong&gt; resolvemos ir mais tarde, para aproveitar o pouco de Sol que viria durante o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos encontramos então na Igreja da são Pelegrino. Cheguei lá e o o Prona já aguardava, tremendo de frio. Esperamos um pouco, enquanto a temperatura aumentava, já estava marcando 11°C e algumas perigosas passeavam com seus cachórros. Eis que surge o Testolino. conversamos um pouco e nos mandamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vontade era de fazer um pedal curtinho, só pra não passar o dia em branco e estava frio, o que prejudica bastante o rendimento, hehehe. Desculpa de manco é a bengala. Subimos os SPA em direção à Linha 30. Ali descemos o asfáltico até Santa Giustina. O Prona se largou na frente sem medo do vento cortante. Logo atrás foi o Testolino e eu fiquei por último para testar a resistência do vento gelado. E que vento, tinha momentos da descida que foi preciso pedalar para não parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos rapidito em Santa Giustina. Parada estratégica para conversar e decidir por qual caminho seguiríamos. Como já estávamos esquentando resolvemos aumentar o pedal. Seguimos reto pela estrada do Campinho do Matagal. Pegamos a Descida do Carvalho e se largamos morro abaixo. O Prona se mandou novamente, tava com pressa. Logo atrás fui eu, no vácuo. Um pouco depois vinha o Testolino. Aí foi só festa, descidão alucinante. &lt;strong&gt;67km/h&lt;/strong&gt; naquela encrenca. Passei o Prona quase no finalzito da primeira descida enquanto fazíamos um dual slalon legal, hehehehe. Tinha pouca pedra, bem pouca. E pequenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei na Encruzilhada do Garganta e mão no freio. Logo depois chegou o Prona e o Testolino mais atrás. Aí pegamos a estradinha do Garganta, passamos pela casa dele, pelos parreirais e avistamos a criatura com seus familiares aprontando o parreiral para a próxima safra. Cumprimentamos e seguimos. Pra variar o Garganta estava falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí tem mais uma descidinha até o Rio Sem Ponte. O Prona não conhecia o caminho e nos largamos morro abaixo novamente num dual slalon. Teve uma curva que o Prona se perdeu e foi pro mato, e eu junto. Corrigimos o traçado, voltamos pra "pista" e seguimos morro abaixo. Passamos por uma tobata e eu só ouvi os dois nativos comentarem: "&lt;em&gt;-Ó os louco aí.&lt;/em&gt;" Aquela descidinha é legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí estávamos chegando perto do Rio Sem Ponte e como eu conhecia o caminho reduzi pra não entrar rio adentro. Só que, bandido que sou, esqueci de avisar o prona para fazer o mesmo e o cara tava muito rápido. O resultado não podia ser diferente: só escutei o travasso no cascalho e quando vejo o Prona já estava caindo dentro do rio. uma cena linda de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei bem na margem onde a água não atinge e ficamos rindo. O Prona se levantou e atravessou o rio empurrando a bike, pra não cair novamente. As pedras estavam muito lisas e o rio estava mais cheio. Bastante perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí chegou o Testolino, o dono da sabedoria dos rios. O cara que entende tudo de travessia de rios e tal. Ele disse, apontando para um local no rio: "&lt;em&gt;-Não, tem que ser por aqui ó. Por aqui não tem erro. Pode vir que é tranqüilo.&lt;/em&gt;". Resultado: outro que foi pra água. E eu de fora, aguardando na margem e apreciando o tombo do Testolino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia estava bem bom para se melhora. Nem tava frio, quase nada. Aí foi minha vez de atravessar. Pensei: "&lt;em&gt;Se eu cair vai ser feio.&lt;/em&gt;". Dei meia volta na estrada para pegar embalo e tentar passar sem pedalar. Clipei os pés e fui. Escolhi um caminho bom, com pedras lisas mas pequenas. Tive que dar duas pedaladas na metade da travessia pra não parar. Mas atravessei sem cair. Que técnica(!), hehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora acabou a descida e viria a subida. Estradinha muito legal esta. Fechada e limpa. Sem pedras e entulhos no meio do caminho. Ótima de pedalar. o Testolino se mandou na frente. Eu fiquei pra trás e o Prona demorou um pouco mais para subir a primeira parte da subida. Lá em cima, na Casa Sem Fio paramos para as primeiras fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vista do final da primeira subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem000.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem000.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Testolino, o escalador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem001.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem001.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Prona, o molhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem003.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem003.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bassolin bailarina. Que ridícula essas calças. Mas esquentam pra caráleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem004.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos adelante. Mais um pedaço plano e bom de pedalar no meio da selva. fiquei para trás batendo fotos enquanto os dois se mandavam pela estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todas as fotos foram tiradas com o celular, por isso a qualidade não é tão boa. Ou , quem sabe, o fotógrafo não é dos melhores. O Jorge Tadeu não pode ir pedalar desta vez, sobrou pra mim fazer esta mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem006.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segui viagem. Logo adiante, no final da segunda parte da subida encontro os dois pedaladores parados, apreciando uma obra da natureza. Ambos estava deslumbrados com a beleza de uma árvore. Fotos foram batidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem007.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meia arrombada é verdade. Mesmo assim o Prona ficou bem entusiasmado com o que observava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem008.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem008.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Testa foi mais além, tentou arrumar um jeito de chegar mais perto. Procurava por algum "cipó" para se pendurar e escalar a árvore. Ele queria entrar de cabeça nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem009.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas risadas e seguimos adiante. Agora teríamos mais um pedaço em subida para logo depois um trecho plano. Esta estradinha é show de bola. lugares assim merecem ser preservados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem010.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E seguimos viagem. Depois da subidinha vem a parte plana. Um local de onde dá para ver o outro lado da montanha. A visão do desfiladeiro é bala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem018.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem018.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E mais um pedaço da estrada. Agora em uma parte mais aberta, onde o sol já cobria parte do caminho e começava a esquentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem016.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem016.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E chega de moleza, agora viria a pior parte da subida. Um trecho não muito íngreme, mas bem longo. O Testolino novamente se mandou na frente. Eu subi mais atrás e bem depois vinha o Prona. Alí é um local onde não dá para conversar muito, subimos concentrados, cada um mantendo o seu ritmo. Lá no final desta subida tem um descanso, onde paramos para reunir a tropa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tropa reunida, seguimos adiante. Agora faltava pouco, estávamos quase no topo. não tinha mais par aonde subir. Nesta última subida o Prona foi ficando para tras. paramos lá no finalzinho da subida para esperar ele, que demorou um pouco para aparecer, mas apareceu. O Testolino voltou um pedaço do caminho para fazer companhia ao Prona e dar mais motivação para ele terminar a subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem022.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem022.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A partir deste ponto não tinha mais pra onde subir. Para qualquer lado que alhássemos estávamos no ponto mais alto. Passamos peloo Cartódromo oval, pela ingreja de Caravágio de não sei que légua e seguimos adiante. Asfáltico na rodovia João Slaviero. Morro abaixo e chegamos em Otávio Rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era quase uma da tarde e todos estavam com fome. Paramos no já tradicional bar do Gringo para tomar um limãzinho e ver o que tinha para comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem025.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem025.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É bão esse limãozinho. Tem bastante vitamina c.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem026.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem026.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas o que tinha para almoçar, já que era feriado e muita coisa estava fechada na localidade? Ora, na colônia se come bem, muito bem diga-se de passagem. Então, nada de passar mal, já que estamos aqui vamos comer bem. o prato da casa cairia como uma luva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem027.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem027.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E almoçamos muitíssimo bem obrigado. Macarrão, salamito frito, queijo na chapa, salada e POLENTA BRUSTOLADA, uma maravilha da culinária colonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Imagem030.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Imagem030.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Que espetáuclo, e o pior de tudo que era bem caro, deu 7 conto por pessoa. Uma facada, hehe. Descansamos um pouco, falamos algumas besteiras, brigamos com o orelhão e nos aquecemos no sol. Nos preparamos para a volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que volta! Ja na saída ums subidinha até a encruzilhada da Linha 60. Agora foi minha vez de subir na frente. As polentas estavam querendo voltar, mas segui firme no meu ritmo. Cheguei na encruzilhada e esperei os outros dois. Demoaram um pouquito então eu aproveitei para fazer uma ligação e avisar a mulé que eu estava vivo, já que o maldido orelhão do gringo não permitiu isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prona e o Testolino chegaram e nos mandamos adiante. Estrada tradicional de várias pedaladas. Caminho tranquilo e desta vez estava sem aquela montoeira de pedras e cascalho pelo caminho. alguma alma boa pensou nos ciclistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos até linha 60, onde na última vez que passamos estavam preparando para asfaltar. E não é que já estava toda reta asfaltada. Um tapete para pedalar, os viadinhos que devem adorar, ops, os espideiros, hehehe. Dali fomos em direção à linha 40, descidão muito bom. E estava ótimo para descer em alta velocidade, pois não tinha pedra nem cascalho solto na pista. Descemos feito loucos. O Prona novamente na frente, eu logo atrás e o testolino por último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na igreja do 40 e nem paramos, seguimos adiante pela subidinha asfaltada. logo no início da subida caiu a corrente do Prona. Acho que foi tática dele para descansar. Só pode. continuamos morro acima. Eu tinha que fazer jus ao apelido Basmussen, não só por cair escandalosamente-rídículo em descidas mas também por subir na frente, hehehe. E me mandei. Subi na boa, ritmo bom, sem se esguelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subi sem parar para pensar, só me concentrando na pedalada. Chegeu lá em cima com uma boa vantagem dos outros dois, que vierem na maciota conversando e se poupando para a última parte traiçoeira. Esperei uns 5 minutos descansando numa sombra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos reunimos novamente, água para o organismo e perna pra cima. Esta última parte pe bem dificil se o cara não conhece e tá mal acostumado. Começa fraquinha e quando as pernas já estão pedindo arrego a subida inclina mais e piora bastante. Mas subimos tranquilos. Coroinha e só controlando no câmbio traseiro. Novamente o espirito Basmussem me atacou e cheguei bem na frente dos outros dois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parada lá na gruta para um último descanso e água para o organismo. Logo depois chegou o Testolino e mais tras o Prona que, segundo ele, já estava no modo sobrevivência há tempos. aí já estávamos em casa, era só descer os SPa, ir até o centro e nos despedir. Foi um pedal bem legal, 53km pedalados, ótimo para um dia tranquilo, um feriado. Estamos prontos para o próximo, ainda mais se tiver uma polentinha brustolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That's all folks!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115771937569554288?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115771937569554288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115771937569554288&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115771937569554288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115771937569554288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/power-polenta-brustolada.html' title='Power polenta brustolada'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115741393651681557</id><published>2006-09-04T16:49:00.000-07:00</published><updated>2006-09-04T16:58:47.296-07:00</updated><title type='text'>Vento, Frio, Chuva e 57km</title><content type='html'>E sábado rolou um pedalzito do capeta. O &lt;strong&gt;Basso&lt;/strong&gt; foi para o Uruguay comprar mantimentos tragolísticos e bicicletísticos. Na verdade só eu e o &lt;strong&gt;Zorze&lt;/strong&gt; fizemos uma indiada buena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo estava indefinido e as previsões indicavam chuva para sábado de manhã, então combinamos ainda na sexta de tarde de sair depois do almoço, as 13:30 no posto do Bob's. E lá estávamos, em cima do laço se encontramos no posto. Corta-vento, calça de bailarina, luva de dedo e tudo mais. Ainda não tava muito frio, mas tinha um vento do cão. O trajeto proposto pelo Jorge foi de ir e voltar até a Rampa Sul, lugar onde os malucos se atiram de asa delta e paraglider. Segundo ele seriam uns 48km. E o cabeça de lontra aqui acreditou! Eu pensei o seguinte: bom, é um lugar alto para os lokos pularem, então deve ser subida até lá e a volta é um doce. Que imbecil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo acertado e caímos da boca. Logo na saída o primeiro fato estranho da tarde. Um cidadão de roupão, pijamas e chinelo de dedo passa caminhando em direção ao Imigrante, e uma guria meia alucinada atrás falando no celular. Sei lá. Até um carro da polícia e a guria fazia sinal pros hôme. Que viagem. O cara andava com cara de maniáco parecendo que ia cometer um ato insano a qualquer momento. Bom, eu e Jorge não somos bobos nem nada, passamos reto ligeirinho. Vai que sobra pra nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos indo e o vento conosco. Adentramos o bairro Cruzeiro, depois quebramos as dereitas e pegamos aquela estradita de chão que passa pelo Motel Lebond. Passamos pelo motel, seguimos pela estradinha e logo no começo tinha um cascalhedo recém nascido. "Excelente" pra pedalar. O Zorze Tadeu até quis tirar umas fotos da estrada cheia de cascalho novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4238_resize.6.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4238_resize.6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas o baile segue. Fomos andando naquele cascalhedo do carvalho e surgiram as primeiras descidas leves. Numa dessas descidas bateu um ventão lateral que quase jogou eu o Jorge pro mato. Cramenha...que venton! Passado o primeiro susto e seguimos o baile. Descidas, vendaval, retas, subidas, igrejas, rajadas de vento, tobatas, Corcel II no laço, cachorros enlouquecidos, e nós indo na buena conversando sobre tudo que é coisa e principalmente falando mal dos pedaladores que ficaram em casa. Hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos uma parada para fotos num lugar onde tem uma vista muito legal. Tem vista do Vale Real, da estrada de Feliz e tal. Ai que eu notei como estávamos longe de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4241_resize.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4241_resize.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Registradas as imagens, esvaziada a bexiga e fumô embora. Segundo o Jorge faltava pouco, era chegar até uma encruzilhada a frente, pegar a esquerda e encarar uma subidinha danada e pronto. Antes da encruzilhada passamos por mais uma igreja onde fomos cercados por uns quarenta e oito cães latindo pra nós. A maioria de pequeno porte, mas tinha uns dois ou três maiorzitos que nós fizeram acelerar. Chegamos na subida anunciada pelo Jorge, dibriamos pra primeirinha e subimos. Bah que subidinha fudida! É tiro curto mas é daquelas que exigem concentração, senão o cara desisti. O Zorze subiu na frente meio que tranquilo, e eu, surpreendentemente, logo atrás subi sem parar. Foi suada essa subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desse sofrimento, tinha uma retinha com eucalipitos dos dois lados onde bateu um vento do inferno, fazia um barulhão e parecia que ia arancar tudo. Era praticamente um tornado categoria 3. Paramos para "apreciar" o fenômeno e bater uma fotos. E antes que caísse uma árvore na nossa cabeça, seguimos que faltava pouco. Passamos por um eucalipito que tinha caído e só tava sendo sustentado por uns fios de luz e tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4243_resize.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4243_resize.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4247_resize.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4247_resize.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enfim, chegamos na tal da Rampa Sul. Uma vista espetacular da região. Ficamos curtindo a vista e descansando. Muito legal o lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4250_resize.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4250_resize.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4254_resize.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4254_resize.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4251_resize.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4251_resize.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aproveitamos para fazer um implante de cabelo no Jorge pois a situação tá feia. Hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4258_resize.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4258_resize.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, tinhámos que voltar. Já passavam das 16h, o frio começava a dar as caras e tinhámos que fazer uns 30 km pra voltar. Se larguemo então. Saimos num ritmo mais acelerado. Descemos quilo que subimos antes e, lembram dos cachorros? Caraio! Eles gostaram do Jorge. Hehehe. Na volta passamos por eles no laço e dois fizeram o Jorge, que estavam um pouco na frente, acelerar ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu andando atrás e curtindo a aquela cena: O Jorge e um capa preta tamanho M fazendo um peguinha alucinante pela estradinha. Muito engraçado os dois. E meteram um laço, desviando de poça e das laranjas podres no chão. E o Jorge matou o bixo no cansaço que ele nem latiu pra mim. Foi muito legal...hehehe. Fomos em frente. Algumas subidas e tal. Chegamos num lugar que tinha uma quebrada pra esquerda e o Jorge sugeriu ir por ali. Ele achava que era mais ou menos a mesma distância e a estrada, que ele já passado uma vez, era legal. Metemos por ali então mas logo o Jorge viu que não era a estrada que ele pensava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos e seguimos pelo mesmo caminho da vinda. Paramos no salão da Igreja de São João da 6ª légua. Fomos pra budega que tinha vários nativos do local numa jogatina de canastra. Para repôr as energias: refri, pingo d'ouro e rapadura de leite. E o fato marcante do lugar era uma placa atrás do balcão: &lt;em&gt;"Proibido o uso de qualquer tipo de arma!&lt;/em&gt;" Hehehe. Sesancional! Que nível! E claro, tiramos fotos. Hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/1600/DSCN4260_resize.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3623/2024/320/DSCN4260_resize.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Continuamos a viagem antes que desse uma confusão ali. Já passava das 17h e tinhamos muito chão pela frente. O frio já era mais intenso e pra ficar "melhor" ainda começou um chuvisqueiro desgraçado. Aumentamos o ritmo e continuamos subindo. As pernas começaram a se entregar, o chuvisqueiro virou uma chuva fraca e gelada, já estava escurecendo e devia estar uns 8°. Tá loko! Tem que gostar mesmo! Hehehe e é bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo chegamos no bairro Cruzeiro. Os pés eu não sentia mais, as pernas já estavam na reserva e o resto tava ok. Fizemos uma parada rápida na Agafarma do Cruzeiro para dar um oi frio e molhado para a minha patroa. Coisa rápida só para ela ver que eu estava vivo porque eu ainda tinha que ir até em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o Jorge nos despedimos rapidamente ali no posto da BR e cada um seguiu reto pra casa. Tava muito frio, escuro e eu estava semi molhado. Fui andando no ritmo que as pernas permitiram. Cheguei em casa ai pelas 18:30 totalmente seqüelado. Foi puxado o troço. Mas nada que um banho quente e uma cochilada não resolvam. As 19:30 já tava novo, pronto pra meter trago de noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechou 57,8 kms pedalados com vento, frio e chuva, e foi sensacional. Como é bom fazer essas indiadas. Foi bala mesmo. Valeu pela parceria do Jorge e pelas paisagens vistas. Valeu mesmo Zorze. Estamos no aguardo das fotos. Basso, tu já voltou do Uruguay? Têmo que fazer esse caminho de novo. E vamos combinar uma pedalada caprichada no feriado. Falow gurizedo! By &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este post foi feito pelo pedalador &lt;strong&gt;Testolino&lt;/strong&gt;, membro da grandiosa equipe &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.romariobikers.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;RomarioBikers&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Para não ter que fazer outro post igual, me solicitaram (culpa do Jorge) que eu colocasse este post aqui.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115741393651681557?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115741393651681557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115741393651681557&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115741393651681557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115741393651681557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/09/vento-frio-chuva-e-57km.html' title='Vento, Frio, Chuva e 57km'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115681290527973648</id><published>2006-08-28T16:24:00.000-07:00</published><updated>2006-08-29T13:08:34.396-07:00</updated><title type='text'>Vortiada do Bico Chã Chã</title><content type='html'>Durante a semana o Marcelo propos uma indiada campeira, lá pra diante da Aparicida. Combinemo de se junta cedito, prum sábado na cidade, 8:30. Lá pra fora cedito é antes dos galo canta. A combinaçã era de se acuierá ali polo Magnabosco. Quem chego, chego na hora. Se atrasemo um poco proque fiquemo esperando o Marcos. O animal disse que ía, não apareceu, não avisô e nem dexo o celular ligado. Esperemo uns 15 minuto, o homi não apareceu e resorvemo se larga. Se fumo pras banda da BR 116. Mas ainda paremo no posto Tonolli pra ponhá ar nos pineu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto nóis abasticia os pineu com ar chegô o cumpadre Testa, do &lt;a href="http://www.romariobikers.blogspot.com" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;RomarioBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pra ponhá ar também. Prosiamo um poco e se larguemo dinovo, pra encontrá o Junior difronti a polícia redoviária. O Testa foi junto co cumpadre Gustavo (Bassolin) Basso pra banda de Otávio Rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subimo o São Ciro e na encruziada de Ana Rech peguemo as dereita. Passemo pela Marcopolo e ná descida tentemo pegá o vácuo dum caminhãozinho, mais num deu, o animal paro de vereda. É bão dize que vácuo não é o marido da vaca, esse é o toro. E toro transexual é boi. Cheguemo em Ana Rech e vimo uma coisa muito triste, um homi véio criado levando um doguinha miúdo passea com uma fitinha rosa no pescoço. Mas se não é de dá uns pranchasso de facão e desaspá um mol desse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemo Ana Rech e se apinchemo coxia abaxo, uma cascaiera e uma pozera de dá medo. Paricia inté uma cerraçã das veis. O Marcelo e o Junior se sumiro no meio da polvadera. E fui um poco mas despacito pra não perde o rumo e da cos costado numa cerca. Garremo as esquerda pra banda da represa do Faxinar. Paremo bem incima da barrage pra bate uns retrato. É uma lagoa bem grande, dá pra mais de 1000 boi bebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Faxinal.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Faxinal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Subida%20Fax.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Subida%20Fax.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Proseamo um poco uma prosa atoa, moiemo a palavra nuns gol d'água e se larguemo pra cascata do Molin. Até a cascata a gente vai costeando umas plantaçã de zocalito, antigamente era um arvoredo lindo. Agora foi quaje tudo pro chão. Tão prantando pinus agora. Daqui por diante tem umas pegadinha mais forte, mas se o índio vem embalado quaje sobe os morrinho sem fazer muita força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguemo na encruziada da estrada sem saída e esperemo um poco o cumpadre Igor chegá, é o fim duma subidinha forte. O homi já chegou chamando Jesus de Genésio. Cansou um poco, mas o cumpadre Marcelo deu umas instruçã de descer mais rápido pra pegar mais embalage.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paremo um poco aqui pra se esticá, o cumpadre Junior boto um ar no pneu traseiro e moiamo a goela pra tira o pó. Arcansemo a encruziada da Aparicida, já quaje sem água. Mas o povo ali da casa tá acostumado com bicicletero. Já paremo ali otra veiz pra pidi uns gol d'água. A muié véia da casa avisto a gente e já deu ordi pro piá de nos traze uma água. E lá veio o piazito com um bardinho de prástico cheio d'água. Maz óia que gente mais boa. O bardi d'água veio cuaiado de pedra de gelo drento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O piazito conto que também tem uma bicicreta, mas tava com o pineu murcho. A gente se prontifico a arrumá se tivesse furado, mas ele disse que só fartava ponha ar e troche a bicicretinha. Enchemo o pineu e o guri que saiu mais facero que égua com dois potrilho. Demo adeus pro cumpadre Igor que ía vorta pela Rota do Sol pra Caxias. Fumo pras esquerda pra Aparicida, o pineu da bicicreta do Marcelo começo a murcha. Mas seguimo, era um furinhozinho de nada. Passemo a Aparicida e subimo o morrinho mais forte da ida, coza poca, nem se compara com os costado da serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui por diante foi ligerito, em cima do coxião que subimo tem só umas coxiazinha boa de andá ligerinho. O Marcelo vinha mais degavar proque o pineu tava quaje vázio.&lt;br /&gt;Cheguemo na Vila Chéca, que é um poquinho antes da Vila Seca. Rebatizamo o lugar porque tem uns 3 putero ali. Fumo até a borracharia pra mode de merguiá a câmara de ar n'água e vê onde tava o furo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o Marcelo arrumava o furo fiquemo numa prosa atoa dinovo. Comendo sargadinho e se segurando pra bebe uma gasosa no buteco do putero. Tava uma ventorréia medonha, o catavento da borracharia chegava a zuní de ligero que girava, paricia que ia avua. Montado o pineu, fumo pra bolicho bebe a gasosa. Tava uma bagunça drento, tão fazendo umas reforma. Acho que vai te reinauguraçã do putero. Tinha uns véio la contando umas mintira. Pedimo uma gasosa e se sentamo do lado de fora. Ficamo ali tomando a gasosa e proseando enquanto caia uns pingo de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali a poco apareceu uma das moça do estabelecimento pra oiá nóis pela janela. Cruzes, parecia uma cruza de guará com mão pelada, tinha mas o meno um metro e meio de altura por um e sessenta de largura. Parecia que tinha enfiado o dedo na tomada e os cabelo se alvorotaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despois chego a otra que tava na parada de ônibus. Essa era mais ajeitada, magra, alta, tinha um dente e a cara parecia uma amexa seca de enrugada. Essa era uma cruza de cruiz credo com deus me livre. Teve gente que acho interessante o fato de ser banguela. Gente desocupada pensa muita bobage. Chega de coisa feia e bamo simbora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fumo pelo asfarto até a entrada de Vila Seca e quebramo pras esquerda até a ponte do lajeado das marreca. Despois tem uma subidinha. O Marcelo aviso pra se cuidá que os motorista são tudo loco por ali. Sentam o chulé no aceleradô. Um perigo arcado andar por essa estrada. Mas fumo bem, se avisando quando vinha carro e aproveitando as descida das coxia. Pranejando uns adesivo novo que o cumpadre Junior vai fazê pros serrabikers, falando duma campanha de segurança pra protege os bicicletero dos carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase se passemo na entrada da Fazenda Santa Clara, que nóis vinha embalado e não conhecia o caminho. Só o Marcelo e o Andrius sabia da entrada. Paremo pra ver o mataburro de alta tecnologia com contra-peso da fazenda. Não gosto de me achegá muito perto dessas coisa, tenho medo de morre. Subimo no troço pra testa e fumo pra frente da portera da entrada da fazenda pra bate mais um retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Faz%20Sta.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Faz%20Sta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Calma Junior, esse não é um Bico Chã Chã, é só um Quiri-Quiri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Quiri%20quiri.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Quiri%20quiri.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse é um Bico Chã Chã Junior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Bico%201.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Bico%201.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora a estradinha é estreita, bem de campo. Não se vê uma viva alma, nem morta.&lt;br /&gt;Apareceu uma coxiazinha mais cumprida pra subi e eu me toquei ligerinho. O mió é da uma acelerada e subi ligero pra se livra logo do estorvo. Parei em cima pra esperá os que ficaro pra tras e bate mais um retrato. Quando me virei o Andrius aviso que a bicicreta do Junior tinha quebrado a corrente. O Junior, tem que dibriá pra trocar as marcha homi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Corr%201.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Corr%201.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora sim é que temo encrencado. Cade o extrator de corrente? Ninguém troche. Então começamo a puxá das ferramenta. Eu tinha um canivete multiferramentas. Tinha! Já vão entender proque. O Andrius ganho disparado com sua chave ajustável. Só aquela arma, opa, chave pesava uns 300g.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bão agora é a hora do improviso. Se atracaro na peleia o Junior e o Marcelo. E bate daqui, bate dali. Bate com a chave do Andrius, bate com as minhas, bate com pedra. Enquanto isso eu fiquei por roda, batendo umas foto. Das veis em quando eu dava uma zoiada pra vê com estavam os engenhero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hora vortei lá e a porquera do pino da corrente ainda não tinha saído. Aproveitei que o bichinho já tava cansado da lida do Marcelo e do Junior, e com a chave de fenda do Andius com cabo de prástico e uma pedra empurrei o pino pra fora. A lida foi grande, graças a criatividade de todos e experiência anterior do cumpadre Marcelo se viremo pra tira um elo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Corr%202.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Corr%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora era só colocar a corrente no lugar e recolocar o pino. Só. Mais meia hora. Coza poca, temo passeando e falando bandaiera mesmo. Mais umas batidas de chave ajustável, pedra, chave de boca e o troço foi pro lugar. O Junior e o Marcelo coas mão mais engraxada que telefone de açoguero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Corr%203.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Corr%203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bamo simbora indiada macanuda que tem muito chão pela frente. Se mandamo campo fora e uns 500 metros adiante começo uma cascaiera de atolá os pineu das bicicreta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/DSCN4219.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/DSCN4219.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aproveitemo pra bate um retrato da cascaiera e aproveitamo prum retrato dum gado bunito, pareínho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/DSCN4220.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/DSCN4220.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A cascaiera dexo o povo mudo. Tudo concentrado na lida de controla as bicicreta que começaro a veiaquiá e patiná. Se boleavam pros lado igual cobra mal-matada. O tranco tinha que ser na redea curta, sempre pedalando forçado. Se dexasse a bicicreta meio sorta ela ia ao cisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá pelas tantas numa retinha plana ia nóis meio embolado e a Gradiva resorveu dá uma veiaquiada das feia, se boleo de frente pras dereita e corcoveo de anca pra esquerda, puxei de vorta e ela se boleo pro otro lado, cheguei desengata o pé do pedal no serviço de doma a bichinha. Deu tempo de imaginá o tombo durante a peleia, mas fiquei em cima. Grudei o pé no pedal e me fui atrás dos outros que escaparam um pouco. O baruio foi feio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguemo no Véio Mortadela tudo cansado da lida do cascáio. As mão doendo de tensão e de fazer força pra segura as bicicreta. Cheguemo a suá do esforço. Pedimo 4 sunduiche de pão casero com quejo, sem mortadela. O Véio troche os sanduiche. Um pão véio seco que empapava na boca. Tinha que se uma bocada e um gol de gasosa pra salivá de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proseemo bastante. Até de característica de empregada doméstica e seus pobremas nos nossos lares. Pensam que homi só fala bandaiera quando se junta! De sobremesa comemo umas passoquinha. O Junior pago a conta pra agradece que arrumemo a corrente da bicicreta dele. Da proxima veis dibría Junior. Mas se arrebentá de novo nóis conserta e tu paga a conta. Tomara que quebre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atravessemo a rota do sol e peguemo a estradinha de drento pra Fazenda Souza.&lt;br /&gt;Além da baruiera do meu canivete multiferramenta arrebentado, a porquera da minha corrente começo a patiná nas marcha mais ligera e faze baruio. Paremo pra bate o retrato dum munáio dum toro. Mais de 1000 kilo com certeza, um animalão. Pobre das vaca que fico debaxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Toro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Toro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Passemo a encruziada que vai pra Água Azul e começo a chove. Eu e o Junior fiquemos pra traiz. O Marcelo e o Andrius se foro. Se encontremo lá no campanário de São Roque, o foguetinho como diz o Junior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foguetinho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foguetinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ai tive que botar o corta vento que a água já tava moiando. Garramo o asfarto e fumo até Fazenda Souza, batendo água de pinga da aba do chapéu. Mais a que vinha de baxo, dos pineu, era uma moiacera só. Passemo direto Fazenda Souza e fumo pra Rota do Sol. Cheguemo lá, peguemo a estrada e eu sentei a botina. O Marcelo vinha na cola o tempo todo. Oiava no espeio e só via ele, os otros dois ficaro pra traiz. Mas como tava moiado e ficando frio o mió era senta o chulé mesmo. Na descida do posto Shell que leva ao pé do Morro do Eberle o Marcelo aproveitou o vácuo e me passou e se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro no morro do Eberle puxando força lá dos gargumío e se sumiu. Tentei encosta mas não deu, fui mantendo a distância. Subimo se puxando. Lá em cima, de baxo duma parada de ônibus esperemo os cumpanhero quaje uns 15 minuto, mas chegaro facero. Tocamo embora antes de gelá que agora é só descida e fica frio, moiado e com vento. Foi uma peleia bonita, pra mais de 90 Kms e com direito a improviso de ferramenta e mostras de companherismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa indiada é macanuda mesmo. Até sábado que vem gaúchos e gaúchas de todas as querências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como esta era uma pedalada campeira foi tentado reproduzir a maneira de falar e se expressar do campo. Com todas as "discordâncias" verbais características.&lt;br /&gt;Um diminutivo as vezes faz referência a um aumentativo e a letra S quase nunca aparece para fazer o plural.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115681290527973648?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115681290527973648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115681290527973648&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115681290527973648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115681290527973648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/vortiada-do-bico-ch-ch.html' title='Vortiada do Bico Chã Chã'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115650353935117415</id><published>2006-08-25T03:44:00.000-07:00</published><updated>2006-08-25T03:58:59.363-07:00</updated><title type='text'>A escuridão me fascina</title><content type='html'>Quinta-feira, temperatura agradável e eu sem nada pra fazer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o piá fomos até a loja do Jerema pra comprar uma câmara de ar pra bike dele (deveria ter comprado do Júnior, já que ele tem uma aro 20" sobrando...). Aí recebo um convite inusitado, para um pedal rápido até Santa Justina, saída às 19:30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, ainda tinha tempo. Comprei a tal câmara, voltei pra casa, preparei as minhas coisas e vou buscar a bike.... surpresa! pneu furado de novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela segunda vez consecutiva, o pneu dianteiro completamente vazio. Fiz uma troca rápida, digna da equipe Ferrari e fui até a casa do Jere. Dali saímos com mais um pedalador que não conheço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos o resto do povo no posto DiTrento, na subida pro Spa. Eram mais 7, sendo que eu conhecia só uns 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na subida se mandam na frente um gurizinho de uns 40Kg e o amigo dele. Já pensei que estaria ferrado  pra acompanhá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descidão, e lá vão os dois. Eu procurando só manter a distância, acopanhando as luzinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa a parte chata, subida, descida... o gurizinho se mantém na frente, aí mais dois nos alcançam, um grandão numa Trek e outro cara com uma Scott full. Fomos revezando a frente até aquela subida compridona. Aí o gurizinho se manda, eu fico um pouco pra trás e os demais somem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra surpresa: na primeira curva, o guri cansou, passei por ele, conversei um pouco, ele acompanhou uns 100 metros e pingou... aí não dei mais chance, puxei até a igreja. Cheguei lá com média de 23,1Km/h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paradona pra esperar os outros e o Jere. Na volta a turma vinha comportada, isso até aquele capitel (tinha até missa lá ontem, com milhares de gringos presentes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali pra frente começou a carnificina. O gurizinho e o amigo dele tentando puxar, mas são meio tapados (ou inexperientes), estavam um ao lado do outro, e não em fila....tsc, tsc, tsc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí eu, o grandão, o Boff (putz, comprou uma Specialized toda XTR com uma Fox Terralogic, coisa linda!) pulamos pra frente e fomos fazendo um revezamente, como manda a cartilha dos escapados. Hehe, chegamos na subida do morro com uma beeeeela vantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na subida foi aquilo. O Boff tá meio paradão, mas até a Nona Giulia ele veio junto (ali eu olhei pro Cateye e tava a 19Km/h), então ele cansou e fui solito até o topo. De vez em quando uma olhadinha e via duas luzinhas láááá atrás. Mas como bom escapado e teimoso, não dei a perna a torcer e mesmo quase cuspindo sangue continuei fazendo força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei na frente do Don Guilherme pra comer umas pizzas por osmose olfativa e esperei uns 2 minutos pra chegarem os dois primeiros: o gurizinho e o cara da Scott full. Aí eu comentei: "-pensei que era o Boff.".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara da Scott respondeu: "-não era o Boff, era o bafo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bafo a 500 metros atrás? Essa tática é nova....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta. Cara de Scott é tudo bundão mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115650353935117415?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115650353935117415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115650353935117415&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115650353935117415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115650353935117415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/escurido-me-fascina.html' title='A escuridão me fascina'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115615799885168424</id><published>2006-08-21T03:50:00.000-07:00</published><updated>2006-08-21T04:03:07.336-07:00</updated><title type='text'>Frio, muito frio - By Zaka</title><content type='html'>Sábado, 19 de Agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi dar uma pedaladinha rápida, pois precisava viajar logo a tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a semana foi de chuva, neblina e muito umidade, decidi pegar só um asfalto, pois não gostaria de pegar barro com aquele frio todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sai de casa eram 7 e 30. Com muito frio. O termômetro marcava &lt;span style="color:blue;"&gt;3oC&lt;/span&gt;. Coloquei umas quatro camadas de roupa: X-Thermo, camisa de tecido sintético, camisa de ciclismo e um quebra-vento. Duas meias: uma curta e uma comprida da Fox que comprei na semana passada (vai até acima do joelho) e mais a calça de ciclismo. Luva de dedos compridos e um gorro por baixo do capacete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci devagar os morros, principalmente o Eberle (do contrário congelaria até os ossos). Segui por 25Km, até exatamente Vila Seca, parei, tomei alguns goles de água, fiz a volta e continuei pedalando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ida não senti vento, apesar da neblina. Na volta tinha um ventinho cortante, mas já aparecia o sol. Apesar do sol, a volta foi bem pior, foi quando senti um pouco de frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: da cintura pra cima estava bem vestido. Não senti muito frio nas pernas, mas vou procurar pra ver se existe meia de X-Thermo. Meus pés estavam congelados. O "dedón" chegava a estar branco e insensível ao toque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem fotos. Não dava pra pensar em parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que saudades do verão!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115615799885168424?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115615799885168424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115615799885168424&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115615799885168424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115615799885168424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/frio-muito-frio-by-zaka.html' title='Frio, muito frio - By Zaka'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115612190112000143</id><published>2006-08-20T17:10:00.000-07:00</published><updated>2006-08-20T18:01:27.736-07:00</updated><title type='text'>Vapt Vupt Sem Foto by JorgeOK</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sábado de sol aluguei um caminhão, opa...não é isso. Vou começar de novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sábado de sol e os Serrabikers espalhados pelo Rio Grande ou desaparecidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Romário Bikers também, um no exterior, de Caxias e outro lesionado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O meu plano de ir ao Lajeado Grande não deu certo, então, próximo ao meio dia liguei pro Junior convidando para um pedal a tarde. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não deu, o Junior tinha compromisso. Mas propos um pedal no domingo. Aceitei, melhor pedalar com parcería.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Junior ficou de me ligar a noite pra confirmar e tratar horário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá pelas 21:30 o Junior liga pra "meter lesão". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Caí da escada.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estava lavando e escorregou na lajota molhada. Uia!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E dizem que bicicleta é perigoso. Lavar escada é muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Zunior, dá próxima vez lava de capacete, tchó. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Domingo a tarde, 15 hrs, frio. Ai..ai...que preguiça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas se eu não pedalar hoje, fico 15 dias parado. Aaaa não! Vai ter que sair uma pedalada, nem que seja uma curtinha e ligeirinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessas horas, vivas ao asfaltinho de Sta Justina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Me agasalhei e sai. Que vento frio. O termômetro marcava 13ºC, mas a sensação era de bem menos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sol brilhando e a paisagem linda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já que sería uma pedalada curta, resolvi que faría sempre no limite das capacidades pra fazer valer a pena o exercício.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas descidas abaixado e nas subidas forçando bastante na coroa do meio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá na subida forte da ída, encontrei um "caretón" carregado de crianças. Passei no embalo, já no comecinho da subida. Só que a velocidade da bike cai rápido aí.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então o carretão se apróximou. Que coisa barulhenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Papapapapapapapapapa&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Motor de trator.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se aproximou mas não conseguia passar, a subida é forte e eu estava a uns 12/13 Kms/h.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estava torcendo para que passasse e fosse embora para me livrar do barulho. Eu estava no limite das forças, subindo na velocidade máxima que o terreno e pernas permitiam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cara até tentou passar, acelerava e o veículo não aumentava a velocidade. Apenas o barulho se intensificava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Junto vinha um cachorro preto que a todo momento passava na frente da roda dianteira da Gradiva, minha bike e o para-choques do carretão há uns 40 cms do pneu traseiro. Sensação desagradável. Vai que o cachorro me derruba.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em dado momento ele acelerou o carretão e colocou do lado, o para-choques chegou até o meio da bike, mas aí eu é que não deixei. Busquei aquela última forcinha que restava, subi uma marcha e acelerei. Fui abrindo aos pouco e cheguei no topo, na encruzilhada uns 20 metros a frente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele trocou de marcha, mas aí já era tarde. Coloquei na coroa grande e bye, bye.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi um ótimo incentivo para subir rápido, já que era o meu desejo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas teve seu preço, fiquei com uma ardência na traquéia (acho) , era aí em algum lugar dentro do pescoço, devido a inspiração do ar frio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas fui me recuperando. Cheguei ao final do asfalto, bebi água e descansei por uns 2 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olhei e deu 22,3 Kms/h de média. Descontando a parte que se anda dentro da cidade que não rende na média, acho que foi bom.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes que esfriasse sai de volta. Com as pernas bem aquecidas a volta foi tranqüila, andando no limite sempre. Sem carretão e sem cachorro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Valeu como exercício e para salvar a honra dos serrabikers e não deixar o blog sem um relato de pedal no fim de semana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Liguei pro Junior quando cheguei. Ele tá bem. Parece que só dói quando ri. Até semana que vem ele já tá pedalando de novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraços e até o próximo relato.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115612190112000143?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115612190112000143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115612190112000143&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115612190112000143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115612190112000143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/vapt-vupt-sem-foto-by-jorgeok.html' title='Vapt Vupt Sem Foto by JorgeOK'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115558791442495506</id><published>2006-08-14T13:34:00.000-07:00</published><updated>2006-08-14T19:05:29.310-07:00</updated><title type='text'>Pedal do Riso 2ª Ed by JorgeOK</title><content type='html'>Viva, a influência do nosso "adevogado" de plantão junto a secretaria para assuntos meteorológicos da eterna administração São Pedro tem dado certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu a &lt;strong&gt;segunda edição do Pedal do Riso&lt;/strong&gt;, com tempo ótimo e calor, no rigoroso inverno gaúcho. Até sexta feira havia uma previsão de mais de 15 ciclistas, mas alguns contratempos acabaram reduzindo o número para 9. Alguns serrabikers que haviam ressuscitado, voltaram para a tumba. Outros foram cortados por falta de equipamento obrigatório, diga-se capacete. Teve um que ficou enrolando, se fazendo por causa de um cubo de roda e acabou não comparecendo. Né Alencar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcamos o encontro no "Xópis" as 9:30h. Pontualmente quase todos estavam lá, só faltava o Bassolin. Começou a especulação sobre o atraso dele. No nosso momento chat de sexta a tarde ele estava tentando conseguir um bagageiro para levar os ingredientes necessários para a Cuba dos &lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.romariobikers.blogspot.com"&gt;RomarioBikers&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, diga-se, caixa de isopor pro gelo, vodka e coca-cola. Esse pessoal aí se dopa pra pedalar. Tá loco! Mas que nada, chegou sem bagageiro. Baita dorminhoco! Aproveitamos para fazer umas fotos caracterizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_RedNose1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_RedNose1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reunido o povo e saímos "despacito" em direção ao caminho escolhido para o Pedal do Riso. Passamos pelo Desvio Rizzo enquanto o pessoal se conhecia batendo papo. Pedalando lentamente. Desta vez tinha gurias. Aí tudo fica mais bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após o Rizzo, no cemitério, entramos a esquerda, passamos pelo loteamento e fomos pelo atalho até Forqueta. Foi o momento do primeiro contato com o cascalho. Com a trepidação a "caramingola" da Vanessa insistia em cair. Em uma das vezes caiu dentro de uma poça d´água. Aí juntei e levei no bolso da camisa. Acho que misturou a água e deu umas reações estranhas nela. Mas a gente fez que não viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos um leão. Alguns dizem que era um cachorro. Mas parecia um leão. Nos reagrupamos junto ao capitel em Forqueta, mas ninguém descobriu qual é o santo. Aí tem uma descida de asfalto de uns 400 metros, duas curvas. A curva lááá em baixo eu gosto sempre de avisar aos mais afoitos, cuidado. É daquelas curvas que começa com um raio e este diminui no final. A gente começa certo a curva e termina na contramão se estiver muito rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos passaram ilesos pela curva. Entramos a direita no caminho que leva ao Menino Deus. Descidóóóón com cascalho. Eu, o Testa e a Márcia ficamos pra trás papeando. Em uma curva vimos duas moças na área de escape da estrada. Paramos pra ver se estava tudo bem. Sim, estava tudo bem. A Dani tinha passado reto mas tava inteira. Guria radical!! Havia só o risco da freada no cascalho. A Vanessa aproveitou e fechou uns 3 negócios pelo celular. Ainda bem que havíamos pedido pra sub-prefeitura ampliar a área de escape ali. Santa previdência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunimos o povo novamente na placa de &lt;strong&gt;Galinhas na Pista&lt;/strong&gt; para foto histórica. Só que a placa esta no lugar errado. As galinhas estavam uns 300 metros antes. Tem que explicar pra elas que devem ficar depois da placa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_chicken6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_chicken6.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Daqui a estrada segue relativamente plana passando por algumas propriedades bem cuidadas e cheias de cachorros. Todos presos. Ainda bem. Pessoal foi a frente e eu parei para uma foto mais artística de uma bela casa de estilo italiano, que é a base da colonização da nossa região, aqui no Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_casataliana.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_casataliana.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao asfalto que vem de Nsa Sra da Salete e reagrupamos. Alguns aproveitaram para comer uma barrinha de cereal e ficamos batendo papo e assistindo um pessoal de Porto Alegre que estava ali com Skates Long Board para Stand Up e Street Luges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara do Street foi fazer um teste, sob o olhar crítico dos bikers, uma vez que tem que carregar o veículo para poder descer. Tsk, tsk. E sem proteção nenhuma no teste. Enquanto o cara subia eu pedi para um deles:&lt;em&gt; - Como é que freia?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Resp: &lt;em&gt;- Ahh põe os pés no chão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hummm... com essa resposta eu desci da bike e fui para trás dela. Estávamos parados na curva, bem onde a força centrífuga jogaria o cara se ele errasse. O cara subiu uns 80 metros, deitou no treco e "se veio". Adivinha! O eixo tava muito apertado e ele não tava conseguindo fazer a curva. Fui abrindo, abrindo e abrindo e colocou os pés no chão para frear. Cruzes! Que coisa mais feia e desengonçada. Felizmente não atropelou ninguém e não foi atropelado. Só parou porque bateu no pneu de um carro que havia parado para esperá-lo descer. Que fiasco! Depois desta cena achamos melhor ir embora. A Vanessa fechou mais 2 negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos até o fim do asfalto, uns 300 metros abaixo e seguimos descendo a encosta direita de um belo vale, cheio de parreirais que nesta época do ano estão em fase de dormência. Parecem secos. Mas ainda assim uma bela imagem. Eu alcancei o pessoal da frente e dei uma escapadinha para fazer umas fotos de frente para o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_FotografoBebado.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_FotografoBebado.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_danitesta.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_danitesta.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pessoal no fim da subida sempre acompanhados da equipe médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_UpRill.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_UpRill.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a Cantina da Pipa Vermelha. Uma boa pausa para várias fotos e conversa descontraída. Ótimo momento de falar e fazer bobagens. A Vanessa fechou mais dois negócios pelo celular aqui. O Marcelo resolveu dar uma de São Francisco demonstrando amor pelos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Kissmebaby.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Kissmebaby.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora tem gente que é muito chique pra fazer fotos. Olha essa aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Quemeu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Quemeu.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nós estamos preocupados com o Testa. Olha o que o Bassolin escreveu no Primeiro Pedal do Riso: "&lt;em&gt;O Testolino também chegou um pouco depois, mas não é porque está sem andar, ultimamente ele tem passado por problemas psicológicos e anda gastando muita energia durante a noite.&lt;/em&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é! Estamos preocupados que estes distúrbios psicológicos estejam se agravando. Olhem a seqüência de fotos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_SequenciaTesta.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_SequenciaTesta.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1) Ele não pode ver um buraco que já vai enfiando a cabeça. Acho que é síndrome de avestruz.&lt;br /&gt;2) Só pensa na "bibida", tem sonhos e delírios com imensas pipas de inox cheias de trago.&lt;br /&gt;3) Bom, esta nem vou comentar, tirem as suas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que nem Freud explica isso. Testa tu só vai pedalar com a gente de camisa de força da próxima vez. Não interessa, aprende a pedalar com os braços presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um longa parada seguimos ainda morro abaixo. Passei o mata-burro sem problemas e chegamos no arroiozinho. Eu, o Bassolin e a Daniela ficamos mais para trás batendo papo, falando de comidas e andando devagarito. Quando chegamos os outros já haviam passado. A Dani foi na frente e no meio do arroio quase parou de pedalar, mas aos gritos incentivadores do Bassolin de pedala Dani, pedala Dani ela passou sem ter que por o pé na água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_PedalaDani.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_PedalaDani.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aí foi a vez do Bassolin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Vento.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Vento.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Porra! Bassolin, mais devagar senão a máquina nem te pega tchó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebemos que faltava a foto artística da cachoeirinha e o Bassolin atravessou o arroio de volta pra me dar apoio moral. É que o lugar vale a pena de tão bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Zen.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Zen.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Feita a foto fomos até a parte de cima do arroio onde tem a cachoeira. Uma subidinha bem chata de escalar. Mas o visual vale a pena. Reunimos o povo todo para uma foto. A Vanessa não fechou nenhum negócio aqui porque não tinha sinal no celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_cachoeira.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_cachoeira.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ueeebaaaaaaa agora é só morro acima até a escolinha. Nem todos ficaram tão felizes assim. Tínhamos uma subida de uns 3km até o asfalto. Já passava do meio dia, sem panela no fogo e barriga vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empurramos as bikes na primeira subidinha beeem ruim de pedalar. Acho que só o Andrius subiu pedalando do começo ao fim. Maaazzzahhh guri! Eu tentei mas meu nível de concentração estava baixo. Dei 3 pedaladas e desisti. O Junior foi até o meio, perdeu a pedalada e fez o quase impossível. Conseguiu arrancar ali. Maazzaaah Zunior. O Testolino levou o primeiro tombo por conta das sapatilhas de encaixe, infelizmente longe dos nossos olhos. Huahuahuahua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dani chegou em cima já meio mal das pernas. Nada que um gel e água não ajude. Encontramos os outros que estavam comendo ameixas na beira da estrada e seguimos morro acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos pela casa do cachorro seqüelado e pegamos água. Chegando no asfalto e fizemos uma longa parada para descanso e alimentação. Muuuuitas bobagens e fotos. Tivemos farta distribuição de pirulitos após o "almoço".  A Vanessa fechou mais 1 negócio aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando nisso. O que dá a mistura de um Bassolin com um pirulito? Aaaaeeee isso mesmo, um Bassolito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_bassolito2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_bassolito2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Soosguris.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Soosguris.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Junior executou a Dança da Caramingola pra gente ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_dancadacaramingola.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_dancadacaramingola.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_abraaotesta.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_abraaotesta.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Teve gente que saiu de si de tanto rir com a dança da Caramingola do Junior. Precisou uma sessão de exorcismo com o pastor Abraão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_SaiCapeta.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_SaiCapeta.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Antes de sair fizemos as fotos das equipes participantes. Equipe Fuji representada pelo Andrius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Equipe%20Fuji.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Equipe%20Fuji.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Equipe Kona representada pelo Testolino e pelo Junior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_equipeKona.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_equipeKona.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Equipe Scott representada pelo Bassolin e Marcelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_equipeScott.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_equipeScott.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Equipe Caloi representada pela Márcia, Vanessa, Daniela e o bendito fruto Jorge. Sem dúvida a mais bela equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_equipeCaloi.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_equipeCaloi.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Saimos agora pelo asfalto para o retorno ao lar. Passamos por Nsa Sra da Salete e fizemos uma parada em Forqueta para mais um descanso e hidratação. Tomamos 4 litros daquele refri de cola, comemos pão de queijo e o Junior encheu os bolsos com os biscoitos de amostra grátis da padaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha que lindo, 3 centésimos de segundo antes elas estavam comendo de boca aberta. Na hora da foto saiu esse biquinho bonitinho. Imagem é tudo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_MmMMmmM.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_MmMMmmM.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Padarria.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Padarria.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olhem bem a esquerda nessa foto, atrás do Bassolin. Acho que tem uma manifestação ectoplasmática. Uma criança e uma mulher. BrrRrrR Que medo. Esse lugar é assombrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/f_Espirito.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/f_Espirito.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Feito o lanche fomos para o último trecho de asfalto pela RS 122 até Caxias do Sul. No caminho foi preciso fazer uns alongamentos para espantar as câimbras que queriam se manifestar. No finzinhozinho tivemos uma baixa. Faltando meia dúzia de quilômetros a Márcia achou melhor chamar o resgate. Teve uma queda acentuada de rendimento. Tá certo, não tem necessidade de se matar. A parte mais difícil e exigente ela cumpriu. Agora era só o pedal dentro da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na entrada da cidade nos despedimos vitoriosos. Quem veio pedalando até o xópis center passou dos 45Km. Rimos, nos divertimos. Todos foram solidários sempre e os mais preparados fisicamente acompanharam pacienciosamente os que estão querendo se aventurar pelo mundo das bikes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora aguardemos o Terceiro Pedal do Riso no próximo com um novo roteiro. Abraços a todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115558791442495506?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115558791442495506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115558791442495506&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115558791442495506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115558791442495506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/pedal-do-riso-2-ed-by-jorgeok.html' title='Pedal do Riso 2ª Ed by JorgeOK'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115513388731589034</id><published>2006-08-09T07:30:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T07:31:27.326-07:00</updated><title type='text'>Pedal do Riso Segunda Edição</title><content type='html'>Atenção pedaladores e pedaladores de plantão. O Pedal do Riso Segunda Edição está confirmado. São Pedro vai nos ajudar e não vai nos mandar chuva para este final de semana, logo teremos um dia muito bom para pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LOCAL DE ENCONTRO: ESTACIONAMENTO XÓPIS IGUATEMI CAXIAS &lt;br /&gt;HORÁRIO DO ENCONTRO: 9:30h DA MANHÃ&lt;br /&gt;40 KM DE MUITA ALEGRIA E DIVERSÃO&lt;br /&gt;RITMO DE PASSEIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Objetivo é se divertir, conversar e observar a paisagem do trajeto. Estamos estudando as paradas estratégicas pelo percurso, pois ainda não sabemos se tem bar, buteco, tenda, mercearia, etc. pelo caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levar &lt;em&gt;água&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;alimento&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;capacete&lt;/strong&gt;, luvas e equipamento próprio para eventuais imprevistos com a bici. Menores de idade apenas acompanhados dos pais ou responsáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estão convidados. Basta saber andar de bicicleta. Era isso..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115513388731589034?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115513388731589034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115513388731589034&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115513388731589034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115513388731589034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/pedal-do-riso-segunda-edio.html' title='Pedal do Riso Segunda Edição'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115498555815106294</id><published>2006-08-07T14:17:00.000-07:00</published><updated>2006-08-07T14:19:18.176-07:00</updated><title type='text'>Galinhas na Pista</title><content type='html'>Todas as previsões do tempo vistas durante a semana passada, mas todas mesmo, indicavam chuva para sábado. Assim, encaminhamos um e-mail para São Pedro “pedindo” para que revisse seus conceitos e não nos mandasse chuva, pois queríamos pedalar. Mesmo assim as previsõe não mudaram. Algumas até indicavam uma melhora, com chuva apenas no final da tarde de sábado. Resolvemos arriscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedal confirmado, 9 horas todos na igreja de São Pelegrino para o encontro. Eu, Andrius, Jorge, Testolino e Zaka lá estávamos. O Zunior apareceu fantasiado de gente e disse que não poderia ir pedalar, pois tinha que trabalhar. O Cesar estava atrasado porque furou duas vezes seu pneu antes de ir pedalar, hehehe. Esperamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos reunidos e partimos para a indiada do século. Quem sabia o destino era apenas o Zaka, que não nos avisou para não assutar, garanto. Eu gripado e o Testolino com o joelho doído. Mas fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos pelo Desvio Rizzo, descemos, descemos, descemos e descemos. Depois subimos e subimos. Passamos por Forqueta até chegarmos no esfalto que leva pra Nossa Senhora da Saleta. Uma encruzilhada. Aí o primeiro problema. Neste ponto estávamos em dois grupos de três pedaladores. O grupo da frente era onde ia o Zaka que sabia o caminhho e o grupo que vinha mais atraz tinha eu, Jorge e Testolino, que não sabiam o caminho a ser seguido. Ainda nos asfalto, um ponto para ser marcado e retratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paramos na encruzilhada com um dilema: Foram pra cima ou para baixo? Os três resolveram descer um pouco pra ver se encontravam os demais. Descemos até uma oura bifurcação e não achamos ninguém. Até fui um pouco mais além pra ver se via alguém. Nada. Fizemos meia volta e subimos. O Jorge se mandou na frente, eu e o Testolino subimos na manha. Meus pulmões deram o primeiro sinal de que não aguentariam a volta. Cramento, tava foda de respira. A gripe detona o cara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos lá no final da subida, ao lado da igreja de Nossa Senhora da Salete e o Jorge nos aguardava, mas só o jorge, nada dos outros. Eu me atirei no chão e pensei em desistir. Tava muito ruim de respirar e eu só iria atrapalhar os demais. Descansei um pouco e resolvi ir adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí voltamos por onde viemos para ver se achávamos os três quera nos esperando em alguma encruzilhada. Descemos até lá na encruzilhada novamente e lá estavamo os outros, nos esperando. Nesta descida a Katja alcançou seu recorde: 75km/h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos reunimos novamente e partimos. Eu junto, não desisti, fui além. Até porque nesta parte do caminho é só descida e pra baixo todo santo ajuda, é barbada, nem precisava respirar, hehe. Basta cuidar dos animais que atravessam o caminho, é simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pedalamos por mais alguns km até chegar na localidade de Menino Deus. O caminho que leva até lá é muito legal. Estrada bem de interior, só os trilhos dos pneus no chão, árvores de um lado e penhasco do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além de uma sequência interminável de parreirais e algumas casas solitárias pelo caminho. Pra quem gosta de pedalar por estradas no meio das colônias é um espetáculo. Seguimos adiante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage16.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage16.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Continuamos na mesma estrada de sempre. Haviam algumas bifurcações, algumas levam de volta ao asfalto, outras para lugares desconhecidos, mas seguimos sempre na principal. Paramos para tomar um dopping violento. Aqui não se usa EPO. Em terra de gringo se mete &lt;strong&gt;vinho&lt;/strong&gt; nas veias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage5.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ficamos para trás batendo fotos enquanto o Zaka e o César se mandaram. Eles deviam estar putos da cara com nosso atraso, mas agora entenderão e garanto que soltarão uma gargalhada onde quer que estejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage6.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage7.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage8.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos reunidos novamente e seguimos adiante. Sempre pela estrada principal. Passamos pela casa do Seu Barbante, paramos, não havia ninguém, só o cheiro de comida saindo do forno. Que maravilha! Quando estávamos saindo e voltando à nossa pedalada, saiu pela porta da casa a esposa do Seu Barbante. Aí não teve jeito. Voltamos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida a familia inteira apareceu. Seu Barbante, os filhos e até os cachorros vieram nos recepcionar. Gente muito simpática e querida. Ficamos conversando por alguns instantes. O Jorge já conhecia eles de outro pedal feito. A coversa estava boa mas precisávamos partir. Retomamos o rumo e logo adiante nos reunimos com os que estavamo lá na frente nos esperando. O Zaka estava com cara de poucos amigos, hehehehe. Mas faz parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage10.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage10.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas paradas ainda para retratar momentos ímpares e também para comer umas “berga” de casca solta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage12.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage12.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage13.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage13.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Descemos mais um pouco, e o primeiro imprevisto do pedal surgiu. Pneu furado do César. De quem mesmo? Sim, do César. E ele já havia trocado duas vezes o pneu antes do pedal, logo não tinha mais câmera reserva. Mas o chapolin estava presente, dei minha câmera pra ele e fizemos a troca. Só que o pneu também estava rasgado. Arrumamos e seguimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage11.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage11.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dali pra frente eu não conhecia mais o trajeto, acho que só o Zaka sabia onde iriamos sair. Seguimos. Uma descida espetacular. Saímos lá em baixo, no pé da serra. Forqueta Baixa. Isso depois de pedalar por mais de 50km. Tudo estava fechado, parecia tudo abandonado. Acredito que todos estavam se escondendo dos ETs que surgiram. Não achamos nenhum lugar para parar, descansar e comer alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses ETs fazem cada coisa!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage14.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage14.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Zaka e o César resolveram então seguir adiante até o asfalto para ver se lá havia algum lugar para dar uma parada e descansar. Fomos todos juntos e eu pensado: “ah, sim, o asfalto que leva de volta para Forqueta, nem pedalamos tanto assim”. Pedalamos mais um bocado, o calor agora estava judiando, pois são Pedro não mandou a chuva mas mandou o sol. Estava muito quente, eu gripado e cheio de roupa, uma combinação que não dá muito certo. Parei para descansar e junto pararam o Testolino e o Andrius. Tirei um pouco de roupa, muita água tomada e seguimos no nosso ritmo. Devagar e sem pressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembram do asfalto? Ledo engano o meu, era o asfalto de Vale Real. Estávamos muito longe de casa, hehehehehe. Mas paramos num buteco beira de estrada. Tomamos vários litros de cueca-cuela, torradas com ovo, fritas e tudo que ajudasse na recuperação dos sequelados. Eu em especial. Neste ponto &lt;strong&gt;resolvi abandonar a prova&lt;/strong&gt;, eu não estava legal, só iria atrapalhar os demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/pedImage15.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/pedImage15.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Testolino estava com dores no joelho, devido a uma porrada de um jogo de “bosquete”, então, como romariobiker que é, resolveu ficar e me fazer companhia. O Andrius também ficou. Então, ficamos os três sequelados e os outros três gigantes se mandaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui pra frente existem duas histórias, para conferir a história pedalada, basta acessar &lt;a target="_blank" href="http://www.serrabikers.org"&gt;&lt;strong&gt;SerraBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e para conferir o Resgate do soldado Zarech basta acessar &lt;a target="_blank" href="http://www.romariobikers.blogspot.com"&gt;&lt;strong&gt;RomarioBikers&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui pra frente continua o relato feito pelo Jorge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí nos separamos.&lt;br /&gt;Beijinhos e lágrimas.&lt;br /&gt;Tenho certeza que este forte momento afetou emocional e psicológicamente nosso rendimento na volta. Além da desidratação causada pela perda de líquido nas lágrimas.&lt;br /&gt;Mas vida é assim, cheia de encruzilhadas e separações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;huahuahauhauha Que frescuraaaa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partimos para o retorno a Caxias do Sul, estávamos agora no Vale Real ao lado do rio Caí. Teríamos 700 metros de desnível pra vencer. Ainda não havíamos decidido por onde voltar, se pelos cotovelos, pelo atalho dos cotovelos ou pelo Mother. Resolvemos decidir em cada encruzilhada, avaliando o estado físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um retorno sem muito riso. A coisa é bem séria na volta devido as subidas. Precisa de concentração para equilibrar respiração com a pedalada para achar o ritmo. Nas partes mais planas e descidas fomos sem forçar, mas nas subidas era sempre no limite do possivel. Os três "se puxando" sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de chegar no Mother tem uma única subida forte. Claro que subimos na coroa do meio forçando. Quase me deu um treco. Nem falei nada pro Marcelo e o Cesar. No finalzinho do morro eu me obriguei a diminuir um pouco. Cheguei em cima uns 20 metros atrás achando que tería um apagão. Sei bem a razão, comi demais e não havia feito a digestão ainda. A lógica é mais ou menos essa. Na subida puxada tem que ir bastante sangue pras pernas. O estômago precisa de sangue pra digestão. Sobra oque pro cérebro então??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deu, logo após a subida é uma baixada e partes planas. Me recuperei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos até a ponte perto do Mother. Paramos, afinal estavam todos cansados do "pegadão" forçado. Confabulamos por onde ir. O Cesar até sugeriu subir uma trilha no mato que ele conhecia. Mas é trilha de carregar a bike e não da bike carregar a gente. Acabamos optando por ir pelo desvio dos cotovelos até a encruzilhada. Chegando lá optamos por não ir pelo resto dos cotovelos e continuar pelo atalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um jeito de falar aqui, proveniente da cultura italiana. É um jeito da colonia. As terminações em "ão" ficam como "ón" quando queremos acentuar alguma coisa, uma dificuldade. Oque dá pra dizer deste atalho é que é um "subidóóón"!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da metade tem que ser na coroa pequena e tem um pequeno trecho que é em primeira mesmo. Mas, ufa, chegamos na Terceira Légua. Paramos pra tomar uma"cueca cuela", descansar e fazer um alongamento nas pernas e na língua, que estava contraída de fazer força. Aproveitamos pra ligar pro Bassolin e ver como e onde estavam. Tudo certo com eles, conseguiram carona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do descanso, saimos da Terceira Légua puxando o ritmo. Nos revezavamos na frente, mas sempre puxando tudo que dava ou que as forças permitiam. O ritmo foi legal nesse final, "puxadóóóon".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 18:08 eu cheguei em casa. O Marcelo e o Cesar seguiram para seus respectivos lares. Com ceteza o Cesar foi o último e com mais quilometragem a chegar em casa por morar mais longe. Enfim não choveu e nos divertimos bastante. A participação do Romário Bikers ajuda muito a ser um pedal com riso. O pessoa conheceu a casa dos 5 cachorros. Passei tão ligeiro que nem contei se estavam os cinco. Mas são umas malas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo certo, todos inteiros e felizes. Prontos para a próxima indiada que deve ser o Pedal do Riso dia 12/08. Até lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115498555815106294?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115498555815106294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115498555815106294&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115498555815106294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115498555815106294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/08/galinhas-na-pista.html' title='Galinhas na Pista'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115431222770652458</id><published>2006-07-30T18:58:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T09:23:13.530-07:00</updated><title type='text'>Heróis da Resistência</title><content type='html'>Noite fria hoje. A temperatura deve estar próximo a 0ºC. Pra relaxar e escrever este relato coloco a maravilhosa Diana Krall a tocar e cantar. Bela  e inspiradora companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem dia 29 de julho de 2006 haviamos programado um pedal semi-novo. Achei umas estradas pelo Google Earth que ainda não haviamos passado. Mostrei ao Marcelo e ele achou interessante este caminho. Convidamos os outros pedaladores. O encontro estava marcado para as 11:30h no Posto Tonolli em frente ao Bob´s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio seríamos 4. Eu (Jorge), Marcelo, Marcos e Testa. O Bassolin havia "metido lesão", ainda não se livrara do resfriado da semana. Aí pelas 10 da manhã o Marcelo comunicou que não iría, motivo não alegado, a gente nem pergunta então. O Marcos recém havia ligado pra confirmar se eu iría. Liguei para o Bassolin pra pegar o número do Testa e já falei com ele, estavam juntos recebendo a bike nova do Testa. Uma Kona Cinder Cone lindíssima. A princípio o Testa confirmou o pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 11:30h após calibrar os pneus, vemos um carro com uma bike pendurada atrás. Imaginei que o Testolino iría descer já fardado, tirar a bike e se unir a nós para o pedal. Infelizmente ele ficou com pena de embarrar seu novo brinquedinho. Eu também ficaría, ela estava linda limpinha. Como choveu a semana inteira a previsão era de muito barro. Falamos um monte de bobagens por uns minutos e resolvemos sair. Temperatura em 5ºC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dirigimos ao bairro Cruzeiro, o nosso objetivo inicial era chegar a São Pedro da 4ª Légua, onde zeraríamos o odômetro para marcar as distâncias obtidas pelo Google Earth e achar a primeira meta, a rampa sul de salto com para-pente. Esse primeiro trecho é bonito, já é zona rural mas tem bastante casas, algumas belas e bem cuidadas propriedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob um céu plúmbeo e algum chuvisqueiro fomos percorrendo a estrada de pouco movimento de automóveis. Com esta temperatura as pessoas normais ficam dentro de casa se esquentando em volta do fogão a lenha. Recomenda-se não rir muito para não trincar os dentes com o vento gelado. Chegamos a São Pedro da 4ª Légua, uma foto para registro, zerei o odômetro e saimos em busca da rampa sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto1CasaPedra.jpg"&gt;&lt;img style=" display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto1CasaPedra.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Próximo a primeira referência, um bifurcação no final de uma subidinha eu cantei antes. &lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Deve ter a bifurcação a uns 60 metros.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Certíssimo! Lá estava ela. Que beleza esse google. Puxa.&lt;br /&gt;A segunda referência deu certo também e já ficamos empolgados com a precisão do negócio.&lt;br /&gt;A próxima referência sería a 3,95Kms. Sim, sería. Só que ela não estava lá. O Google é preciso só que o cara que anotou as distâncias não é tão preciso assim.&lt;br /&gt;Hoje fiz a conferência das distância para achar o erro e não descobri oque houve. Mas sei que fui eu que errei, porque no Google estavam certas as medidas. Baita bocaberta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu sabia pelas imagens que deveríamos passar entre dois aviários logo após uma curva bem fechada. Pedimos a uma senhora se havia estes dois aviários, um de cada lado da estrada logo adiante. Sim, ela confirmou. Seguimos pedalando mas como não chegávamos aos aviários, começamos a maldizer aquela velha louca que nem conhecia os aviários e tinha dito que sim. Mas continuamos e encontramos o lugar. A velha que não era louca estava certa.  Como a planilha já tinha ido para o espaço, paramos uma caminhonete e pedimos informação. O motorista confirmou que estávamos no caminho certo e que após a capela era 1,5 Kms até a encruzilhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos na capela pra fazer umas fotos e registrar o nome do lugar, São José da 4ª Légua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto2CapelaSaoJose.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto2CapelaSaoJose.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto3CapelaSaoJose.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto3CapelaSaoJose.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Logo adiante paramos para registrar o belo visual do Vale Real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto4ValeReal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto4ValeReal.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Achamos uma encruzilhada mas pra ter certeza fomos até uma casa, uns 80 metros adiante confirmar. Não foi preciso chamar ninguém. Os três cachorros da casa trataram de dar o alarme. Cachorrinhos simpáticos, pareciam bravos, mas latiam abanando o rabo. Chamei eles e já começaram a brincar, morder e pular. Confirmada a entrada voltamos e começamos a subida. Pra não correr riscos, baixamos pra coroinha pois na entrada já tem uma subidinha forte. Logo em seguida outra pra fazer em segunda marcha e depois é só na coroa do meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale registrar a dificuldade de subir devido ao ar frio. Tudo parecia mais pesado, a respiração, as pernas e a bicicleta. Ficávamos ofegantes em subidas que normalmente fazemos rindo e conversando. Esperávamos encontrar muito barro até a rampa sul. Mas apesar da semana inteira de chuva não havia. Encontramos muita água escorrendo pelas valetas. A conclusão que chegamos é que foi tanta chuva e tão forte que lavou as estradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O visual da rampa sul compensa o esforço de chegar lá num dia tão frio. Ficamos uns 30 minutos sentados curtindo a paisagem. O Marcos aproveitou para comer umas bergamotas que pegou na estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto5RampaSul.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto5RampaSul.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto6RampaSulVale.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto6RampaSulVale.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esfriamos e agora era descida, brrRrRrRrRrR. Que friooo!!! Logo retornamos a estrada que nos levaría até o rio Caí. Só morro abaixo agora por uns 8 Kms. Estrada estreita, mata alta dos lados da estrada. Uma sensação de tunel e o céu ficando azul. Descendo, na sombra, era bastante frio e agora a temperatura já estava em 3ºC. Quero fazer esta estrada no verão novamente, é muito linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto7Casinha.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto7Casinha.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto8Marcosesperando.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto8Marcosesperando.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto9MorroPontudo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto9MorroPontudo.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao rio Caí e fizemos mais algumas fotos pelo caminho que leva até a BR 116. Inclusive de uma casa onde eu ía com meus país quando era criança para comprar hortaliças e frutas. Casa de alemães. Uma pena que está mal cuidada. Mas ainda assim tem seu encanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto10Marimbondo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto10Marimbondo.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto11Arte.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto11Arte.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/Foto12CasaPoda.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/Foto12CasaPoda.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto13%20Marcos%20Cachoeira.jpg"&gt;&lt;img style=" display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto13%20Marcos%20Cachoeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No posto Fagundes junto a praça de pedágio de Vila Cristina paramos para lanchar e tomar um café bem quente. Descansamos por mais 30 minutos para fazer a disgestão e imaginar a subida que nos aguardava para retornar a Caxias do Sul. São 700m de desnível que precisaríamos subir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos planos iniciais estava programado a subida dos cotovelos, famosos pela dificuldade. Aí precisa usar primeira marcha, não tem choro. Mas como o Marcos vinha de um período de pouca atividade ciclística e com o frio que estava dificultando tudo, resolvemos fazer outro trajeto um pouco mais extenso mas com inclinação mais suave nas subidas. Na encruzilhada do arroio Belo seguimos pela esquerda, esta estrada nos levaría até Caravágio da 3ª Légua. Mas ao chegar na ponte de cima do arroio Belo, um pouco antes do Mother, o Marcos sugeriu que pegássemos a direita. É a estrada que chamam de atalho dos cotovelos. Mais adiante se formos a direita voltaremos aos cotovelos, só que algumas curvas acima. Mas fomos pela esquerda. É uma senhora subida de uns 7 Kms, porém um pouco mais suave. Ainda assim houve uma parte onde foi preciso colocar coroinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto14%20Marcos%20Cachoeira%202.jpg"&gt;&lt;img style=" display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto14%20Marcos%20Cachoeira%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Foto15%20Pedra%20Branca.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/320/Foto15%20Pedra%20Branca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Marcos começou a ter um pouco de cãimbra, coisa leve, segui e abri uns 5 minutos dele. Esperei no topo do morro, já quase no asfalto. Dali fomos até São Pedro e São Paulo da 3ª Légua e direto para Caxias pois já havia passado das 17 horas. Passamos por um campo de futebol com um pessoal jogando. Eu comentei: Bah esses caras são loucos jogar futebol com esse frio. Aí o Marcos me lembrou que havia uns loucos que saiam andar de bicicleta com esse frio. Hauhauahuah.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora no asfalto estava muito frio, algo em torno de 2ºC. Passar de 40Km/h era quase insuportável. Apesar de estar com um gorro de lã que cobria as orelhas elas estavam geladas e o nariz estava a ponto de quebrar. As pontas dos dedos dos pés doiam de frio. Precisei colocar mais um casaco corta-vento para me sentir confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos batendo papo até chegar em Caxias sonhando com um banho fervendo e uma bebida quente. Foi um lindo pedal. O frio judía um pouco. Faz a gente ficar tenso, duro, encolhido. Mas mesmo assim nós preferimos sair e curtir estes belos caminhos da nossa linda região. Somos abençoados por morar em um lugar tão lindo e de tão belas paisagens e termos a força de vontade de pedalar, estando bem próximos a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/mapacaminho003.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/mapacaminho003.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Distância percorrida: 71Kms&lt;br /&gt;Média de 15,4... média baixa, mas não dava para andar mais rápido com esse frio.&lt;br /&gt;Tempo de pedal: 4h e 50 minutos.&lt;br /&gt;Tempo total do passeio: 6h e 30 minutos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: o título do post foi inspirado no título de um e-mail do Bassolin. E este post era para ter sido publicado ainda ontem a noite, mas o blogger não estava com muita vontade de me ajudar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115431222770652458?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115431222770652458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115431222770652458&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115431222770652458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115431222770652458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/heris-da-resistncia.html' title='Heróis da Resistência'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115377615973402386</id><published>2006-07-24T14:19:00.000-07:00</published><updated>2006-07-24T14:22:39.750-07:00</updated><title type='text'>Gruta dos Índios - Relato By Bassolin</title><content type='html'>Um ótimo dia para pedalar no inverno Caxiense. Temperaturas lá em cima, batendo nos 27° em pleno mês de julho. O tempo enlouqueceu, mas isso tornou o dia muito agradável e ainda mais propício para o pedal. Nos encontramos então no "Bóbis" conforme combinado anteriormente. 10h e todos estavam lá. Prona ressurgido das cinzas foi o primeiro a chegar, depois eu cheguei, logo em seguida o Zunior. Um pouco depois aparece o Marcos "espideiro" e o Jorge "ecomotion". Um pouco depois surge na esquina da Sinimbu o Testolino passando frio, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunião dos RomarioBikers e SerraBikers. Batemos um papo, falamos umas besteiras, compramos biluzitos e partimos rumo à Gruta dos Índios, oportunamente renomeada para Gruta das Índias Boqueteiras. Coisa do Testolino, ele anda meio perturbado. Então foi aquele passeio espetacular de sempre, recheado de grandes momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adentramos no bairro Cruzeiro em direção à Santa Lúcia. Ali na quebradinha do bairro em direção ao asfalto encontramos uma alma penada dos pedais. Sir Igor pedalando solito. Estava voltando de um pedal matinal. Batemos um papo e fomos adiante. Descidão do capeta. Uma descida longa. No início é asfalto, mas logo vem a estrada de chão pela frente. Uma parada para reunir a tropa e ver se todos estão presentes bater umas fotinhos para posteridade e... morro abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3939.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3939.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Marcos e Prona se mandaram na frente, seguidos por Zunior e eu logo atraz. Um pouco depois o Testolino e o Jorge. Numa curvinha no meio da descida escuto uma freada e um corpo fora da bicicleta. Era o Zunior, parou para pegar a caramingola que resolveu aliviar o peso da bicicleta. hehehehe. Seguimos morro abaixo, agora sem parar. Cateye passando do sessentão. Barro em alguns lugares onde o Sol não brilha na estrada. Curvas boas de fazer com a bici rápida, boas demais até para visitar o valetão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3941.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3941.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na Ponte Amarela. Mais uma parada para reunir a tropa, tirar umas fotos, conversar e obsercar a paisagem. E também para reunir energia para a subida que nos aguardava do outro lado da ponte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3942.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3942.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Partimos então em direção à Gruta. No início a subidinha é tranqüila, mas depois dos dois cotovelos em seqüência ela piora um pouco. Fica mais inclinada e com trechos mais longos para não podermos descansar. Mas todos subiram tranqüilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3944.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3944.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Marcos “se sumiu-se” na frente como era esperado. Encontramos ele lá em cima parado nos aguardando. O Prona como estava um bom tempo sem pedalar foi ficando pra traz, mas subiu. Chegou lá em cima como todos. O importante é chegar. Antes ou depois não faz a menor diferença. O Testolino também chegou um pouco depois, mas não é porque está sem andar, ultimamente ele tem passado por problemas psicológicos e anda gastando muita energia durante a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3946.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3946.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Demos também uma paradinha para observar o abismo que tem ao lado da estrada. Algo descomunal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3947.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3947.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tinha gente louca querendo descer aquilo de bici.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3948.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3948.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Seguimos o caminho até chegarmos na porteira do Grutão. Abrimos, passamos e FECHAMOS. É muito importante fechar a porteira depois de passar por ela, é sinal de educação. Descemos até a primeira parte do rio, batemos algumas fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3953.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3953.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois fomos até lá em baixo ver a gruta, que continua no lugar e sem as tais índias que o Testolino tanto queria. Deixamos as bicicletas escoradas pelo caminho, pois a descida é bem criminosa. Lá em baixo um lugar espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3965.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3965.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma gruta formada na pedra pela erosão da água ainda na era do paleolítico, heuhauahauhauahua. Da era dos dinossauros ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3966.1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3966.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma belíssima queda d'água, um semi-laguinho e uma paisagem que deve ser preservada. Tudo isso a menos de 30km do centro da cidade. Ainda bem que é pouco conhecido, ainda bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3972.6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3972.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Batemos várias fotos para mostrar ao mundo que comprar uma bicicleta e pedalar torna o cara, além de mais saudável, muito mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3974.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3974.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conversamos, rimos, eu quase caí umas trocentas vezes tentando me equilibrar nas pedras sebosas e resolvemos voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3978.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3978.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Da gruta, pegamos um atalho para sair novamente na estrada principal. Uma subidinha tranquila e chegamos lá. Esta estrada da saída da Gruta até a estrada principal é show de bola. Estreita e com a vegetação cobrindo-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3981.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3981.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos reunidos e novamente, morro abaixo. Até a ponte foi só alegria. Os dois cotovelos são traiçoeiros. Pra cair é só piscar. Mas chegamos todos inteiros na ponte. Quer dizer, não muito inteiros assim, pois no meio do caminho havia o famoso “mata-burro” atrapalhando a passagem de alguns pedaladores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3979.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3979.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nem paramos na ponte, reunimos a tropa e seguimos morro acima, em direção ao céu. Sim, a subida é judiante. Subimos quase que todos juntos até o bar do véio. O Marcos um pouco na frente porque estava com fome. Logo atraz eu e o Jorge íamos conversando. Um pouco mais pra traz Zunior e Testolino eram seguidos pelo Prona e um cidadão que não gosta muito do seu carro e resolveu colocar ele para moer na descida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3985.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3985.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tropa reunida novamente e partimos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3986.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3986.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma longa parada no Bar do véio para comer algo, descontrair e, principalmente descansar. Conversamos bastante, rimos muito e comemos todo o estoque de salgadinhos que tinha na bodega. Alguns bicicleteiros fodões passaram por nós enquanto descasávamos. Aquele estilo "eu sou foda e não olho pros lados". Todos apressados, acho que estavam fugindo de alguma coisa só pode. Mas tudo bem, cada um com seus problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3987.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3987.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quase causamos um acidente quando chamamos alguns deles e os mesmos se viraram para olhar quem era deixado de cuidar a estrada. Ia ser um strike bonito de ver. Sem contar que lá no bar tinha uma Rodka em garrafa de plástico que era uma maravilha. Sem gelo então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3991.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3991.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O papo tava legal, mas as pernas esfriaram e tínhamos uma boa subidinha ainda pela frente. Montamos então nas queridas e partimos mais uma vez morro acima, em direção ao céu. Desta vez saímos em dois grupos. Na frente Marcos, Jorge e Eu. Quem mesmo? Não entendi. Sim, eu na frente, no pelotão dos Gigantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que eles acompanhavam meu ritmo, indo ma maciota e não judiando das pernas, mas também é verdade que subi na dianteira, hehehehe. Logo atraz vinha o Testolino, Zunior e um pouco depois o Prona. No meio da subida o Marcos deu uma escapada. Nem tentei seguir ele, ficamos então eu e o Jorge subindo conversando. Descobrimos finalmente onde o vento faz a curva. Marcamos o lugar para poder mostrar posteriormente aos demais a nossa descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá em cima, quase no final da subida de asfalto o primeiro incidente caótico da tarde. O Jorge subia pedalando em pé quando seu pé direito se desprendeu do pedal, o corpo pendeu para o lado esquerdo e o pé esquerdo não se soltou do pedal para se apoiar no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: um tombo lindo de ver. Ainda bem que estávamos subindo devagar e não vinha carros descendo pela estrada, se não o estrago seria grande. Ossos inteiros, nenhum arranhão e seguimos. Nos reunimos novamente lá em cima no final do asfalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos viagem até passar pelo pior trecho da pedalada: a subidinha de parale le lele le lepi pí pípe pe do do do bairro Cruzeiro. Que coisa mais triste subir aquilo ali. O bom é que é um trecho curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos então no primeiro buteco que avistamos para dar uma última esticada nas pernas e tomar uma cerveja. hehe. Após muitas risadas, conhecemos até dois "Elder", avistamos coisas interessantes, partimos embora. Mas antes passamos para visitar uma pessoa que o Testa tava com saudades. Hehehehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/DSCN3992.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/DSCN3992.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos despedimos no trevo da BR do Testolino e do Zunior. Seguimos pela 18 eu, o Jorge, Marcos e Prona. No centro nos separamos e cada um foi para o seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um dos pedais mais divertidos que já fiz. Não foi uma distância longa, foi curta e média baixa, mas andar com gente bacana e parceira, que não se importa de esperar, de parar para tirar fotos, de dar risada, de se divertir. Isso é bom demais. Até o próximo pedal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115377615973402386?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115377615973402386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115377615973402386&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115377615973402386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115377615973402386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/gruta-dos-ndios-relato-by-bassolin.html' title='Gruta dos Índios - Relato By Bassolin'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115368686049732740</id><published>2006-07-23T13:26:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T04:03:14.906-07:00</updated><title type='text'>EXTRA! EXTRA!</title><content type='html'>Novidades quentinhas, direto de Santa Cruz do Sul:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em mais um desempenho espetacular (hehe), a equipe M3 Parts que é composta por mim e pelo Fernando Rossetti, conseguiu um ótimo segundo lugar no enduro realizado hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a prova basicamente foi realizada em estradinhas de interior, bastante deslocamento de asfalto e algumas trilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/scs2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/scs2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão do pessoal que disputou a prova, foi que as médias poderiam ser um pouquinho mais altas (na minha opinião, principalmente nas trilhas a descer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, a prova estava, no meu ponto de vista, fácil. E quando é fácil, não exigindo muito de navegação, complica para quem navega melhor (modéstia à parte...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas resumindo: gostei, valeu a diversão, valeu o passeio. Voltarei no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã vamos publicar no site &lt;a href="http://www.endurobike.com.br"&gt;ENDUROBIKE&lt;/a&gt; os resultados completos e as fotos (acho que até que enfim terei uma foto minha em &lt;b&gt;ação&lt;/b&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/1600/scs1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7263/3346/320/scs1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... tava esquecendo: agora somos líderes isolados do campeonato. É ir pra Taquara e conseguir uma boa colocação para manter a vantagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115368686049732740?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115368686049732740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115368686049732740&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115368686049732740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115368686049732740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/extra-extra.html' title='EXTRA! EXTRA!'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115344173570913864</id><published>2006-07-20T17:10:00.000-07:00</published><updated>2006-07-24T04:39:23.003-07:00</updated><title type='text'>Relato-Potreiro Velho</title><content type='html'>Pois é dia 14, sexta feira, já beeem passada fiz mais um passeio para o Potreiro Velho. Novamente pela Rota do Sol-RST 453. O caminho já está bastante familiar. As angústias que sentia nas primeiras vezes deu lugar a uma calma. Agora eu curto muito mais o caminho e a paisagem. Os pensamentos voam mais livres. As subidas nem parecem mais subidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um quilômetro leva a outro e a outro e a estrada vai se consumindo. Saí de Caxias logo após clarear o dia. Juro que olhei pra fora e vi a lua através de uma leve neblina e um pouco de céu azul. Minha expectativa era que a cerração logo se dissipasse e o dia se tornasse azul e sem nuvens. Sai com uma camisa dry, a de ciclismo, manguitos e um anorak de nylon para proteger da humidade. A temperatura estava ótima, não sentia frio e não suava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na descida do morro do Eberle tava difícil de enxergar, cerração forte, com chuvisqueiro. Normalmente se alcança uns 65 km/h de máxima nessa descida. Com segurança consegui só 51 Km/h. Imaginei que logo depois da represa do Faxinal melhoraría. Aquela região sempre tem uma neblinazinha. Hum, tolinho. Fui até o Lageado Grande assim, 60 Kms. Parecia que estava pedalando na sala de casa, parede branca de todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Cerra????o.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/400/Cerra%3F%3F%3F%3Fo.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei lá na tia Jo pra dar uma abraço naquela senhora fofinha e risonha. Pedi se tinha um café quente e ela me levou até seu fogão a lenha. Me servi e ela que já tinha voltado para trás do balcão avisando que os pastéis ela havia feito a pouco.Humm...pastel....com carne. Não é o mais recomendável. Mas vou experimentar, um só não vaiter problema. Ooo pastel "bão". Comi outro, tomei mais um café, proseei mais um pouco e saí. Nessas horas acho interessante deixar a ortodoxía ciclística da alimentação ideal de lado. Vale é a vivência do momento. Saí em direção a Tainhas, seríam mais 40 Kms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei mais uns 3 Kms e a cerração se dissipou. Ficou nublado. Nuvens bem altas, sem risco de chuva. Ainda imaginava encontrar cerração próximo ao Potreiro Velho, coisa comum por lá.Em Tainhas comi umas torradas, conversei um pouco com o pessoal de lá, coloquei água nas caramanholas. Levei uns 30 minutos nisso. Era + ou- 13:00hrs. Saí para os 26 kms que restavam, que é dividido em antes, durante e depois do mato.A primeira parte passando por Tainhas é de propriedades com lavouras e reflorestamentos com eucaliptos. Um sobe e desce de campo por uns 8KMs. Com o embalo da descida quase se chega ao topo da subida adiante, local de pouco esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das casas pelo caminho encontrei uma cachorrada, 3 deles. Um descartei logo de cara, vi que era pequeno e medroso. Havia outro pequeno porém muito brabo e um grandão igualmente brabo. Este grande é da mesma "marca" que o meu primo tem lá no Potreiro Velho. O dele costuma grudar o focinho de touros e vacas e derruba-los nas lides de campo. Então... nem precisa dizer mais nada. Desci da bike e fiquei com ela entre eu e o cachorro grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei um pouco, ameacei eles e eles retrocederam uns 2 metros. Subi na bike, dei a primeira pedalada e eles correram latindo bem próximos aos meus calcanhares, um de cada lado. Parei de novo. Eles se afastaram. Tentei pedalar e eles voltaram. Aí eu ouvi alguém ao longe ralhar com os cães e gritar:- Eles não mordem. huahuahuahau Respondi na mesma hora. - Como é que eu vou saber?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei pensando numa brincadeira da minha família que o pessoal diz assim. - Não tem perigo enquanto estiver com a boca aberta, o problema é só quando fecha. Mas fui indo devagar até sair do território deles. Mais adiante pedalando devagar, coisa de 1 quilômetro, ouvi mais latidos noutra casa . Olhei e vi um cachorro grande daquela mesma "marca" como uma flecha. Reparei na porteira bem fechada que impediria a passagem do cão, aí olhei para o lado e vi que a cerca era de arame farpado com 5 fios. O cão iria passar. Comecei a pedalar mais rápido e o cachorro ao invés de sair foi me acompanhando pelo lado de dentro da cerca. Abriu um vantagem de uns 6 metros em relação a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiantei o pensamento e imaginei ele me interceptando mais a frente. Levantei e comecei a acelerar tudo que podia. Para me interceptar ele precisaria fazer uma curva fechada perpendicular a estrada, tería que diminuir a velocidade. Alcancei ele e passei. Ufa, não conseguiu me pegar. Daí pra frente foi sem cães. Agora vem a parte mais divertida deste caminho. A estrada piora muito ao entrar no mato. Erosão pela chuva, pedras grandes, valas e barro. Neste período, mesmo com uma semana de sol os atoleiros permanecem molhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o lugar é lindo, o mato quase avança sobre a estrada, há trechos onde o gado caminha sobre a estrada embarrada e ao secar fica uma trepidação pior que andar sobre ruas de paralelepípedos. Ouve-se muitas aves, tirivas, sabiaçus, maitacas, papagaios do peito roxo, inhambús, sabiás, tenentes, são muitos para citar todos.Há túneis verdes, onde o mato fecha sobre a estrada. Muito lindo. Passada a parte de mato vem outra de campo até a casa da tia Ercy. Passo em frente a igrajinha, branca, de madeira e por várias propriedades de pessoas conhecidas, algumas já falecidas e que ficaram de herança para os filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa do Alziro e logo adiante o cemitério onde estão meus bisas e minha avó. ando mais um pouco e passo pela casa do cizinho, depois onde morava o Seu Adão Gavirova, a casa do José onde agora há também casas dos filhos deste. Onde era terra do tio Hermes agora há duas propriedades de pessoas de Porto Alegre, mais adiante a casa do Paulinho Stumpf, do Leacir e a antiga casa do tio Okala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim chego ao destino. Sempre que começo a pensar muito nesses tios-avôs me emociono ao lembrar das suas figuras e suas histórias. Pena que as pessoas morrem.Quando chego encontro minha tia plantando cebolas, de chapéu de palha. Meu tio Atílio está cobrindo uns troncos que virarão lenha pois está começando a chover. Pergunto pelo Everaldo, meu primo, (o nome é em homenagem a um zagueiro do Grêmio). -A tá lá no Paulinho ajudando numa carneação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus tios largam tudo e entramos. Digo que não quero atrapalhar, mas eles aproveitam o começo da chuva como desculpa para justificar a hospitalidade. Tomo meu banho, lavo minha roupas de ciclismo e sento atrás do fogão a lenha pra tomar chimarrão. Eita coisa boa!!! Belo jeito de rehidratar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Galp??o.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/400/Galp%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha ida tinha como objetivo encontrar um pessoal de Porto Alegre e cidades próximas que subiriam a serra para fazer a travessia de um canyon da região. Eles sempre chegam na madrugada de sábado. Acordei sábado de manhã, fui até o gramado na frente da casa e vi tudo quieto, barracas fechadas e nenhum movimento. Eles haviam chegado tarde e estavam dormindo. Depois de uma hora voltei lá, já estavam acordados. Três pessoas eu conhecia e fui apresentado para as outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá pela metade da manhã chegamos a conclusão que sería melhor improvisarmos um local no galpão ao invés de debaixo da lona. Estava muito úmido. Fizemos a mudança e o pessoal se acomodou por lá. Passamos um sábado de muito riso e conversa agradável.&lt;br /&gt;A noite teve "causos" de assombração. Mulher de branco, o gritador. No domingo o resolveram atravessar o canyon a tarde, chuviscava ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal do apoio saiu para encontrá-los no fim do canyon. Uma toyota e um landrover passando pela estrada que eu iria retornar e que já era ruim. Sendo que a toyota no sábado já havia ido e voltado por esse caminho. Como o tempo estava ruim eu resolvi ficar até segunda pra ver se o tempo melhorava para a volta. Domingo a noite choveu muuuuito forte. Pensei: Me ferrei! Amanhã vai estar pior que estava hoje. Segunda de manhã acordei as 6 da madruga, noite ainda e céu estrelado, limpíssimo. Uebaaa. Tomei meu café da manhã, arrumei as tralhas no bagageiro e aí por 7:30 saí. Andei uns 5 Kms e começou a fechar a cerração. A estrada estava beeeem molhada da chuvarada noturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/LeBarr??.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/400/LeBarr%3F%3F.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito barro, muito cuidado e muitas derrapagens. Fiz o primeiro trecho de campo e logo peguei aquela parte por dentro do mato, onde tem os atoleiros. Que maravilhaaaa. Muito barro, muito atoleiro tudo exigindo muita concentração. Belo desafio. Realmente a passagem dos 4x4 havia feito um estrago na estrada. Mas foi a parte mais divertida. Só era desagradável ouvir o barulho dos freios quando era necessário usar e imaginar oque estava acontecendo com os aros. As pedrinhas pequenas prendiam nas balacas de freio e íam riscando o aro. Que dor!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha meta neste trecho da estrada era colocar o pé no chão o mínimo possível pra não encher a sapatilha de barro pois fica difícil de "clipar". Precisei usar o pé só 3 vezes pra não cair de "prancha" no barro. Depois foi tranquilo, a estrada melhora perto da casa dos cachorros. Passei na frente e não vi nada. Andei mais uns 100 metros e ouvi o barulho do cachorrão atrás e junto ouvi um grito chamando a atenção do cachorro. Ele parou. Mas levei um susto.Cheguei em Tainhas e tive que desmontar as tralhas, tirar a bolsa de guidão e lavar a bike toda. Muito barro por tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali fui ao café Tainhas me alimentar e pegar um baconzito de lanche para o caminho. Parei na tia Jo na volta também e comi um preto de massa, uma lata de coca e um café por 3 pilas. Saí da tia Jo com calma, sabia que o tempo que tinha era de sobra então vim em um ritmo bem tranqüilo, pra chegar. As 17:30 eu estava chegando em casa, muito bem fisicamente. Bem disposto. Poderia pedalar mais 100 Kms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O total pedalado foi 256 Kms e uns quebrados.A média final foi 18,7 Km/h. Média baixa. Mas peguei algum vento contra na ida e na volta além do barro que não deixava andar.Bueno era isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Long%20roads.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/400/Long%20roads.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/LeBarr??.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Janta.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Cerra????o.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Galp??o.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2465/3347/1600/Long%20roads.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115344173570913864?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115344173570913864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115344173570913864&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115344173570913864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115344173570913864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/relato-potreiro-velho.html' title='Relato-Potreiro Velho'/><author><name>JorgeOK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14727446277705021983</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115332739096024911</id><published>2006-07-19T09:38:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T09:46:42.966-07:00</updated><title type='text'>Camisetas escolhidas</title><content type='html'>Após longas madrugadas em claro desenhando um modelo para nossas camisetas, dias e mais dias de estudos e &lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.enquetes.com.br/enquete.asp?id=669913"&gt;votações&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; chegamos a um veredicto. Optamos por escolher um modelo que não desse tanto trabalho para ser confeccionado e, assim ser mais barato, o que resultou neste maravilhosa obra de arte, digna de elogios dos melhores estilistas do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/1600/sbcamvencendo.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1704/2019/320/sbcamvencendo.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um modelo simples mas que traz em seu corpo as cores dos SerraBikers. Não é homenagem a Bob Marley não, são as cores da bandeira do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, resta ajustar os detalhes e encaminhá-las para a confeccção. Um dia os SerraBikers pedalarão em bando uniformizado. Aguardem. Só vai dar pena das camisetas quando enfrentarmos dias chuvosos e estradas embarradas, mas isto se resolve com Omo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115332739096024911?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115332739096024911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115332739096024911&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115332739096024911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115332739096024911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/camisetas-escolhidas.html' title='Camisetas escolhidas'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115323861311219070</id><published>2006-07-18T08:57:00.000-07:00</published><updated>2006-07-18T09:03:33.123-07:00</updated><title type='text'>Pedal urbano-noturno</title><content type='html'>Buenas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso treinar para o enduro do próximo domingo. Ando pedalando pouco, não gosto de sair sozinho à noite para o interior. Nunca se sabe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então criei uma variante urbana: saio da minha casa, vou até os bombeiros, depois pego a Pinheiro, vou até a La Salle, depois a Júlio. Depois a Av. Itália desde o início, Rio Branco até a sinaleira antes da Intral. Volto toda a Rio Branco, passo na frente da Bocca D'Oro (conhecem?), Ernesto Alves, 3 de Maio, Sinimbu até Lourdes, 18 do Forte, Marques do Herval, Visconde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá em torno de 13Km. Fiz 3 voltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o trânsito depois das 20 já não é tão maluco assim, consegui fazer uma média de 25km/h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica a sugestão para um pedal rápido e relativamente seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aha! E em breve teremos a definição das camisas (espero!).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115323861311219070?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115323861311219070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115323861311219070&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115323861311219070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115323861311219070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/pedal-urbano-noturno.html' title='Pedal urbano-noturno'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115287454573826390</id><published>2006-07-14T03:52:00.000-07:00</published><updated>2006-07-14T03:55:45.740-07:00</updated><title type='text'>Pedal noturno</title><content type='html'>Bom, vou inaugurar os posts de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem apesar de insistentes convites, ninguém quis se arriscar a um pedalzinho curto noturno. Liguei para o César e nos encontramos na frente da loja do nosso amigo Jeremias.... tinha um povo por lá, todos já pilchados e com suas bicis, mas ninguém aceitou o nosso convite. Acho que o fato de mencionarmos que iríamos pegar umas trilhas assustou aquele povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final foi um roteiro básico: aquela trilha na descida de Santa Justina, depois a subidinha e descidinha até São Luís da 9a. Légua, subida até a casa portuguesa e a volta pelo 60/40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 e poucos Km. Só pra desenferrujar e aproveitar o calor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115287454573826390?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115287454573826390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115287454573826390&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115287454573826390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115287454573826390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/pedal-noturno.html' title='Pedal noturno'/><author><name>Serrabikers</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03208793090378377162</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31078103.post-115281550548385656</id><published>2006-07-13T11:27:00.000-07:00</published><updated>2006-07-13T11:32:55.693-07:00</updated><title type='text'>E nasce mais um filho</title><content type='html'>Pronto, nasceu o Blog dos &lt;strong&gt;SerraBikers&lt;/strong&gt;. Agora veremos se as coisas se ajeitam. A idéia é cada um dos pedaladores postar suas experiências do mundo ciclístico, dando ênfase aos pedais que sempre foram alvo principal do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.serrabikers.org" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; dos serraBikers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo as coisas por aqui vão se arrumando. Ainda temos que bolar um template legal, usando nossas cores e nosso logo. Também faltam alguns membros se cadastrarem e tomarem ciência das "regrinhas" que serão estabelecidas para que isso não vire uma zona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto ficamos por aqui. E vamos pedalar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31078103-115281550548385656?l=serrabikers.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serrabikers.blogspot.com/feeds/115281550548385656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31078103&amp;postID=115281550548385656&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115281550548385656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31078103/posts/default/115281550548385656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serrabikers.blogspot.com/2006/07/e-nasce-mais-um-filho.html' title='E nasce mais um filho'/><author><name>Bassolin</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
